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The Daily Habit

Diário de produtividade pessoal

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Hábitos checklist #6: Mindfulness e Leis do Poder

Hábitos diários checklist 6

Esta é a lista de verificação de hábitos diários na semana de 10 a 16 de fevereiro. Pretende-se cultivar bons hábitos como escrever regularmente ou relaxar a visão, e eliminar maus hábitos como falar muito ou ter uma melhor alimentação.

Esta semana pensei em não publicar este artigo para não “maçar” o leitor ou leitora com as minhas lutas diárias em criar rotinas mais saudáveis, e manter o processo apenas para mim. No espírito de Adam Smith, que moldou o pensamento económico contemporâneo, em que ao pensar no interesse próprio, irei beneficiar outras pessoas por meios indiretos.

Assim é a publicação deste artigo, esperando que o leitor ou leitora, possa inspirar-se, criando hábitos que conduzam aos  seus objetivos e a uma vida com mais significado e satisfação.

Os habitos mantiveram-se os mesmos deste a semana passada, com a exceção do mindfulness, a atenção plena no presente momento. Este é um habito para ser desenvolvido ao longo do tempo, e não se espera estar 100% atento a todas as sensações, pensamentos e emoções durante o dia. Se por alguns instantes lembrar-me de parar ou reduzir o ritmo e estar atento ao que se passa, já é considerado um sucesso.

Sou fã do trabalho de Robert Greene, e lancei um novo projeto no Sapo Blogs, com a criação de um blogue dedicado às 48 leis do poder. Trata-se de um projeto limitado no tempo, um resumo alargado, com a publicação de uma lei todos os dias, iniciando na lei 48 e terminando na lei 1. Pode ler já a lei 48: Evite Ter Uma Forma Definida.

Termina assim a revisão da lista de hábitos diários, regressando a esta rubrica na próxima semana.

A Grande Estratégia de John Lewis Gaddis, Resumo do Livro - As Minhas Notas

 

A Grande Estratégia de John Lewis Gaddis

A Grande Estratégia de John Lewis Gaddis é um livro especial, de base académica, pelas origens do autor como professor na Universidade de Yale nos Estados Unidos, que venceu um prémio Pulitzer e é um dos historiadores mais reputados da atualidade.

Esta obra aborda a temática da grande estratégia recorrendo a textos clássicos e a estudos de caso históricos. Este resumo pretende transmitir as minhas notas com as citações que considero ter uma maior componente prática aos líderes atuais.

Os seres humanos, em termos da estratégia que empregam, são divididos por dois tipos, os porcos-espinhos e as raposas (Isaiah Berlin) (pág. 18):

“Os porcos-espinhos, explicava Berlim, relacionam tudo com uma única visão central através da qual tudo o que dizem fazem ganha significado. As raposas, pelo contrário, prosseguem muitos fins, muitas vezes não relacionados entre ti e até contraditórios, ligadas apenas, se de todo ligados, de algum modo de facto.”

Ligação entre a formulação de uma teoria e o passado (pág. 24):

“A prova de uma boa teoria reside na sua capacidade para explicar o passado, pois só se o fizer podemos confiar no que pode dizer-nos sobre o futuro.”

Reconhecer a relação entre os fins e os meios (pág. 26):

“Visto que só existem na imaginação, os fins podem ser infinitos: um trono na lua, talvez, com uma grande vista. Os meios, porém, são teimosamente finitos são botas no terreno, navios no mar e os corpos necessários para o encher. Fins e meios tem de ter relação para alguma coisa acontecer. Nunca são, contudo, intercambiáveis.”

Porcos-espinhos e raposas não precisam de ser mutuamente exclusivos (págs. 29 e 34):

“Berlin admitiu, pouco antes da sua morte, que (…) algumas pessoas não são raposas nem porcos-espinhos, algumas pessoas são ambas as coisas. Tinha estado apenas a jogar um jogo intelectual. Outros tomaram-no demasiadamente a sério. A explicação faz sentido dentro do quadro mais amplo do pensamento de Berlin, pois que escolhas teríamos se estivéssemos presos dentro de categorias, imitando animais, que tornassem a previsibilidade obrigatória? (…) Precisaríamos de combinar numa só cabeça (a nossa), o sentido de orientação do porco-espinho e a suscetibilidade da raposa ao meio ambiente. Conservando ao mesmo tempo a capacidade de funcionar.”

