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The Daily Habit

Diário de produtividade pessoal

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Oh Não! Objetivos 2020 Outra Vez (Parte 2)

Mão a escrever em caderno

No último artigo escrevi sobre a revisão dos objetivos anuais que executo trimestralmente. Para acomodar alterações das circunstâncias invitáveis da vida, alguns dos objetivos têm de ser adaptados, outros eliminados, e eventualmente alguns novos acrescentados.

Depois da execução do mapa mental com a revisão das ideias principais para os objetivos de 2020 é altura de validar os mesmos com a fórmula SMART e a razão por detrás de cada um (saber o porquê).

Os objetivos estão divididos em sete áreas: pessoal, social, trabalho, dinheiro, saúde, casa e espiritual. Algumas destas áreas estão em plena execução, pelo que que não precisam de ser validados. Por exemplo, as áreas pessoal, social, dinheiro, casa e espiritual estão em andamento, precisando apenas de continuar o bom trabalho.

Os objetivos que precisam de validação são nas áreas do trabalho e a saúde.

Área do trabalho

Ideias: Leis do Poder, Greene

Porquê: Ser respeitado no trabalho, evitar manipulações prejudiciais, e zelar pela tranquilidade laboral entre chefias e colegas.

Objetivo SMART: Ler e escrever sobre o trabalho de Robert Greene e Dale Carnegie nas temáticas do poder e influência, publicando um artigo por semana no The Daily Habit com a apresentação de um caso prático no meu trabalho.

Área da saúde

Ideias: relaxamento, visão

Porquê: Tenho uma miopia elevada e passo muitas horas a trabalhar e a ler em aparelhos eletrónicos, inclusive à noite antes de me deitar.

Objetivo SMART: Não utilizar aparelhos eletrónicos de leitura e trabalho aos sábados e à noite a partir das 22h.

Ideias: relaxamento, mindfulness

Porquê: Tenho o mau hábito de comer depressa, não ouvir os outros antes de falar e viver numa ansiedade permanente.

Objetivo SMART: Observar os sentidos corporais quando como. Observar a respiração quando comunico. Observar a rua, o movimento e o tempo quando caminho de e para o trabalho.

Ideias: alimentação, vegetariano

Porquê: Além de adorar comida vegetariana, sinto-me mais leve e mais confortável para trabalhar e na atividade física.

Objetivo SMART: Cozinhar duas receitas vegetarianas por semana à terça-feira e á quinta-feira ou sábado.

Conclusão

Neste exemplo todos os objetivos foram validados pelo porquê e fórmula SMART, com a descrição do motivo por detrás de cada objetivo ou escrevendo cada objetivo de acordo com a fórmula SMART. No caso de não ser possível validar, teriam de ser adaptados ou eliminados. Este processo é entendido como a revisão de objetivos.

Oh Não! Objetivos 2020 Outra Vez

Mapa mental revisão objetivos 2020

Será que alguém ainda pensa nos objetivos de 2020? Será que devido ao Covid-19 as pessoas ainda traçam metas para 2020?

Menos de 1% das pessoas ainda mantêm os objetivos de 2020

Pois bem, a dura realidade, é que possivelmente 1% ou menos das pessoas ainda têm objetivos por esta altura. Muitas delas nunca os definiram e as que os definiram foram desistindo pelo caminho.

O que a maioria desconhece é que não tem de esperar pelo novo ano para definir novos objetivos. Pode retomar agora mesmo o processo, acrescentando novos objetivos, eliminando os que já não são úteis e modificando ou adaptando outros.

Uso de mapas mentais para a definição de objetivos

Partilhei em artigo anterior o uso de mapas mentais para apoio na definição e revisão de objetivos. Esta ferramenta foi desenvolvida originalmente por Tony Buzan e é muito simples. Inicia-se com uma ideia central, que pode ser uma palavra, um número ou símbolo. Depois traçam-se linhas a partir desta ideia que vão ligar a outras ideias secundárias e assim por diante.

Para facilitar o processo criativo deve-se utilizar sempre que possível, apenas uma palavra nos subtópicos, que segundo Buzan facilita a ligação entre novas ideias no cérebro.

