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The Daily Habit

Diário de produtividade pessoal

The Daily Habit

Diário de produtividade pessoal

Continuar a Desenvolver os Objetivos de 2020: Porque o Ano não Parou

Esta é uma semana dedicada ao blogging, escrevendo sobre pensamentos de produtividade pessoal relacionados com os meus objetivos para 2020.

Organizar uma conferência virtual

No próximo mês vou organizar uma conferência virtual da Toastmasters com a presença de muitos membros a nível nacional. Já tinha desistido deste projeto, por causa da tarefa herculana que é preparar um evento desta natureza.O evento estava previsto ser realizado presencialmente, e tratar do espaço era a maior dor de cabeça. Com o Covid-19 uma ameaça transformou-se em oportunidade. Com a conferência a ser realizada virtualmente, a barreira física desapareceu, com a tecnologia de videoconferência a dar uma grande ajuda.

A nova realidade do teletrabalho

Trabalho numa grande organização, estando como muitos outros portugueses em teletrabalho em casa. A vantagem é que existe uma maior conciliação entre a vida pessoal e profissional estando completamente ambientado à nova realidade. A desvantagem é que estou mais isolado, tendo de me defender de “alguns ataques” de superiores. Com o estudo em profundidade das leis do poder e influência tenho conseguido proteger-me e até prosperar neste novo ambiente.

Investir na bolsa de valores

Um dos grandes objetivos de 2020 é continuar a desenvolver a estratégia de investimento na bolsa de valores, que já tinha iniciado em 2019. Todos os dias dedico tempo a esta atividade e estou completamente envolvido nos mercados financeiros, estudando e praticando a negociação nos mercados financeiros. Tenho um estilo de trading muito ativo, abrindo e fechando posições de ações no mesmo dia. É uma atividade de elevado risco com oportunidades ilimitadas, destinada a quem quer levar a rentabilização do seu dinheiro ao extremo.

Criar listas de tarefas

Tenho uma paixão por criar listas de tarefas, sendo que já uso as mesmas à vários anos. A listas de tarefas foi a ferramenta que me permitiu aumentar exponencialmente a minha produtividade tendo inclusive permitido concluir com sucesso uma tese de mestrado e manter todas as outras atividades em equilíbrio. Possivelmente irei criar um blogue prático dedicado exclusivamente à técnica e métodos para a execução destas listas de tarefas, demonstrando como alguém interessado poderá obter a mesma produtividade pessoal que eu.

O ano de 2020 está a ser diferente do habitual, mas nem por isso menos produtivo. Tenho a sorte de manter o meu emprego e estar numa área em que a produção de trabalho continua. Tenho vários objetivos que estou a desenvolver em 2020, sendo que no artigo de amanhã irei abordar os objetivos de carreira, especificando metas realizáveis.

Quatro Semanas em Teletrabalho: Novos Hábitos de Produtividade

Parece incrível que já passaram quatro semanas desde que vim para casa em teletrabalho. Os primeiros dias custaram um pouco com a adaptação à nova realidade, mas neste momento já estou “a todo o vapor”.

Felizmente estou numa atividade, que embora afetada pela pandemia do Covid-19, não sofreu reduções drásticas como o turismo e lazer. Durante este tempo em teletrabalho, constatei uma melhoria da produtividade pessoal dos profissionais com que contacto.

Reuniões mais eficazes

Sempre reduzi ao mínimo as reuniões de trabalho, pois considero a maior perda de tempo nas organizações. A generalidade das pessoas agenda reuniões porque não consegue tomar decisões sozinha, ou por ter a sensação de que estar ocupado é o mesmo que ser produtivo.

Devido à necessidade das videoconferências, que são mais cansativas do que as reuniões presenciais, os profissionais tendem a realizar menos reuniões, e quando as realizam são mais objetivos.

Menos tempo ao telefone

O telefone é um meio útil para certos esclarecimentos ou urgências. Devido à desorganização de grande parte dos profissionais, que deixam tudo para a última da hora, estes usam e abusam do telefone, que é um meio intrusivo de interromper o outro.