“Talvez devamos a nossa existência, portanto, à destreza com o qual mudamos entre pensamento rápido e pensamento lento - entre o comportamento de raposas e de porcos-espinhos.”

Sobre o senso-comum (pág. 35):

“O senso comum (…) é como oxigénio: quanto mais alto se sobe mais escasso se torna. “Com grande poder vem grande responsabilidade”, lembrava ao homem-aranha, memoravelmente, o seu tio Ben - mas também o risco de fazer coisas estúpidas.”

Definição de grande estratégia e sobre o êxito (págs. 35 e 36):

“Definirei esta expressão (grande estratégia), para efeitos deste livro, como o alinhamento de aspirações potencialmente ilimitadas com capacidades necessariamente limitadas.”

“Especificar o êxito nunca foi fácil, mas a natureza infinita dos meios ajudou a fazê-lo. Pois embora a satisfação seja, em última análise, um estado de espírito, atingi-la requerer despesas verdadeiras.”

Sun Tzu e A Arte da Guerra (págs. 79 e 80):

“Sun Tzu (…) apresenta princípios, escolhidos pela sua validez ao longo do tempo e do espaço, e depois relaciona-os com práticas, limitadas no tempo e no espaço. A Arte da Guerra, por conseguinte, não é história nem biografia. É uma compilação de preceitos, de procedimentos - e afirmações categóricas: general que dá ouvidos a minha estratégia, é certa a sua vitória. Conservai-o! Quando for um que se recusa a dar ouvidos a minha estratégia, a sua derrota e certa. Demitiu -o!”

“Ninguém pode prever tudo o que pode acontecer. Ter uma ideia das possibilidades, no entanto, é melhor do que não ter qualquer noção do que esperar. Sun Tzu procura sentido - mesmo sentido comum - amarrando os princípios, que são poucos, às práticas, que são muitas. A liderança em a Arte da Guerra é, então, ver simplicidades na complexidade.”

A ironia sobre a natureza do comportamento humano segundo Santo Agostinho (pág. 112):

“Agostinho dizia se os bebés são inocentes não é por falta de vontade de fazer mal mas por falta de força.”

Importância das listas (pág. 118):

 “Agostinho formulou os seus critérios sob a forma de uma lista, não de mandamentos. Isso foi porque as listas se adaptam melhor a mudança do que os mandamentos. Os marinheiros recorrem a elas antes de se fazerem ao mar. Os soldados empregam-nas para planear missões. Os cirurgiões exigem-nas para segurarem de que terão os instrumentos de que precisam e não deixaram nenhum para trás. Os pilotos percorrem-nas para garantir descolagens seguras e aterragens suaves - de preferência no aeroporto pretendido. Os pais desdobram-nas para prevenir tudo o que pode correr mal quando se transportam crianças pequenas. As listas fazem perguntas comuns em situações que podem surpreender: a ideia é abordá-las tanto quanto possível a probabilidade de que o façam

As crenças de Santo Agostinho (págs. 120 e 121):

“Agostinho nunca foi o monoteísta de todo o coração. Adorava a razão tanto quanto adorava Deus.”

“Alinhamento, por sua vez, implica interdependência. A justiça é inalcançável na ausência da ordem, a paz pode requerer que se travem guerras.”

Nicolau Maquiavel responde qual o uso da história (pág. 124):

“As competências necessárias são as da imitação, da adaptação e da aproximação. Maquiavel recomenda o estudo da história, pois visto que os homens caminham sempre por sendeiros já batidos por outros e procedem nos seus atos por imitação, um homem prudente deve seguir sempre os caminhos batidos por grandes homens e imitar aqueles que foram os mais excelentes, de modo que se a sua virtude não chega tão longe está pelo menos no seu olor.”

O que distingue Agostinho de Maquiavel (pág. 130):

“Penso que a visão que Agostinho tem da justiça, que tem que ser precedida pela ordem. Só um Estado pode providenciar estabilidade, mas Agostinho só presta contas ao seu Deus. Maquiavel não é nenhum ateu, mas o seu Deus não governa Estados.”

