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The Daily Habit

Diário de produtividade pessoal

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A Minha Lista Diária de Verificação de Hábitos

Hábitos - Lista de Verificação

Este artigo é inspirado pelo site Kevin Habits, que por sua vez foi inspirado pelas 13 virtudes de Benjamim Franklin.

Criei uma lista de verificação de hábitos a completar, onde o objetivo é dar uma estrutura ao dia, e contribuir a longo prazo para a concretização das minhas metas.

Irei trabalhar no sentido de completar todos os hábitos diários, caminhando em direção ao ideal de um mapa todo pintado a verde. As células a branco significam que não executei o hábito nesse dia.

O sábado é o dia da semana dedicado ao descanso, mas inclui à mesma na lista de verificação, significando que descansei totalmente se o dia estiver todo pintado a verde. Se estiver pintado parcialmente é porque não descansei totalmente. O sábado funciona assim como o carregamento das baterias para o resto da semana.

Para já, criei o mapa tipo da figura para a semana de 6 a 12 de janeiro. Os campos a verdes são pois exemplificativos. Os hábitos também não são estáticos, e devem ser sempre atualizados em função da experiência e objetivos pessoais.

As Leis da Natureza Humana de Robert Greene, Resumo do Livro – As Minhas Notas

As Leis da Natureza Humana de Robert Greene

Artigo atualizado a 17/01/20

Depois de vários bestsellers, como As 48 Leis do Poder e Maestria, Robert Greene regressa com mais uma obra impressionante.

Em As Leis da Natureza Humana, Greene apresenta as diferentes teorias que moldam o pensamento e comportamento humano, e que todos podemos utilizar para nos conhecermos melhor e ganhar uma maior capacidade de influência sobre os outros.

Eu penso neste livro como um grande texto da psicologia humana, com grande parte dos argumentos provenientes de vários psicólogos, filósofos e romancistas do último século. O autor também é claramente influenciado pela filosofia estoica, sobre o qual já escrevi aqui no blogue.

O livro é divido em 18 leis, sendo de seguida apresentado o resumo e de como podemos beneficiar.

#1 – Lei da Irracionalidade: domine o seu eu emocional.

#2 – Lei do Narcisismo: transforme o amor-próprio em empatia.

#3 – Lei da Dramatização: veja para lá das máscaras das pessoas.

#4 – Lei do Comportamento Compulsivo: as pessoas tendem a repetir os seus comportamentos.

#5 – Lei da Cobiça: não esteja tão presente, porque as pessoas querem o que não têm.

#6 – Lei da Falta de Visão: veja para além do presente.

#7 – Lei da Defensiva: atenue a resistência dos outros confirmando a sua autoimagem.

#8 – Lei da Autossabotagem: mude as circunstâncias mudando a sua atitude.

#9 – Lei da Repressão: enfrente o seu lado negro.

#10 – Lei da Inveja: vigie um ego frágil.

#11 – Lei da Grandiosidade: conheça os seus limites.

#12 – Lei da Rigidez dos Géneros: ressintonize-se com os seus lados masculino e feminino.

#13 – Lei da Futilidade: avance com uma noção de propósito.

#14 – Lei do Conformismo: resista à força gravítica descendente do grupo.

#15 – Lei da Volubilidade: nunca tome a liderança como certa, sendo um processo contínuo.

#16 – Lei da Agressão: detete a hostilidade sob uma fachada amistosa.

#17 – Lei da Miopia Geracional: aproveite o momento histórico.

#18 - Lei da Negação da Morte: medite na mortalidade do ser humano.

Os Melhores Momentos de 2019

Casal relaxado a ver paisagem junto a rio

Estamos a terminar o ano (e a década!), e nada melhor como fazer uma retrospetiva de 2019 assinalando os melhores momentos.

A vida por vezes pode ser difícil, com os inúmeros desafios que encontramos no dia-a-dia, e no meio disto tudo, muitas vezes esquecemos que também nos acontecem coisas boas.

Escrever no blogue The Daily Habit

A conclusão da tese mestrado no final de 2018 deixou-me uma grande estamina na capacidade de trabalho e de escrita, e iniciei este blogue para dar continuidade ao momento. Estou grato por continuar a escrever em 2019 no blogue sobre a minha produtividade pessoal, partilhando as minhas experiências com outros leitores interessados no seu desenvolvimento pessoal.

Investir na bolsa de valores

2019 foi o ano em que regressei ao investimento na bolsa de valores, desta vez de uma forma mais profissional e madura. Devo confessar que estou verdadeiramente “obcecado” com este tipo de rentabilização do dinheiro, esperando pertencer ao clube dos 10% dos investidores que conseguem ter sucesso na bolsa, com o objetivo último de atingir a independência financeira.