Na imagem encontra-se um exemplo de um mapa mental com os meus objetivos para 2020 revistos. Faço este processo quatro vezes por ano no final de cada trimestre. Começo em dezembro do ano anterior, e depois em março, junho e setembro revejo os meus objetivos para os manter relevantes e atuais.

Aplicar a fórmula SMART e saber o "porquê"

O trabalho não acaba por aqui, e o que vem de seguida é muito importante. Depois do primeiro rascunho do mapa mental, é preciso escrever numa folha em separado cada objetivo de acordo com a fórmula SMART e perguntar o porquê por detrás de cada um.

Senão for possível escrever um objetivo que seja específico, mensurável, atingível, relevante e temporal bem como ter uma razão para a sua existência, o objetivo terá de ser eliminado ou adaptado. É uma espécie de prova dos nove da realidade.

Espero ter conseguido inspirar de alguma forma o leitor a leitora a retomar o processo de criação de objetivos. Se ainda não traçou quaisquer objetivos para 2020, ainda está a tempo de o fazer. Deve-se entender a definição de objetivos sempre como um processo inacabado e de melhoria contínua à medida que o futuro nos vai dando novas pistas sobre qual o próximo passo.

Perfecionismo Bom e Perfecionismo Mau

Quando se fala em perfecionismo, muitas pessoas associam esta característica pessoal a algo negativo. Frases como “não sejas tão perfecionista” ou “deixa-te de perfecionismos” fazem parte do nosso dia-a-dia.

Este tipo de pensamento é típico de uma visão do mundo com uma lente de branco ou preto. Na realidade a lente é mais da cor cinzenta, e o perfecionismo pode ser considerado tanto mau como bom. Vou dar dois exemplos.

Primeiro exemplo

Imagine que quer preparar um almoço especial para a sua família. Encontra uma receita na Internet sendo que tem todos os ingredientes em casa à exceção de dois. A receita é possível de ser feita, podendo não utilizar os ingredientes em falta ou substitui-los por outros que tenha em casa.

Decide de qualquer modo que quer cumprir a receita á risca e desloca-se ao seu supermercado habitual. Neste supermercado não encontra os ingredientes que procura e visita outro supermercado. Neste apenas encontra um dos ingredientes.

Como quer fazer uma receita perfeita, vai ainda a outro supermercado, onde para sua surpresa não encontra o ingrediente em falta. Não contente ainda visita um novo supermercado onde não existe o que quer. Acaba por desistir e voltar para casa fazendo a receita com o que tem.

De que perfecionismo se trata este exemplo?

Segundo exemplo

Imagine agora que tem um potencial cliente que o colocou entre os principais candidatos a trabalhar num projeto, que se conseguir ganhar poderá fazer com que a sua firma cresça significativamente no seu mercado. Informa-se sobre quem são os seus concorrentes, analisando os seus pontos fortes e fracos, e comparando com a sua organização.

Depois procura saber quem é ou são os responsáveis dentro da firma do seu potencial cliente pela decisão da contratação.Depois de saber quem são os responsáveis, procura informar-se sobre cada um deles e os contactos que tem em comum de modo a saber mais sobre os requerimentos do processo de contratação. Com esta informação procura agendar uma reunião com os elementos decisores para saber o feedback da sua proposta em relação aos seus concorrentes e de como pode melhorá-la.

Com este novo feedback refaz a sua proposta de modo a ficar rigorosa de modo a ir de encontro às verdadeiras necessidades do seu cliente.De seguida faz um acompanhamento rigoroso para garantir que a sua proposta seja a escolhida, fazendo tudo o que for necessário.

De que perfecionismo se trata este exemplo?

Conclusão

Se respondeu no primeiro exemplo perfecionismo mau e no segundo exemplo perfecionismo bom acertou. Como vê, o perfecionismo não deve ser visto unicamente como algo mau, nem tão pouco como algo bom. A verdade é que se situa numa área cinzenta, podendo ser mau ou bom consoante o caso a que se aplica. Na próxima vez que tiver de fazer alguma coisa, decida o que é importante, e planeie o tempo de acordo.

5 Formas de Aplicar o Mindfulness na Comunicação

Se já ouviu falar ou experimentou alguma forma de meditação mindfulness, está ciente dos inúmeros benefícios que pode trazer ao praticante.