A transgressão de Maquiavel (pág. 133):

“A grande transgressão de Maquiavel, conclui Berlim, foi confirmar o que toda a gente sabe mas ninguém quer admitir: que os ideais não podem ser alcançados. a política, por conseguinte, nunca pode equilibrar o realismo com o idealismo: só há realismos concorrentes. Não há competição na governação entre política e moralidade: só há política.”

Voltando á racionalidade da teoria (págs. 225 e 226):

 “A teoria existe para que uma pessoa não precise de começar do zero de cada vez, selecionando o material e trabalhando nele, mas sim o encontre à mão e em boa ordem. Destina-se a educar o espírito do futuro comandante ou, mais exatamente, guiá-lo na sua autoeducação, não a acompanhá-lo ao campo de batalha; tal como um professor sábio guia e estimula o desenvolvimento de um jovem mas tem o cuidado de não o levar pela mão durante o resto da sua vida.”

Carl von Clausewitz vê a teoria, portanto como treino. é o que endurece o corpo para grandes esforços, fortalece o coração perante os grandes perigos e fortalece o julgamento contra as primeiras impressões.”

Ernst von Pfuel era um daqueles teóricos que amam tanto a sua teoria que se esquecem do propósito da teoria - a sua aplicação na prática; no seu amor pela teoria, odiava tudo o que era prático e não queria saber disso. Até ficava contente com o fracasso, porque o fracasso, procedendo de desvios da teoria na prática só provavam a seu ver a correção da teoria.”

Proporção e contradições (pág, 232):

 “Sobre a guerra e Guerra e Paz balanceiam opostos incessantemente e numa extensão épica. É daí que a proporcionalidade - a simultânea compreensão de contradições - vem.”

Teoria versus prática. Preparação versus improvisação. Planeamento versus fricção. Força versus política. Situações versus esboços. Especialização versus generalização. Ação versus inação. Vitória versus derrota. Amor versus ódio. Vida versus morte. Comandar de dentro das nuvens versus manter o chão à vista.  Mas nenhum versus arte e ciência. Não é exagero dizer, por conseguinte, que Clausewitz e Liev Tolstói juntos são, na amplitude, imaginação e honestidade com que abordaram estas grandes questões os maiores dos estrategas.

Os presidentes norte-americanos (págs. 309 e 326):

Tanto numa coisa como noutra foi um autodidata (Abraham Lincoln). Lia vorazmente, lembrava-se pragmaticamente e aplicava engenhosamente as lições que aprendia.

“Pois mostrava (Franklin D. Roosevelt) que o poder e a ordem não são uma camisa de forças da doutrina, que é possível conciliar a liberdade individual - uma textura larga da sociedade - e um mínimo indispensável de organização e autoridade.”

Intelecto e temperamento no sucesso (pág. 326):

“Qualquer atividade complexa, escreve Clausewitz, se é para ser levada a cabo com o mínimo de grau de virtuosidade requer dotes apropriados de intelecto e de temperamento. Se forem extraordinários e se revelarem me feitos excecionais, quem os possuía é declarado um génio. Pois como nenhuma política pode ser pura também a grande estratégia não pode deixar de ser afetada pelo imprevisto.”

Chegou a Altura de Reduzir a Minha Atividade na Toastmasters

As circunstâncias atualmente mudaram e nos próximos meses vou reduzir a minha atividade na Toastmasters. Esta organização providencia um local para treinar o discurso público através de sessões semanais onde não existem formadores. Os membros aprendem "fazendo" avaliando-se mutuamente de acordo com padrões pré-definidos como a organização do discurso ou a variedade vocal.

O principal motivo que me levou a aderir a um clube Toastmasters foi poder treinar a minha oratória, pois não tinha a coragem para enfrentar uma audiência. Cheguei a um ponto em que consegui falar para uma plateia de mais de 100 pessoas, o que era inimaginável até então.

Este ano tinha previsto organizar um grande evento a nível nacional dentro desta organização, para cumprir determinados objetivos e chegar ao patamar máximo de reconhecimento. Acontece que atualmente os meus objetivos pessoais não estão alinhados com os da Toastmasters, pelo que deixo cair este projeto, pelo menos neste momento.