A pandemia modificou o conceito de urgência do trabalho para a saúde. Afinal já não existe tanta coisa urgente, e consequentemente telefona-se menos.

Maior eficiência com o email

Com menos reuniões e telefonemas, o email é agora o meio predileto de comunicação, sendo o “rei da comunicação”. Os profissionais respondem mais prontamente aos emails enviados, e criam novos emails para verem as suas situações resolvidas.

Em termos pessoais, é o meu meio preferencial de comunicação, porque desligo as notificações e tenho horas determinadas para ler e responder a mensagens, constituindo assim um canal de comunicação não intrusivo.

Conclusão

A pandemia do Covid-19 veio trazer novos hábitos de produtividade aos profissionais, com a obrigatoriedade do teletrabalho para muitas pessoas e organizações. Se em termos gerais foi disruptivo, e condicionou a atividade de muitas organizações, por outro lado, trouxe mais produtividade no trabalho com a utilização dos meios tecnológicos de uma forma mais eficaz.

Objetivos 2020: Revisão Trimestral

Objetivos 2020: Mapa Mental Revisão Trimestral

No início de 2020 tracei os meus objetivos anuais com a ajuda de um mapa mental. Neste artigo irei fazer uma revisão do mapa: modificando, acrescentando ou mesmo eliminando alguns objetivos, de forma a ter uma atualização dos objetivos em função das prioridades atuais. O exemplo da pandemia do Covid-19 é um bom exemplo de como as circunstâncias mudam, sendo necessário adaptar-nos a realidade atual na definição dos nos nossos objetivos pessoais.

As áreas de desenvolvimento, ou categorias de objetivos: pessoal, social, trabalho, dinheiro, saúde, casa e espiritual, por outro lado, mantêm-se as mesmas.

Existem dois erros que levam a que grande parte das pessoas a não manterem as suas resoluções ou objetivos de ano novo.

1.º Erro: Não rever regularmente os objetivos

O primeiro erro que a maioria das pessoas comete é não rever os seus objetivos de uma forma regular. A solução passa por agendar no calendário vários momentos ao longo do ano para esta tarefa. Eu, por exemplo, tenho agendado fazer uma revisão e atualização dos meus objetivos trimestralmente, como estou a fazer agora. Desta forma, já sei que no final de Março, Junho, Setembro e Dezembro de 2020 tenho de dedicar tempo à tarefa de revisão dos objetivos. Utilizo a aplicação gratuita XMind para a criação de mapas mentais.

2.º Erro: Não criar listas de tarefas

O segundo erro que a maioria das pessoas comete, é depois de reverem e atualizarem os seus objetivos, não criam projetos e tarefas que permitam a organização e a concretização dos mesmos. A utilização de um programa para a gestão de listas de tarefas é uma excelente opção para evitar este erro. Uso a aplicação Nirvana para organizar as minhas listas de tarefas, que foi desenvolvida de acordo com o método de gestão do tempo GTD. Esta aplicação é paga para tirar partido de grande parte das funcionalidades, mas existem outras alternativas gratuitas ou freemium como é o caso da Microsoft To DoTick Tick ou Todoist.

Dicas para a criação de objetivos, projetos e tarefas

  • Os objetivos em cada área ou categoria, são escritos seguindo a fórmula SMART (específico, mensurável, atingível, relevante e temporal), que é universalmente aceite pelos maiores especialistas em produtividade pessoal e gestão do tempo. Não vale a pena complicar mais neste aspeto.
  • Uma forma de validar um objetivo, uma espécie de “prova dos nove”, é perguntar o porquê, ou qual a razão da existência do objetivo. A resposta dará ou não o propósito de validação, a motivação por detrás de cada objetivo.
  • Um projeto é um conjunto de várias tarefas relacionadas, e a descrição do mesmo deve responder à seguinte pergunta: Como é que consigo medir o sucesso deste projeto?
  • Uma tarefa é definida por uma ação específica, não devendo haver dúvidas quanto ao que fazer.