O mindfulness é conhecido como a atenção plena, e tem inúmeros benefícios incluindo uma melhor concentração, maior consciência, maior paciência e estado de tranquilidade entre outros. Estes tipos de benefícios são considerados internos e pessoais, mas alguns aspetos importantes da prática também podem afetar positivamente a nossa experiência externa, como a comunicação.

De seguida descrevo os cinco passos que pode seguir para trazer mais mindfulness ou atenção plena à sua vida comunicativa, combinando as suas palavras com o significado que deseja transmitir.

1. Ter um compromisso claro

Quando comunicamos com os outros é importante manter um compromisso claro para centrar a sua atenção na conversa. Isto é especialmente crítico quando existem diferenças de opinião ou certas vulnerabilidades.

2. Escolher as palavras com cuidado

É fácil ser apanhado no desejo de sermos ouvidos, que perdemos a vista do que realmente queremos dizer. Quando estiver claro da sua mensagem, use um grande cuidado na escolha das palavras. Mahatma Gandhi dizia "Fale apenas se for melhor que o silêncio".

3. Ouça com muita atenção

Por mais eloquentes que sejamos, a capacidade de comunicar é tão boa quanto a capacidade de ouvir. Deixe a sua atenção repousar completamente nas palavras do outro. Sempre que os pensamentos ameacem distrai-lo, volte gentilmente ao ato de ouvir e centre a sua consciência novamente no que o outro diz.

4. A conexão é o seu guia

A comunicação é muito mais do que as palavras trocadas entre duas ou mais pessoas; inclui linguagem corporal, tom vocal, ritmo e outros. Ao envolver-se no ato da comunicação, pratique a sintonia com a outra pessoa. Elimine as distrações e permita conectar-se completamente.

5. Não se esqueça de respirar

Na prática do mindfulness, a respiração é uma das ferramentas mais importantes. Ajuda a libertar os nossos pensamentos e a entrar na experiência da vida, movendo-nos da impulsividade para a intencionalidade. Quando comunica com outras pessoas, lembre-se de se conectar com a respiração e use-a como uma maneira de ajudá-lo a realizar as quatro etapas anteriores.

A comunicação eficaz é uma competência valiosa que exige esforço, intenção e muita prática. Ao expandir o mindfulness ou atenção plena da meditação interna para as conversas diárias com os outros, tornará-se um melhor comunicador e enriquecerá os seus relacionamentos pelo caminho.

Artigo adaptado de Five Simple Ways to Start Communicating More Mindfully, Psychology Today

Microsoft To-Do: Introdução e Descrição da Interface da Aplicação

Micorsoft To-Do - Interface principal de aplicação

O Microsoft To-Do é uma aplicação gratuita de gestão de tarefas que prima pela sua simplicidade e funcionalidade, sendo atualmente uma alternativa viável para aqueles que pretendam gerir melhor o tempo e aumentar a produtividade pessoal.

Neste artigo vou fazer uma introdução e descrição da interface da aplicação.

Interface principal

O meu dia (número 1) – aqui são apresentadas as tarefas selecionadas para o dia. Se clicar no símbolo da lâmpada (número 2) é mostrada uma sugestão de tarefas para executar, normalmente as tarefas com datas de conclusão para o dia ou tarefas atrasadas.

Importante (número 3)  – todas as tarefas assinaladas com estrela aparecem nesta lista.

Planeado (número 4)  – todas as tarefas com datas de conclusão encontram-se nesta lista.

Tarefas (número 5)  – todas as tarefas que não têm listas atribuídas são inseridas aqui.

Nova lista (número 6)  – clicar aqui para criar uma nova lista. Uma lista é um conjunto de tarefas, e pode atribui o nome que pretender.

Novo grupo (número 7)  – pode criar um novo grupo de listas de tarefas clicando aqui.

Adicionar uma tarefa (número 8)  – aqui são adicionadas novas tarefas às listas ativas.

Microsot To-Do: Interface das definições da aplicação

 

Interface das definições

Ao clicar no seu perfil tem acesso às definições da aplicação onde pode configurar a apresentação da mesma

Tema (número 9)  – pode escolher entre o tema claro, escuro ou do Windows.