Vou começar a ir menos às sessões do meu clube, o mínimo para manter o contacto com outros membros, muitos dos quais formei uma amizade.

Não vou desistir da Toastmasters, apenas reestruturar a gestão do tempo em função das minhas prioridades atuais. A qualquer momento, e se o justificar, regresso mais ativamente às suas atividades.

A Vergonha dos Ordenados em Portugal

De acordo com um estudo da Adecco de 2019 consultado na HR Portugal, o salário médio em Portugal é 110% inferior à média da União Europeia, só estando atrás dos países da Europa Oriental ou de Leste.

O mais preocupante ainda é a distância que separa o ordenado mínimo do ordenado médio.

Aproximação dos ordenados mínimo e médio

Em Portugal o ordenadomínimo é atualmente de 635€ para um ordenado médio de 997€. Na União Europeia, a média do salário mínimo é de 930€ para um ordenado médio de 2091€.

Isto significa que o salário médio em Portugal é 57% superior ao ordenado mínimo enquanto na União Europeia o salário médio é 224% superior ao ordenado mínimo.

No título do artigo disse que considerava este facto uma vergonha, mas ainda é mais do que isso, se pensarmos que há 20 anos atrás a diferença entre o salário mínimo e médio era semelhante ao de hoje na União Europeia, em 224%.

Classe média esquecida 

A classe média foi completamente lapidada nestes últimos anos e politicamente nada tem sido feito para inverter esta situação. Profissionais de valor em todas as áreas tem sido constantemente mal tratados e subvalorizados.

Pessoalmente sinto-me indignado, e a minha atuação individual em pouco ou nada pode mudar alguma coisa deste cenário, a menos que seja candidato a primeiro ministro, o que não irá acontecer.

Também não irei aderir a qualquer sindicato, que só atua no ordenado mínimo. As ordens profissionais e afins nada fazem. No entanto tenho de adaptar-me.

Emigrar para fora cá dentro

A minha atuação profissional em Portugal na engenharia, é como um colega meu que diz: estamos em regime de voluntariado, com as despesas mínimas de sobrevivência garantidas, e com rendimentos extra para ir ao cinema de vez em quando e pouco mais.

Continuo a trabalhar por brilho profissional, e por gostar daquilo que faço, participando em projetos relevantes, mas pouco posso esperar, pelo menos da engenharia.

Os meus rendimentos estão a deixar Portugal. Hoje, com a globalização, já não é preciso emigrar, e para os mais ambiciosos e dedicados, felizmente existem outras formas de ganhar dinheiro em países com economias mais prósperas e vivendo em Portugal ao mesmo tempo.

Vergonha dos ordenados Portugueses? Sim.
Manter os braços cruzados? Não.

 

Atravessar o país de comboio

Comboio a chegar a apiadeiro

Esta manhã, ainda antes do sol nascer, levantei-me e preparei-me para uma  longa viagem de comboio pelo país.

Já tinha esquecido como era bom andar de comboio, sendo o meu transporte favorito, estando neste momento a escrever estas palavras em andamento.

Para acompanhar uma viagem, não existe nada como uma grande banda sonora, e uns auscultadores com tecnologia cancelamento de ruído. Já não passo sem os mesmos que permitem obter uma grande qualidade de som.

Parece incrível que já passaram mais de 20 anos desde que saí da minha terra natal no Algarve para estudar em Lisboa. Foi um momento de transformação que mudou completamente a minha vida e perspectiva sobre o mundo.

Recomendo vivamente a quem esteja indeciso, que estudar fora da zona de residência é essencial para alargar os horizontes pessoais.

Devido à minha carreira de engenharia, nunca me preocupei muito em escrever, só o essencial, mas este sentimento mudou muito.

Primeiro com a conclusão relativamente recente de uma tese de mestrado, e depois com a criação do blogue The Daily Habit. Os artigos que escrevi por aqui já davam para preencher as páginas de um livro.

Interesso-me agora por questões como a filosofia, economia e sociologia que eram inimagináveis até há bem pouco tempo.