Saúde e família

Este também foi o ano em que apanhei um grande susto ao nível da minha saúde, em que numa análise de rotina foi detetado um grave problema. Depois de dias muito difíceis, foi repetida a análise em que já estava tudo bem. Foi uma espécie de renascimento, e de uma segunda oportunidade na vida. Finalmente tenho a felicidade de ter uma família que me apoia e que demonstra o seu afeto, e por isso quero agradecer esta dádiva da vida.

As Dinâmicas do Poder

Arranha céus iluminados à noite

A ignorância por vezes pode ser uma dádiva, porque se pensarmos na frieza dos jogos de poder que acontecem por detrás da fachada das nossas organizações, podemos deprimir.

Num artigo anterior, As 48 Leis do Poder de Robert Greene: Organização e Categorização, foram apresentadas as leis que governam estas dinâmicas do poder.

Existe no entanto um perigo. Grande parte das leis não podem ser aplicadas cegamente, porque existem exceções, em que por vezes é mais sensato fazer o contrário.

Para uma visão geral de todas as leis e exceções, atualizei o artigo As 48 Leis do Poder de Robert Greene: Organização e Categorização.

Estes movimentos calculistas pelos que procuram o poder, acontece no seio da nossa sociedade em todas as organizações públicas e privadas. A política é o palco mais evidente destas manobras, mas se estivermos bem atentos, verificamos esta dinâmica em todo o lado, mais ou menos discreta.

Funcionamos em sociedade através de grupos, e precisamos todos uns dos outros. Não existe como fugir a estas leis, nem que seja para nos protegermos dos que nos tentam manipular.

Por outro lado. se pretende usar estas leis para subir no poder, é meu desejo que mantenha a sua integridade, utilizado este conhecimento de forma responsável e contribuindo para uma sociedade mais justa e próspera.

Objetivos para 2020: Uma Fórmula Simples e Rápida

Farol ao final da tarde

Esta semana na reunião da Toastmasters, clube de desenvolvimento pessoal a que pertenço nas competências de comunicação e liderança, foi proposto um desafio pelo facilitador da sessão para pensarmos em 3 objetivos pessoais para 2020.

Tínhamos apenas três minutos para meditar sobre as nossas principais prioridades para 2020, entregando depois ao facilitador uma folha com os nossos objetivos (mas sem escrever o nome).No final da reunião seriam lidos todos os objetivos, tentando-se adivinhar quem eram os autores dos mesmos.

A primeira reação foi pensar que não tinha capacidade para escrever os meus objetivos em tão pouco tempo, porque imaginava que tal tarefa exigia uma reflexão profunda.

Esta situação tirou-me da zona do conforto, é só no último minuto consegui terminar o desafio, porque tinha de escrever alguma coisa. Basicamente utilizei o meu instinto, não pensando muito, e chegando aos seguintes objetivos:

Objetivo #1: Conluir o meu percurso de liderança dentro da Toastmasters, terminando o último nível de reconhecimento dentro da organização.

Objetivo #2: Continuar a desenvolver a ciência e arte do investimento nos mercados financeiros.

Objetivo #3: Consolidar hábitos que promovam a tranquilidade.

Já depois da sessão terminada, refleti sobre esta experiência, e fiz a prova dos nove para verificar se os objetivos faziam sentido. Perguntei quais os benefícios que iria adquirir em perseguir os mesmos? A resposta foi entusiasmante para todos eles, sinal que estava no bom caminho.

Em apenas três minutos, e num encontro inesperado, consegui encontrar os meus objetivos para 2020, que já há algum tempo andava a batalhar.

Agora é só transformar estes três objetivos genéricos em algo materializável, criando objetivos SMART.

É Cotovia ou Coruja? A Importância da Gestão da Energia na Produtividade Pessoal

Mulher a praticar meditação e yoga pela manhã ao ar livre

Hoje tentei levantar-me mais cedo que o habitual para fazer yoga logo de manhã, antes de ir para o trabalho.

Devo dizer que falhei redondamente na tentativa. Novamente, porque já por várias vezes no passado tinha tentado esta rotina matinal.

Tenho uma prática regular de yoga de seis dias por semana ao final da tarde, e queria transferir a mesma para o início da manhã. Pretendia libertar mais espaço no calendário para outras tarefas ao final do dia, e lidar com os imprevistos que surgem por vezes durante o dia.