Listas inteligentes (número 10)  – na interface principal tenho ativas duas listas inteligentes: importante e planeado, Pode selecionar outras listas como concluídas, tudo ou atribuídas a si se trabalhar em colaboração com outros no Microsoft To-Do.

Termina assim o artigo de Introdução e descrição da interface da aplicação.

Artigos relacionados

  1. A app que veio substituir o wunderlist (este artigo).
  2. Introdução e descrição da interface da aplicação.
  3. Como criar listas de tarefas que funcionem.
  4. Como atribuir datas às tarefas da forma correta.
  5. Como dividir tarefas maiores em passos mais pequenos e manejáveis.
  6. Como selecionar as tarefas a executar e começar o dia da melhor forma.
  7. Como acompanhar objetivos e hábitos com a ajuda das listas de tarefas.

Se achar este artigo útil para a sua gestão do tempo faça um comentário. Se houver interesse suficiente, continuarei esta serie de artigos dedicado à criação e gestão de listas de tarefas no Microsoft To-Do.

 

O Que o Ashtanga Yoga e o Day Trading Têm em Comum?

Praticante de yoga | Trader com computadores

Esta pergunta poderá intrigar o leitor, porque à partida nunca pensaria relacionar a prática do yoga com o investimento nos mercados financeiros ou trading.

Nas disciplinas do yoga e trading existem vários sistemas e filosofias, pelo que neste artigo desenvolvo os principais pontos quem unem o ashtanga yoga ao day trading, ambos métodos que prático.

1. O ashtanga yoga e o day trading são conhecidos como as formas mais difíceis dentro de cada especialidade

O ashtanga yoga é constituído por uma sequência de 72 posturas existentes fisicamente, ligadas entre si por movimento e coordenação da respiração, o o que requer uma grande estamina do praticante.

No day trading negoceiam-se títulos financeiros, aproveitando as flutuações diárias de preço, entrado e saído de várias posições no mesmo dia, o que implica a tomada de decisão rápida, com a gestão de emoções complexas como o medo e a ganância.

2. Praticados diariamente

O ashtanga yoga e o day trading são praticados diariamente. A única exceção é um dia de descanso semanal no caso do ashtanga (habitualmente ao sábado ou domingo) e ao fim de semana no caso do trading em que os mercados estão fechados.

3. Foco numa única sequência de posturas ou titulo

No ashtanga yoga é praticado sempre a mesma sequência de posturas todos os dias. Só quando o praticante dominar a primeira sequência de posturas passa para a seguinte. Isto poderá levar anos a acontecer ou mesmo nunca ocorrer.

Na estratégia de day trading que utilizo só negoceio uma unica ação. Isto permite conhecer o "temperamento" de cada título em profundidade, só acrescentando outro título se conseguir retirar o máximo de rentabilidade do primeiro. Como no ashtanga, isto pode lavar anos ou mesmo nunca acontecer.

O praticante só precisa de uma sequência de yoga, como o trader só precisa de uma ação para ter sucesso. O que importa é a viagem, e não o destino.

4. 1% teoria e 99% prática

O criador do método do ashtanga yoga, Shri K. Pattabhi Jois (1915-2009), dizia que o ashtanga é 1% teoria e 99% prática. Isto quer dizer por mais que tentemos ler e aprender sobre o método, nada substitui o trabalho, dedicação e experiência.

O day trading é idêntico. Existem dezenas, ou mesmo centenas de teorias e filosofias de investimento. Só quando o investidor persistir concentrando-se no desenvolvimento de uma estratégia sua e única, poderá ter sucesso.

5. Cada dia traz uma experiência diferente

O dilema do ashtanga yoga e day trading é que mesmo com uma prática fixa (a mesma sequência de posturas no ashtanga e o mesmo título no trading), nenhum dia é igual.

No ashtanga existem dias em que o praticante está mais cansado ou mais energético, não consegue focar-se por causa de um problema profissional ou pessoal, simplesmente teve um almoço em que comeu muito o que o dificulta a prática, etc.

No trading o comportamento dos mercados é errático, não existem certezas absolutas, e tudo pode ter um impacto no comportamento de um título (notícias, políticas económicas, falências, etc).

Um, dois, três, ...

Um

A vida é feita de momentos, uns felizes, outros nem tanto.

Dois

Os momentos felizes devem ser vividos com plenitude e serenidade.