Terapia Cognitiva Baseada no Mindfulness (MBCT): Definição e Prática

A terapia cognitiva baseada no mindfulness (do inglês MBCT), é uma forma modificada da terapia cognitiva que incorpora práticas como a meditação e exercícios de respiração. O seu objetivo é libertar os pensamentos negativos que causam a espiral descendente em direção a um estado depressivo ou de ansiedade.

O MCBT foi desenvolvido para pessoas com episódios recorrentes de depressão, ajudando também a reduzir a ansiedade generalizada e outras condições.

Sendo um processo de natureza preventiva, não deverá ser utilizado como tratamento de primeira linha, especialmente para casos mais complexos em que se deverá consultar o médico.

Em termos pessoais, já fiz o programa de oito semanas do MCBT seguindo o livro The Mindful Way through Depression: Freeing Yourself from Chronic Unhappiness de Mark Williams et al.

Trata-se de uma terapia na sua essência simples, mas não por isso fácil. Grande parte dos exercícios concentram-se na meditação sentada e atenção na respiração, observando as sensações corporais e pensamentos, evitando ser um ator ou atriz dos nossos dramas mentais.

Pretende-se com esta consciência, tanto de conforto como desconforto, acalmar a atividade mental e diminuir pensamentos e emoções negativas.

O MCBT convida a aplicar o mindfulness a outros contextos, e praticamente pode ser utilizado em quase todas as situações, como caminhar, comer, interações pessoais, etc.

Hábitos Checklist #5 (semana de 3 a 9 de fevereiro)

Hábitos checklist 5

Esta é a lista de verificação de hábitos diários na semana de 3 a 9 de fevereiro. Pretende-se cultivar bons hábitos como escrever regularmente ou relaxar a visão, e eliminar maus hábitos como falar muito ou evitar fritos e gorduras.

Hábitos ★★★★★ (executei sempre com exceção de um ou zero dias na semana): acordar ao primeiro toque, relaxar visão manhã, técnica de pomodoro, atualizar diário da bolsa, praticar yoga sessão completa.

Hábitos ★★★★ (executei sempre com exceção de dois ou três dias na semana): tomar café colegas/família, ouvir o dobro do que falo, evitar fritos e gorduras (colesterol), escrever artigo the daily habit, relaxar visão noite.

Hábitos ★★★ (executei sempre com exceção de quatro ou mais dias na semana): nada a observar.

Esta semana foi registada uma grande melhoria em relação aos hábitos da semana anterior:

1) Todos os hábitos acompanhados foram de quatro ou cinco estrelas, não havendo nada a apontar com três estrelas.

2) Há mais de dois anos que não praticava yoga sessão completa, sinal de que o exercício deste artigo está a produzir efeitos.

3) A medição do colesterol na sexta-feira foi inferior a 200, pelo que a atenção de evitar fritos e gorduras foi essencial (partindo da assunção de que a ingestão de fritos e gorduras são responsáveis pelo colesterol elevado).

4) Esta semana foi marcada pelo regresso ao investimento com uma conta real numa corretora da bolsa de valores. Foi cumprido o objetivo semanal em direção à independência financeira: Muitos parabéns!!

Na próxima semana vou introduzir o hábito do mindfulness na lista, que de acordo com um artigo publicado no site da Médis significa:

“O conceito deriva da antiga meditação budista. Tem como filosofia viver plenamente cada momento presente de forma consciente e sem qualquer autojulgamento. Tal permite uma relação mais saudável com o que está a acontecer nas nossas vidas, com intenção e propósito.”

Termina assim a revisão da lista de hábitos diários, regressando a esta rubrica na próxima semana.

Também Existe Bondade Neste Mundo (Não Esquecer)

O pensamento económico evoluiu por várias fases ao longo da história, sendo Adam Smith considerado o pai da economia moderna, com a sua teoria de que o homem age em função do seu interesse próprio, e que uma “mão invisível” estabelece o equilíbrio da sociedade.

Este interesse próprio é refletido em várias obras de escritores contemporâneos, como a lei do Narcisismo em As Leis da Natureza Humana de Robert Greene.

Embora o narcisismo guie o comportamento das pessoas na sua generalidade, querendo promover o seu bem e dos seus familiares, é importante notar que existem exceções, especialmente fora de um ambiente competitivo.

