Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

The Daily Habit

Diário de produtividade pessoal

The Daily Habit

Diário de produtividade pessoal

Mobiliário de Escritório e Produtividade Pessoal

Recentemente decidiram na minha organização mudar o mobiliário de escritório.

A intenção foi boa, mas pecou pela falta de planeamento, pois não consultaram ninguém para a escolha do material. Infelizmente depois da minha nova secretária montada, tive uma desilusão.

A nova secretária era mais estreita que a antiga, em que ficava “atarracado” com o teclado e os dois monitores, sendo uma pessoa de estatura alta. Senti-me realmente desconfortável.

Nunca tive pensado nisto, de como a disposição do escritório influência a motivação e consequentemente a produtividade pessoal.

Mais tarde contactei os serviços de mudanças para a possibilidade de trazerem a minha velha secretária de volta. Falei com o meu superior dando os parabéns pela iniciativa, mas que não me sentia confortável. No fim, tudo se resolveu pelo melhor.

Não quero com isto parecer um “velho do Restelo” contra a mudança. Até porque possivelmente no futuro trocarei o mobiliário de escritório, tentando no entanto fazê-lo nas minhas condições, em que escolho o mesmo.

Integração da Terapia Cognitiva com a Verificação de Hábitos

Verificação de Hábitos + Terapia Cognitiva Exercício

A entrada na primavera com a chegada dos dias mais longos é muito agradável. No entanto, isto afeta o meu ciclo cardiano o que provoca alterações de humor.

Para combater esta modificação de humor tinha inicialmente previsto consultar o meu médico psiquiatra. Em vez disso, vou dar uma hipótese e retomar os exercícios de terapia cognitiva que fiz no passado com sucesso, e juntar à lista de verificação de hábitos que acompanho atualmente.

Alerto para o facto de que estados moderados a graves de perturbações de humor requererem uma consulta ao médico.

Hábitos saudáveis são uma componente da terapia comportamental, pelo que deste modo integro elementos da Terapia Cognitivo e Comportamental (TCC) num só exercício.

O exercício de terapia cognitiva é muito simples. Todos os dias de manhã avalio as minhas emoções do dia anterior bem como o melhor e pior momento do dia. Há quem faça este exercício no final do dia, mas sempre preferi fazer logo a seguir ao pequeno-almoço no dia seguinte.

Os sintomas de depressão, ansiedade e irritabilidade mascaram-se muitas vezes uns com os outros, pelo que avalio estas três emoções em conjunto graduando as mesmas de 1 a 10. A emoção da obsessão é avaliada noutra linha também de 1 a 10.

No melhor e pior momento do dia, insiro a hora da ocorrência com as observações do que estava a fazer e/ou outras notas que considero relevantes.

A lista de verificação de hábitos é a conhecida com o acompanhamento de cinco rotinas, entre os quais escrever diariamente aqui no blogue.

Reconectar com a Amabilidade de Dale Carnegie

Pessoas contentes

Desde de que li pela primeira vez as Leis do Poder de Robert Greene, a minha perspetiva sobre o mundo mudou. Trata-se sem dúvida de uma obra influente que apresenta a verdade nua e crua sobre a verdadeira natureza humana, nomeadamente os artifícios que os poderosos e não só usam para influenciar e atingir os seus objetivos.

No entanto, é um livro pesado, em que a sua utilidade prática está mais na forma como pensamos do que agimos. Isto quer dizer que devemos manter para nós próprios os conhecimentos de persuasão transmitidos nas leis do poder e nunca agir de forma prepotente.

Para equilibrar a “dureza” da mensagem de Greene, é importante seguir outros ensinamentos mais dóceis, como o que Dale Carnegie apresenta no seu trabalho intemporal de Como Fazer Amigos e Influenciar Pessoas. Se Greene é sobre como pensar, Carnegie é sobre como agir.

A obra de Carnegie é toda ela baseada na arte de ser amável, um dos cinco grandes traços da personalidade. Dicas essenciais do que podemos fazer para que os outros se sintam importantes, e desde modo conseguir influenciar mais pessoas e criar deste modo novas amizades, ou pelo menos simpatias.

O mote deverá ser: pense como Greene como um guerreiro, mas aja como Carnegie de forma amável.

O que 8 Anos de Yoga Fizeram ao meu Joelho

Ressonância magnética joelho

Depois dos primeiros sintomas de lesão, veio a ressonância magnética ao joelho que confirmou uma lesão no menisco.

O ortopedista prontamente recomendou uma cirurgia através de um procedimento médico conhecido como artroscopia. Infelizmente existem fortes interesses económicos nas cirurgias, e nem sempre é a opção recomendada para todos os casos. Importa portanto refletir.

No caso de um jogador de futebol profissional que depende da sua saúde plena para poder “trabalhar”, possívelmente teria de ser operado para regressar o mais rápido possível ao campo em plena forma.

No meu caso, que não sou atleta profissional, se houver uma alternativa de tratamento, mesmo que mais longa na recuperação, penso que será de considerar a mesma antes de avançar para uma cirurgia.

Quanto ao yoga, irei continuar a praticar o mesmo, agora com algumas adaptações e removendo posturas mais extremas que possam piorar a fratura do menisco.

Fugas de Informação

Várias placas de sinalização em jardim

Já aqui tinha escrito sobre a interferência do ego na gestão de equipas, e de como pode ser nefasta na tomada de decisão do líder com a presença de uma lente irracional que tolda o raciocino lógico.

Parece que no que toca a pessoas, não existe tal coisa como o relacionamento interpessoal perfeito, e quando se fale em equipas de trabalho, os problemas aumentam exponencialmente.