Três

Os momentos menos felizes precisam de descernimento para distingir o que tem solução do que não tem.

Quatro

O que tem solução é dissecado tanto pela lógica como intuição.

Cinco

A intuição só pode ser usada se estivermos bem emocionalmente.

Seis

Emoções e sentimentos negativos devem ser colocados em perspectiva, como se tratasse de um vizinho distante.

Sete

O que não tem solução, solucionado está.

Oito

Comportamentos saudáveis e relações interpessoais de qualidade são um excelente tónico para a mente.

Nove

Naqueles que nos desequilibram é preciso cultivar uma distância emocional. Não é possível ser tudo para todos.

Dez

A meditação na vida, aceitando igualmente o bem e o mal é o último patamar da independência intelectual.

Um Mês de Junho Repleto de Atividades

Este mês está a revelar-se especialmente atarefado, com muitos compromissos e atividades assumidos, mas também existem boas notícias.

Regressei esta semana ao escritório depois de mais de dois meses em teletrabalho. Alguns projetos que tinham ficado em "banho maria" acabaram por ser retomados, ficando atualmente em mãos com o acumulado do serviço. Como nota positiva, é que um colega irá “agarrar” e continuar um grande projeto em que estava a trabalhar, libertando a minha energia para outras atividades.

Tenho também uma conferência online agendada com mais de uma dezena de palestrantes que preciso preparar durante o mês. Entre videoconferências para a gestão dos palestrantes e a preparação técnica das salas no Zoom (as reuniões online vieram para ficar e o zoom está na moda!), o trabalho está a ficar intenso. Felizmente as minhas experiência na gestão de projeto permitiu ter mais de metade dos palestrantes confirmados e a conferência está no bom caminho, o que não invalida o trabalho a realizar.

Nas finanças pessoais, e depois de 18 meses a trabalhar afincadamente numa estratégia de trading, começaram finalmente a aparecer resultados consistentes. Esta área é para continuar a desenvolver e otimizar.

Finalmente, e porque a vida não é só trabalho e dinheiro, o verão está à porta, para aproveitar a praia, retemperando energias e vitalidade. Costumo dizer que para viver num pais de sol e praias como Portugal ou outro país com bom clima, tem de se pagar esta regalia sobre a forma de ordenados baixos. É uma espécie de imposto natural sobre o bom tempo coletado na fonte.

Transforme-se no Seu Próprio Coach

Esta semana vou dar uma apresentação em videoconferência na Toastmasters. Numa época que abundam todo o tipo de coachs, desde do apoio à carreira, produtividade, vida, liderança, comunicação, entre outros, importa conhecer o maior coach de todos e o mais improvável: nós próprios.

Muitas vezes nos sentimos presos na carreira ou na vida, e na tentativa de melhorar determinada aspeto, torna-se mais fácil transferir a responsabilidade para os outros, muitas vezes até para o mundo, em vez de tomarmos as rédeas do nosso próprio destino.

Isto não invalida que usemos o coaching, mas para determinadas situações específicas. Nada substitui a nossa voz interior, porque as respostas fundamentais já as temos, só precisamos de chegar ao nosso interior e encontrar as respostas.

Há uns anos atrás tive problemas graves de ansiedade e depressão, e dentro das várias terapias que experimentei com sucesso (além de um bom médico nas épocas mais criticas) encontra-se a terapia cognitivo comportamental (TCC). Este tipo de terapia coloca a pessoa como a principal responsável pelo seu próprio tratamento. O terapeuta transmite os conceitos gerais e a teoria da terapia ao paciente, sendo a mesma à volta de exercícios, como o registo de pensamentos, avaliação diária do estado de humor, resolução de problemas, relaxamento e um diário.

Este último exercício, o diário, é o que ainda mantenho até hoje. Está implicitamente espalhado por alguns artigos deste blogue que inicie em 2018. Para outros assuntos mais sensíveis, e que não quero partilhar, uso um diário privado. Muitas vezes, quando estou numa espiral forte de pensamentos e emoções negativas,  escrevo uma folha solta com o que me vem à cabeça, rasgando e jogando depois a folha fora.

Muitas vezes procuramos por todo o lado à procura de respostas e esquecemos que podemos nos transformar nossos próprios coachs.

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