Desde sempre que me lembro de ter dificuldades em acordar cedo de manhã, nunca levantando-me ao primeiro toque do despertador. Provavelmente o meu ciclo ou ritmo cardiano, que regula o relógio biológico, não foi “desenhado” para despertar tão cedo.

Daniel Pink, no seu livro Quando, e baseado em estudos científicos, define dois extremos quanto ao relógio biológico de cada pessoa:

#1 A cotovia, que gosta de despertar cedo, e tem mais energia no início da manhã.

#2 A coruja, que gosta de acordar tarde, e tem mais energia ao final do dia.

Pink menciona que a maior parte das pessoas não são puramente cotovias ou corujas, e situam-se algures no meio.

Como é que este conhecimento o pode ajudar?

Escolhendo o tipo de atividades em função da energia ao longo do dia. As atividades que exigem uma maior atenção, devem ser executadas no período de maior energia, deixando as atividades mais leves ou que exigem menor concentração, para o período em que estamos mais cansados.

A gestão do tempo tem vindo caminhar muito neste sentido, com o foco na gestão da energia para uma maior produtividade pessoal.

O Dia em Que Decidi Encerrar as Redes Sociais

ìcones redes sociais

Depois da violação de privacidade dos utilizadores por parte do Facebook, que ficou conhecida como o escândalo da Cambridge Analytica, resolvi ponderar a minha inscrição no Facebook e outras redes sociais.

Em 2018, o Facebook foi multado em 560 milhões de euros no Reino Unido, quando ficou provado que a empresa Cambridge Analystica utilizou indevidamente os dados de mais de 87 milhões de utilizadores do Facebook para a campanha presidencial de Donald Trump nos Estados Unidos em 2016.

Já em 2019, a autoridade de regulação norte-americanas FCT (Federal Trade Commission), através de uma investigação ao mesmo caso, decidiu multar o Facebook em cinco mil milhões de dólares,

Mas as violações de privacidade dos gigantes da internet como as Googles, Microsofts, Apples e Twitters e de agências governamentais não se ficam por aqui. Possivelmente deve-se lembrar do episódio de Eduard Snowden, que esteve em direto na última Web Summit em Lisboa, e está hoje exilado na Rússia por ter divulgado informações classificadas da agência de vigilância norte-americana NSA, onde trabalhava.

Snowden afirma que todas as pessoas são indiscriminadamente vigiadas, e que a internet torna-nos mais vulneráveis, e que as instituições mais poderosas são as menos responsáveis.

A União Europeia com a lei de proteção de dados já deu um passo importante na proteção da nossa privacidade. No entanto, falta muito por fazer. Estamos ainda no processo da criação de uma internet mais segura para todos.

Como as redes sociais são uma dos principais mecanismos para aceder aos nossos dados, resolvi encerrar todas as minhas contas pessoais nestas redes. Basta de acessos indevidos aos meus dados, pelo menos no que puder evitar!

Cuidado com o Ego na Subida ao Poder

O poder é constituído por estatuto e dinheiro.

Numa organização, quando se sobe na hierarquia, o profissional é promovido ganhando um novo estatuto acompanhado de um aumento salarial e benefícios.

Num negócio, o sucesso de um empreendedor, é conseguido através da conquista de um maior número de clientes para os seus produtos ou serviços, traduzindo-se em mais lucro e reconhecimento da marca.

Existe no entanto, um inimigo comum, tanto para profissional como o empreendedor: o ego, que segundo o Priberam é defenido como o conceito que o indivíduo tem de si mesmo. Ou seja, nós somos o nosso maior inimigo. O ego consegue prejudicar-nos mais que os nossos inimigos pessoais.

O ego do profissional

Num seio de uma organização, os melhores lugares são sempre muito disputados. Quem já está numa posição de poder, quer continuar a subir na escada corporativa, ou quanto muito, não perder a sua posição. Para isso irá recorrer-se dos mais variados esquemas com os seus subalternos que possam vir a ocupar o seu lugar.

O principal técnica utilizada é minar a confiança dos seus colaboradores, no sentido de os fazer sentir menos importantes. Isto é conseguido muito subtilmente, não reconhecendo as suas conquistas ou o que fazem bem. Quando existem reuniões importantes com alguém da administração ou um cliente importante por exemplo, tentam fazer com que os seus colaboradores nunca assistam a estas reuniões.

Tudo estás técnicas têm o objetivo de baixar o ego dos seus colaboradores, no sentido de os manter menos motivados, e assim não “brilharem” tanto para não terem hipótese alguma de os substituírem.

