Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

The Daily Habit

Diário de produtividade pessoal

The Daily Habit

Diário de produtividade pessoal

Manter a Calma e Racionalidade num Ambiente Hostil

Uma das leis do poder de Robert Greene é vencer pelas atitudes e não discutir, enquanto um dos princípios de Dale Carnegie é não criticar, não condenar e não se queixar.

Em retrospetiva, penso que fui bastante prejudicado na minha carreira por não obedecer a esta lei e princípio. Em vez de jogar o jogo do poder, deixo que as ações das outras pessoas “fervilharem” na minha cabeça, causando um aumento súbito da ansiedade.

O resultado é uma resposta desadequada, que embora ajude a proteger o meu ego e aliviar o stress no momento, a longo prazo é uma estratégia que se vira contra mim.

Poderei ter razão em relação às ações dos outros, que poderão não ser as mais corretas, mas a minha reação acaba por dar aos meus oponentes factos que poderão utilizar no futuro contra mim.

Aliás, esta é uma das leis do poder, agitar as águas para atrair o peixe, em que descreve que raiva e reações emocionais são contraproducentes do ponto de vista estratégicos, e que se conseguirmos irritar o inimigo sem perder a calma, adquire-se uma enorme vantagem.

Se vou seguir ou não estas leis e princípios no futuro, e se quero progredir na minha carreira profissional, não existe outra alternativa senão seguir as mesmas. Poderei por exemplo, e nos dias em que os outros “agitam as minhas águas”, deixar as decisões para o dia seguinte, onde já consigo olhar mais racionalmente para a situação em questão, evitando reações imediatas.

Mesmo que não pretenda progredir profissionalmente, é uma questão de respeito, e dos outros não abusarem das suas posições.

Quatro Semanas em Teletrabalho: Novos Hábitos de Produtividade

Parece incrível que já passaram quatro semanas desde que vim para casa em teletrabalho. Os primeiros dias custaram um pouco com a adaptação à nova realidade, mas neste momento já estou “a todo o vapor”.

Felizmente estou numa atividade, que embora afetada pela pandemia do Covid-19, não sofreu reduções drásticas como o turismo e lazer. Durante este tempo em teletrabalho, constatei uma melhoria da produtividade pessoal dos profissionais com que contacto.

Reuniões mais eficazes

Sempre reduzi ao mínimo as reuniões de trabalho, pois considero a maior perda de tempo nas organizações. A generalidade das pessoas agenda reuniões porque não consegue tomar decisões sozinha, ou por ter a sensação de que estar ocupado é o mesmo que ser produtivo.

Devido à necessidade das videoconferências, que são mais cansativas do que as reuniões presenciais, os profissionais tendem a realizar menos reuniões, e quando as realizam são mais objetivos.

Menos tempo ao telefone

O telefone é um meio útil para certos esclarecimentos ou urgências. Devido à desorganização de grande parte dos profissionais, que deixam tudo para a última da hora, estes usam e abusam do telefone, que é um meio intrusivo de interromper o outro.

A pandemia modificou o conceito de urgência do trabalho para a saúde. Afinal já não existe tanta coisa urgente, e consequentemente telefona-se menos.

Maior eficiência com o email

Com menos reuniões e telefonemas, o email é agora o meio predileto de comunicação, sendo o “rei da comunicação”. Os profissionais respondem mais prontamente aos emails enviados, e criam novos emails para verem as suas situações resolvidas.

Em termos pessoais, é o meu meio preferencial de comunicação, porque desligo as notificações e tenho horas determinadas para ler e responder a mensagens, constituindo assim um canal de comunicação não intrusivo.

Conclusão

A pandemia do Covid-19 veio trazer novos hábitos de produtividade aos profissionais, com a obrigatoriedade do teletrabalho para muitas pessoas e organizações. Se em termos gerais foi disruptivo, e condicionou a atividade de muitas organizações, por outro lado, trouxe mais produtividade no trabalho com a utilização dos meios tecnológicos de uma forma mais eficaz.

3 Aplicações Para se Recordar dos Aniversários de Familiares e Amigos Mais Próximos

Lembrar do aniversário dos nossos familiares e amigos mais próximos é um ato agradável e de atenção, tanto para aqueles que são recordados, como para nós próprios, pois acabamos por sair no nosso umbigo e focar-nos no outro, nem que seja por um instante.

No Facebook, a única notificação que tenho ativada via email, é a mensagem com o aniversário dos amigos. Acontece que nem todos os meus familiares e amigos mais próximos têm o seu aniversário na rede social. Alguns, inclusive, já não têm conta sequer.

Isto levanta um problema, de que não consigo recordar-me por iniciativa própria de todas as datas. Já há alguns anos que coloquei os aniversários dos contactos mais importantes na agenda do Android juntamente com os números de telefone. Todos os contactos sincronizam automaticamente entre os dispositivos, mas por predefinição o Android não notifica as datas do aniversário, e até recentemente não me tinha lembrado de pesquisar uma aplicação para estes lembretes.

Basicamente existem aplicações para tudo e alguma coisa. No Android tem por exemplo as aplicações Aniversários, Lembretes de aniversários e Contacts' Birthdays, mas existem outras mais, sendo uma questão de escola pessoal. Além da vantagem de ser automaticamente notificado, pode configurar ainda o lembrete para uma hora específica.

Assim, já não tem desculpa para não se lembrar dos seus. Quando um familiar ou amigo mais chegado fizer o aniversário, tem uma notificação conveniente no seu telefone, podendo fazer a tal chamada para dar um pouco de atenção ao próximo.

Desafio 48 Leis do Poder Concluído!

Esta semana conclui o desafio 48 Leis do Poder, escrevendo um artigo por dia correspondente a cada lei. Esta autêntica “maratona” foi baseada no livro de Robert Greene com o mesmo nome.

É escusado de dizer que sou fã do trabalhado deste autor, que me abriu os olhos para os bastidores do poder: como as manobras de manipulação funcionam, e como as pessoas pensam e agem para atingirem os seus objetivos pessoais, usando táticas, digamos, menos convencionais.

A principal premissa do livro é a de que cada pessoa age no seu próprio interesse, não vendo meios para atingir os fins. Aliás, esta premissa está relacionada com uma das assunções da teoria económica moderna, em que os indivíduos pensam em primeiro lugar nos seus interesses, antes de pensarem nos outros.

Enganem-se aqueles que consideram que os conhecimentos das 48 leis do poder é apenas reservada aos que querem o poder, como progredir profissionalmente numa organização ou conseguir um cargo político.

Mesmo que a ambição não seja o que mais nos move, temos de aprender a viver em sociedade, e encornar formas de nos defendermos daqueles que nos querem usar para atingir os seus fins.

A única pena que tenho é não ter tido acesso a este livro de Greene mais cedo. A primeira publicação do livro 48 Leis do Poder foi em 1998. Mas como dizem: mais vale tarde que nunca!