Conclusão

Muitas pessoas estabelecem resoluções de ano novo, mas infelizmente grande parte delas desiste pelo caminho. O fracasso na prossecução dos objetivos tem origem em dois erros: não rever os objetivos regularmente e não criar listas de tarefas. Como em qualquer atividade que vale a pena na vida, a definição e revisão de objetivos exige experiência e aprender com os erros, sem nunca desistir pelo caminho.

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Estado de Emergência Dia 1: Todos Em Casa

Depois de decretado o estado de emergência nacional, os serviços não essenciais da minha organização foram todos para casa em teletrabalho. Eu já estava a trabalhar a partir de casa no regime de rotatividade, mas agora é oficial: todos estão em casa com exceção daqueles cujas funções no terreno são fundamentais, e que devemos louvar por fazer o seu trabalho nestas condições.

Na minha rotina pouco mudou, pois levanto-me à mesma hora, visto-me como se fosse para o emprego, e começo a trabalhar no meu computador como habitual. Como já evitava fazer reuniões ao máximo, por causa da diminuição de produtividade, a questão de não ter reuniões presenciais até é uma bênção (dificuldade transformada em oportunidade!). Imagino que exista muita gente em pânico, pois não sabe fazer outra coisa que não reuniões.

Em relação à necessidade de exercício físico, já há muitos anos que pratico yoga em casa, e neste aspeto não mudou rigorosamente nada. Continuo ao final da tarde a estender o tapete numa divisão da casa e começar a prática. Sabe tão bem, é como fazer uma espécie de restart ao final do dia.

Talvez a minha facilidade de adaptação a esta nova rotina prenda-se com o facto de ser um indivíduo com uma personalidade maioritariamente introvertida, que ganha energia estando concentrada nas minhas ideias, ao contrário de um extrovertido que ganha a sua energia socializando com outros.

Não sei quanto tempo o estado de emergência irá permanecer, mas não existe altura melhor para fazer uma reflexão, e aproveitar o tempo para encontrar formas de ser mais produtivo.

Chegou a Altura de Reduzir a Minha Atividade na Toastmasters

As circunstâncias atualmente mudaram e nos próximos meses vou reduzir a minha atividade na Toastmasters. Esta organização providencia um local para treinar o discurso público através de sessões semanais onde não existem formadores. Os membros aprendem "fazendo" avaliando-se mutuamente de acordo com padrões pré-definidos como a organização do discurso ou a variedade vocal.

O principal motivo que me levou a aderir a um clube Toastmasters foi poder treinar a minha oratória, pois não tinha a coragem para enfrentar uma audiência. Cheguei a um ponto em que consegui falar para uma plateia de mais de 100 pessoas, o que era inimaginável até então.

Este ano tinha previsto organizar um grande evento a nível nacional dentro desta organização, para cumprir determinados objetivos e chegar ao patamar máximo de reconhecimento. Acontece que atualmente os meus objetivos pessoais não estão alinhados com os da Toastmasters, pelo que deixo cair este projeto, pelo menos neste momento.

Vou começar a ir menos às sessões do meu clube, o mínimo para manter o contacto com outros membros, muitos dos quais formei uma amizade.

Não vou desistir da Toastmasters, apenas reestruturar a gestão do tempo em função das minhas prioridades atuais. A qualquer momento, e se o justificar, regresso mais ativamente às suas atividades.

Objetivos 2020

Mapa mental objetivos - Pré-visualiação

No artigo A Definição de Objetivos Anuais Segundo o Autor Graham Allcott, foi apresentada uma das metodologias clássicas para a definição de objetivos, dividindo-se estes por áreas. Neste artigo apresento os meus objetivos para 2020 com o recurso a um mapa mental.

Este mapa não é estanque, sendo revisto sempre que necessário através da modificação, eliminação ou adição de novos objetivos. A sua definição segue a fórmula SMART.

De observar que muitos destes objetivos produzem hábitos. Os hábitos diários são acompanhados na minha lista diária de verificação de hábitos. Os hábitos semanais, mensais ou trimestrais são acompanhados na minha aplicação de gestão de tarefas Nirvana. Os restantes objetivos que não produzem hábitos são transferidos para projetos também na mesma aplicação.