Um desses problemas são as fugas de informação. Quando alguns dos elementos da equipa, internamente ou externamente, intencionalmente ou não intencionalmente, falam entre si sobre o projeto sem todos terem conhecimento, isto origina uma falta de transparência que mina a confiança.

Não sendo completamente possível estancar as fugas de informação, pois as pessoas irão sempre falar entre si, importa refletir sobre quais as fugas que carecem de tratamento ou resolução, avaliado em função da sua importância.

Como se pode medir a importância de uma fuga de informação? Através da avaliação de quanto nefasta pode ser na nossa reputação ou na concretização dos nossos objetivos.

Se vamos estancar uma fuga para massajar o ego ou para resolver determinado problema, deverá dar a resposta pretendida.

O Mito da Comunicação Assertiva

Muito se fala da comunicação assertiva como o estilo predileto ou desejado de relacionamento interpessoal dentro das organizações e não só.

O portal Small Talk define a comunicação assertiva como aquela “exige que o profissional vá direto ao ponto, sem rodeios. Chegando ao conteúdo central de forma objetiva.”

Diz ainda que “a utilização de uma comunicação assertiva também é a principal arma que uma empresa tem à disposição, para remediar conflitos, corrigir problemas e motivar equipes.”

Se pesquisarmos noutros sites, as definições e utilizações do falar assertivo, são todas mais ou menos semelhantes às de cima.

Na minha opinião, a comunicação assertiva tem o seu lugar, mas deve ser a exceção e não a regra. Ao comunicarmos diretamente o que pensamos, e principalmente num conflito ou resolução de problemas, mesmo que tenhamos razão, podemos ferir suscetibilidades e ideias preconcebidas, e quem sabe até arranjar um inimigo.

É sempre melhor comunicar as nossas ideias indiretamente, colocando as nossas vontades sem que os outros se apercebam, evitando deste modo qualquer agravamento da situação ou ressentimento futuro.

O papel da antiguidade de “cortesão”, mas ainda bem presente nos dias de hoje nas nossas organizações, é a melhor arma que o profissional tem ao seu dispor para prosperar e subir numa estrutura hierárquica, passando ao lado dos conflitos e fazendo de conta que não existem problemas, que está tudo bem.

Deixe a comunicação assertiva para os outros, não comunique diretamente as suas ideias nem seja o portador de más notícias, e verá que a sua vida será muito mais fácil.

Aplicação de Hábitos: Nova Tentativa

20210302_165646808_iOS

Será que se justifica a utilização de novas tecnologias em qualquer situação?

Por exemplo, tenho atualmente as minhas de listas de tarefas na aplicação Tick Tick, e devo dizer que neste caso é bastante útil, pois faço gestão de projeto e estou continuamente a aguardar informação ou elementos de terceiros. Ter uma funcionalidade automática que me lembre das datas é bastante conveniente.

E no caso de hábitos? Será que uma aplicação irá ajudar-me no cumprimento das minhas rotinas? Anteriormente tinha experimentado a aplicação de hábitos Loop no android, mas não tive sucesso, tendo desistido logo passado poucos dias.

Será que o problema está na aplicação? O Tick Tick tem uma funcionalidade de acompanhamento de hábitos, permitindo seguir até cinco rotinas na versão gratuita.

Como um bom cientista, que testa as suas hipóteses num modelo prático, irei testar se esta nova ferramenta irá ou não ajudar.me a manter as minhas rotinas.

Para isso criei uma lista de cinco atividades que pretendo acompanhar diariamente (ver imagem).

  1. Escrever no The Daily Habit (este blogue).
  2. Comunicar 80/20 (ouvir 80% e falar 20% do tempo).
  3. Caminhar no exterior.
  4. Praticar yoga.
  5. Não ler à noite e relaxar.

Uma das modificações que fiz em relação à lista anterior, foi eliminar hábitos semanais ou erráticos, de forma a simplificar o acompanhamento. Apenas têm lugar nesta lista atividades diárias. Não quero dizer com isto que não tenha outras rotinas, apenas não as acompanharei digitalmente.

Daqui a uns dias saberei se a nova aplicação está a resultar ou não, e se a hipótese do bom cientista é verdadeira.

Adaptação Psiquiátrica

Nos últimos anos, e depois de vários esgotamentos, tenho tomado medicação regular para estabilização emocional e principalmente para regular o sono.

Sempre que vou a um médico de clínica geral, me aconselham a deixar o medicamento de estabilização, nomeadamente o anti depressivo. Esta ideia é tentadora, porque é difícil admitir que temos um problema, e tomar medicação psiquiátrica é prova disso.

O facto é que mesmo na comunidade médica existe descriminação e desvalorização dos que têm desequilíbrios mentais, exceto os profissionais mais ligamos a esta área como os psiquiatras ou outros profissionais da saúde mais atentos.

Se muitos médicos não reconhecem os problemas de humor extremo, não é de estranhar que a sociedade veja este tipo de situação como fraqueza, até mesmo como de inadequação.

No fim cabe a cada um decidir cuidar da sua saúde mental, de preferência sem mais ninguém saber, exceto os familiares mais próximos. Muitas vezes a única solução é tomar medicação, pois as vantagens ultrapassam claramente às desvantagens. Outras vezes nem por isso, em que a medicação não é necessária ou apenas tem carácter provisório.

Reconhecer que se tem um problema é a primeira etapa. A segunda é consultar um profissional de saúde competente.

Mais sobre mim

Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Arquivo

  1. 2021
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2020
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2019
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2018
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
Em destaque no SAPO Blogs
pub