Esquecer as exceções pode tornar-nos frios e insensíveis com as necessidades dos outros, recordando que também existem ações altruístas, de pessoas que querem praticar o bem.

Recentemente tive uma experiência excecional desta natureza. Estava no cinema, e quando a sessão acabou, outra pessoa que não conhecia de lado nenhum dirigiu-se a mim. Apontou que tinha esquecido a minha caixa com os óculos graduados dentro em cima do banco do cinema. Esta simples iniciativa poupou-me 500 € e o enorme inconveniente de ter de ir novamente ao optometrista.

Este altruísmo é mais difícil de encontrar em ambientes competitivos, mas não devemos ficar completamente cegos ao ponto de ignorar as boas ações.

200 Palavras

Nos próximos artigos vou lançar o desafio pessoal de publicar textos com 200 palavras com os conteúdos habituais de produtividade pessoal, abrangendo temáticas de gestão do tempo, hábitos, finanças pessoais e sucesso.

Normalmente escrevo artigos mais longos. Como pretendo continuar com o hábito diário da escrita, é preferível manter a consistência diária de publicação, mesmo com artigos mais pequenos, do que falhar um dia ou outro.

Depois de vários meses em ambiente de simulação na bolsa de valores (isto é, a fazer trading de ações a "feijões”), e com os primeiros resultados positivos consistentes, esta semana dei início às negociações com dinheiro vivo em ações.

Isto aumentou a minha ansiedade (já sou uma pessoa nervosa por natureza), estando a ambientar-me à nova condição de investidor mais ativo. Estou no que é conhecida como a fórmula 1 do investimento na bolsa de valores, que é o day trading, comprando e vendendo ações no próprio dia.

Trata-se de um mercado muito especulativo, exigindo muita disciplina, uma boa estratégia e a psicologia apropriada. O trader que investe a curto prazo, como o day trading, é uma espécie de guerreiro “combatendo” com todos os outros traders institucionais e individuais espalhados um pouco por todo o globo.

O blogue The Daily Habit funciona como um bálsamo no meio da loucura diária a tentar descodificar e lucrar com a volatilidade dos mercados financeiros.

Lista de verificação de hábitos #4 (semana de 27 janeiro a 2 de fevereiro)

Hábitos - Checklist n.º 4

Esta é a lista de verificação de hábitos diários na semana de 27 janeiro a 2 de fevereiro. Pretende-se criar bons hábitos como escrever regularmente ou relaxar a visão, e eliminar os maus hábitos como evitar fritos e gorduras ou falar muito.

Hábitos cinco estrelas (executei sempre com exceção de um ou zero dias na semana): fazer a cama, atualizar diário da bolsa, técnica de pomodoro.

Hábitos quatro estrelas (executei sempre com exceção de dois ou três dias na semana): café colegas/família, relaxar visão manhã, escrever artigo the daily habit, praticar yoga sessão completa.

Hábitos três estrelas (executei sempre com exceção de quatro ou mais dias na semana): ouvir o dobro do que falo, relaxar visão noite.

Um dos grandes objetivos deste exercício é ter consciência dos meus hábitos, esperando melhorar os mesmos ao longo do tempo. Já por vários momentos pensei desistir desta rotina semanal e publicação deste artigo, mas de facto esta é talvez uma das melhores práticas que introduzi para melhorar a minha qualidade de vida nos últimos tempos.

Os hábitos que requerem uma maior atenção são ouvir o dobro do que falo e relaxar visão à noite. Para relaxar a visão preciso sobretudo de desconectar-me do tablet a partir das 22h00, evitando a esforço da leitura ao perto, especialmente ainda porque tenho uma grande miopia.

Outro dos calcanhares de Aquiles é falar mais do que devo, mas sinto que já melhorou, nem que seja ligeiramente desde o início desta prática, de verificação dos hábitos diários. É fundamental aprender a falar menos, característica essencial a uma maior influência, concretização de objetivos sociais, com a vantagem de ajudar a reduzir a ansiedade.

Termina assim a revisão da lista semanal de hábitos, regressando a esta rubrica na próxima semana.

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