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A Definição de Objetivos Anuais Segundo o Autor Graham Allcott

Um dos livros que mais contribuiu para a melhoria da minha produtividade pessoal foi Productivity Ninja de Graham Allcott. Aliás, revolucionou toda a minha eficiência, por apresentar um sistema claro que permitiu organizar as minhas tarefas e projetos. A filosofia do livro é baseada em grande medida na metodologia Getting Things Done de David Allen. Mas onde Allen é mais genérico e concetual, Allcott é mais específico e prático.

No entanto em ambos os livros, a questão da definição de objetivos não é esclarecida. Ontem tive a oportunidade de ver o vídeo Productivity Ninja Tips: How to Not Suck at Your New Year's Resolutions de Allcott, onde o autor dá a sua perspetiva sobre a definição de metas anuais, e que me despertou o interesse.

Neste vídeo, a metodologia é bastante clássica, com a recomendação na definição de um ou dois objetivos anuais em cada uma das seguintes áreas:

  • Pessoal
  • Social
  • Trabalho
  • Dinheiro
  • Saúde
  • Espiritual
  • Casa

Allcott descreve que o seu processo de definição de objetivos inicia em dezembro, e durante o último mês do ano escreve as suas resoluções de ano novo com o apoio de um mapa mental. Alguns dos objetivos são mais fáceis e num dia consegue escreve-los, ao passo que outros são mais difíceis e leva alguns dias para os definir. O que pretende é ter no final do ano objetivos definidos em todas as áreas.

É possível que nem todos os objetivos sejam atingidos, recomendando uma revisão periódica dos mesmos, modificando, eliminando ou acrescentando objetivos no mapa mental.

A forma como se escreve um objetivo é uma variação da fórmula SMART, com três características em vez das habituais cinco: relevante, mensurável e realista. Allcot insiste para sermos realistas nas nossas metas, e evitar ambições desproporcionais que nos desmotivem.

Nunca é tarde para revermos as resoluções de ano novo (este processo pode levar o ano todo!), pelo que irei seguir a proposta do autor e apresentar um mapa mental com os meus objetivos de 2020 num futuro artigo.

Como as Formações Profissionais podem ser Inoportunas

Pensava que as ações de formação eram só “empurradas” aos trabalhadores no final do ano para preencher calendário, considerando a obrigatoriedade pela entidade patronal das 35 horas de formação anual.

Afinal na minha organização, os recursos humanos tomaram a resolução de ano novo em dar formação aos seus trabalhadores logo em janeiro. Não sou contra a formação, desde que sejam úteis e equilibradas com o calendário pessoal. Mas o excesso de formações, assim como o excesso de reuniões, são grandes inimigos da produtividade.

Já tinha recebido na minha caixa de correio eletrónica vários emails a convocar-me para determinada ação de formação a realizar este mês. Trata-se de uma espécie de palestra com caráter informativo e até de propaganda da organização, e não tinha manifestado interesse em participar.

Uma colega dos recursos resolveu contactar-me, já possivelmente tendo falado com outros colegas também, com o intuito de “recrutar as turmas” e assim encher as salas de aula para fazer um brilharete a quem lá sabe.

Expliquei gentilmente que o ano passado já tinha mais dos que as horas obrigatórias de formação, e que neste momento estava a concluir um projeto importante com data limite de entrega, sendo difícil frequentar a ação de formação e cumprir as minhas obrigações na organização ao mesmo tempo.

A colega resolveu insistir à semelhança de alguns maus vendedores, à espera que com o desgaste me conseguisse vergar, mas mantive a minha postura. Saber gerir o tempo é uma das minhas prioridades, e não cedo a pressões deste tipo.

Neste momento quero dedicar as horas do trabalho aos projetos da organização, só prevendo frequentar alguma ação de formação no segundo semestre do ano.

É Cotovia ou Coruja? A Importância da Gestão da Energia na Produtividade Pessoal

Mulher a praticar meditação e yoga pela manhã ao ar livre

Hoje tentei levantar-me mais cedo que o habitual para fazer yoga logo de manhã, antes de ir para o trabalho.