Mas cabe a cada pessoa proteger o seu ego, e felizmente só depende de nós. Assim, quando o seu chefe lhe lança uma artimanha, reconheça o que lhe está a acontecer, a tendência do seu ego para se sentir ofendida, e tente desligar-se o melhor que conseguir. Não leve as atitudes do seu chefe para o campo pessoal, porque trata-se de um jogo de poder. Se quer ganhar, tem de aprender as regras e jogar melhor que os outros.

O ego do empreendedor

No caso do empreendedor, os chefes são substituídos por clientes e empresas concorrentes. Ter poucos clientes ou nenhuns que condicionem a sobrevivência do negócio, pode ser terrível para o ego. Da mesma forma, ver outros concorrentes com sucesso, enquanto a nossa empresa está com dificuldades, é desmotivador.

Neste situação, tente não deixar o seu ego ser afetado, porque vai precisar de toda a sua energia para dar a volta. Possivelmente os problemas do seu negócio estão a dar-lhe um feedback importante, sobre as áreas da sua empresa que precisa de melhorar, ou eventualmente aplicar uma nova estratégia que o possa conduzir ao sucesso e poder que tanto deseja.

Lançamento do GUIA 2020: HÁBITOS

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Nas últimas semanas tenho estado a preparar um guia gratuito sobre o desenvolvimento de hábitos, dedicado à criação de rotinas mais produtivas para começar o ano 2020 em grande.

Hoje tenho o prazer de anunciar o seu lançamento!

Neste guia apresento um sistema simples para transformar os seus hábitos: aprender como criar hábitos de sucesso e eliminar os maus hábitos nas áreas que considera mais importantes da sua vida.

A única coisa que lhe peço em troca, é o seu email para receber o guia através da minha newsletter. Será enviado no máximo um email por semana. Não enviarei spam e pode cancelar a sua inscrição a qualquer momento.

Além do guia, a newsletter contem conteúdos exclusivos a assinantes.

 

Como Criar o Hábito de Falar Menos Usando a Terapia Comportamental

À semelhança da generalidade das pessoas, tenho o hábito de falar demais nos relacionamentos interpessoais, o que muitas vezes me prejudica.

Desvantagens de falar demais

Este hábito, levado ao extremo, é nefasto para o desenvolvimento de relações de qualidade tanto a nível profissional como pessoal. As outras pessoas querem atenção e sentirem-se importantes. Como Dale Carnegie escreve no seu livro, Como Fazer Amigos e Influenciar Pessoas, e isto só é possível, se deixarmos os outros fazerem a maior parte da conversa.

Falar demais tem ainda a desvantagem de revelar os nossos planos e intenções às pessoas menos bem-intencionadas, que nos podem prejudicar.

Terapia Comportamental como auxílio na criação de um novo hábito

Neste artigo apresento um método para ajudar a vencer o mau hábito de falar demais, apoiado na Terapia Cognitivo Comportamental (TCC), que é bastante fácil de implementar.

A TCC é baseada na ideia de que a forma como pensamos (cognição), sentimos (emoção) e agimos (comportamento) encontra-se conectada.

Por exemplo, se estiver mais ansioso (emoção) numa reunião de trabalho, então possivelmente irei ter um pensamento mais acelerado (cognição), e como consequência irei falar mais do que o necessário (comportamento).

As emoções, pensamentos e comportamentos estão interconectados

A beleza da teoria TCC, é que como estes três aspetos estão interligados, a controlo de um aspeto irá influenciar os outros, tanto positivamente como negativamente. Se entrar numa reunião de trabalho falando menos, irei acalmar os meus pensamentos e reduzir a ansiedade. Por sua vez, como menos ansiedade, os meus pensamentos ficam mais tranquilos e tenho tendência para falar menos. Trata-se de uma espiral positiva para a criação do hábito ou comportamento “falar menos”.

Aplicação prática

Na posse deste conhecimento, e sendo a TCC de aplicação prática, a forma de utilizar a mesma é bastante simples.

Folha de trabalho novo hábito falar menos

Em cada reunião de trabalho, ou interação importante que tiver com outra ou outras pessoas, irei preencher uma linha do quadro da figura.  O objetivo é ver tanto a ansiedade como o comportamento “falar menos” serem reduzidos ao longo dos dias, à medida que vão sendo introduzidos novos dados.

A emoção pode ser ansiedade, ou outra como depressão, obsessão, etc. Também podem coesxistir várias emoções ao mesmo tempo.

Este método de lidar com a modificação de hábitos, permite que o sucesso da terapia seja testado quanto à sua eficácia em poucos dias.

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