Devo dizer que falhei redondamente na tentativa. Novamente, porque já por várias vezes no passado tinha tentado esta rotina matinal.

Tenho uma prática regular de yoga de seis dias por semana ao final da tarde, e queria transferir a mesma para o início da manhã. Pretendia libertar mais espaço no calendário para outras tarefas ao final do dia, e lidar com os imprevistos que surgem por vezes durante o dia.

Desde sempre que me lembro de ter dificuldades em acordar cedo de manhã, nunca levantando-me ao primeiro toque do despertador. Provavelmente o meu ciclo ou ritmo cardiano, que regula o relógio biológico, não foi “desenhado” para despertar tão cedo.

Daniel Pink, no seu livro Quando, e baseado em estudos científicos, define dois extremos quanto ao relógio biológico de cada pessoa:

#1 A cotovia, que gosta de despertar cedo, e tem mais energia no início da manhã.

#2 A coruja, que gosta de acordar tarde, e tem mais energia ao final do dia.

Pink menciona que a maior parte das pessoas não são puramente cotovias ou corujas, e situam-se algures no meio.

Como é que este conhecimento o pode ajudar?

Escolhendo o tipo de atividades em função da energia ao longo do dia. As atividades que exigem uma maior atenção, devem ser executadas no período de maior energia, deixando as atividades mais leves ou que exigem menor concentração, para o período em que estamos mais cansados.

A gestão do tempo tem vindo caminhar muito neste sentido, com o foco na gestão da energia para uma maior produtividade pessoal.

Desintoxicação Digital

Esta semana fiz o primeiro dia em meses ou anos de desintoxicação digital, em que não utilizei smartphones, tablets ou computadores (tudo o que envolvesse teclar). Devo confessar que foi estranha esta privação no início, e senti falta de alguma coisa, mas os benefícios retirados da experiência foram muito positivos.

#1 Sair das rotinas habituais

Em primeiro lugar, removi-me das rotinas habituais, que consistiam em ligar os aparelhos digitais, ler publicações online e escrever novos artigos para os meus blogues.

Estas rotinas tiveram de ser substituídas por outras (em teoria mais saudáveis). Aproveitei o modo offline para estar mais presente com a família, ligar a um amigo que já não falava há alguma tempo a dar os parabéns atrasados , e a colocar em dia as leituras dos livros em formato de papel. Já me esquecia como adoro o cheiro do papel ao desfolhar um livro.

#2 Aliviar os pensamentos ruminantes

Em segundo lugar, os meus pensamentos ruminantes tiveram oportunidade de focar a sua atenção em outras atividades, ajudando a mente a aliviar da pressão do dia-a-dia para a necessidade de estar sempre a produzir alguma coisa.

Aliás, este desviar da atenção para atividades “triviais”, é a técnica utilizada pela meditação mindfulness para aliviar sintomas de stress, com vários estudos científicos comprovando a sua eficácia para a redução de situações de ansiedade.

#3 Recuperar a energia

Em terceiro lugar, é uma oportunidade de recuperar a energia. Trabalho muito, e sou muito exigente comigo próprio, andando sempre no limiar do esgotamento.

O reverso desta exigência é que isto consome muita energia, sendo preciso recuperar, sob pena de efeitos nefastos para a saúde, como o colesterol elevado e outras complicações.

Em suma, considerando os benefícios obtidos com o dia de desintoxicação digital e reconexão ao mundo offline, esta experiência é para voltar a repetir, de preferência todas as semanas.

P.S. Na sexta-feira concluí a segunda edição do desafio escrever 30 artigos em 30 dias, conseguindo publicar neste blogue um artigo por dia ao longo de 30 dias seguidos. Este artigo corresponde ao lançamento de uma nova e terceira edição do desafio.

Como gosto de introduzir uma dinãmica diferente em cada edição, as novas condições incluem dedicar menos de uma hora para escrever cada artigo, e não publicar ao sábado (dia de desintoxicação digital).