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The Daily Habit

Diário de produtividade pessoal

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A Arte Subtil de Saber Dizer que se F*da de Mark Manson, Resumo do Livro - As Minhas Notas

A Arte Subtil de Saber Dizer que se F*da de Mark Manson

As pessoas cada vez mais desfrutam das suas riquezas materiais e dos seus confortos, e no entanto sentem-se mais pobres emocionalmente e psicologicamente. Em "A Arte Subtil de Saber Dizer que se F*da", Mark Manson descreve as suas ideias e perceções para nos ajudar a lidar com o sofrimento e fracasso, para que consigamos viver uma vida mais completa e encontrar a verdadeira felicidade.

As ideias de Manson são proferidas num estilo único, e em alguns momentos através de linguagem irreverente para passar a sua mensagem.

O livro em três frases

  • A vida é inevitavelmente preenchida por sofrimento e uma necessidade contínua de resolução de problemas, por isso devemos escolher aqueles que gostamos de resolver.
  • Os problemas que escolhemos devem estar alinhados com os nossos valores, sabendo distinguir os bons dos maus valores.
  • A cultura de excecionalidade generalizada transmitida pelos meios de comunicação social e redes sociais é uma ilusão, não havendo atalhos e sendo necessário trabalhar e aperfeiçoar continuamente até se atingir o sucesso.

Resumo do livro "A Arte Subtil de Saber Dizer que se F*da"

  • Tudo o que vale a pena na vida é conquistado pela superação da experiência negativa associada. Qualquer tentativa de escapar ao negativo, de o evitar, rejeitar ou silenciar, tem um efeito de ricochete. A negação do sofrimento é uma forma de sofrimento. A negação da luta é uma luta. A negação do fracasso é um fracasso. Esconder o que é vergonhoso é , em si mesmo, uma forma de vergonha.
  • A questão não é fugir do desagradável. A questão é descobrir o desagradável com que gostamos de lidar.
  • Grande parte das pessoas considera certos "problemas da vida" por não terem mais nada com que se preocuparem. Daí que encontrarem algo mais importante e significativo seja provavelmente a forma mais produtiva de usarem o seu tempo e energia. Porque, se não encontrarem algo significativo, dedicarão a sua preocupação a coisas frívolas e mesquinhas.
  • A maturidade é o que acontece quando uma pessoa aprende a só se preocupar com o que merece a pena.
  • Sofremos pela simples razão de que sofrer é biologicamente útil. É o agente preferido pela natureza para inspirar mudança. Estamos programados para nos tornarmos insatisfeitos com o que quer que tenhamos e satisfeitos para aquilo que não temos.
  • Tal como dar uma pancada com o dedo numa mesa nos ensina a esbarrar menos em mesas, a dor emocional da rejeição e do fracasso ensina-nos a evitar os mesmos erros no futuro.
  • A solução para um problema é apenas a criação do próximo. A felicidade resulta de resolver problemas e apenas ocorre quando descobrimos problemas que gostamos de ter e resolver.
  • O sonho é uma montanha, e é longa a caminhada para lá chegar. Quem nós somos é definido por aquilo que desejamos lutar.
  • Quanto mais profunda é a dor, mais impotentes nos sentimos perante os nosso problemas e mais adotamos a atitude de "tenho o direito" para compensar esses problemas.
  • O facto de compreendermos que nós e os nossos problemas não somos privilegiados em termos de severidade ou dor, é o primeiro e mais importante passo para os resolvermos.
  • A vaga de informação extrema em que vivemos condicionou-nos para acreditar que a excecionalidade é o novo normal, e leva-nos a sentir inseguros e desesperados porque claramente, não somos bastante bons. O facto é que somos todos bastante médios a maior maior do tempo, porque se fôssemos todos extraordinários, por definição, ninguém seria extraordinário.
  • As raras pessoas que se tornam verdadeiramente excecionais em alguma coisa não o fazem por acreditar que são excecionais. Pelo contrário, tornam-se fantásticas porque estão obcecadas pelo aperfeiçoamento, derivada de uma crença de que na verdade, não são assim tão fantásticas. Estas pessoas tornam-se grandes porque compreendem que ainda não são grandes - são medíocres, são médias - e podem ser muito melhores.
  • Os humanos escolhem muitas vezes dedicar grandes porções da sua vida a causas aparentemente inúteis ou destrutivas.
  • O auto conhecimento é como uma cebola. A primeira camada é o simples reconhecimento das nossas emoções. A segunda camada é a capacidade para perguntar por que razão sentimos determinadas emoções. A terceira e última camada são os nossos valores pessoais: Porque considero isto um fracasso/sucesso? Como estou a escolher medir-me? Por que padrão estou a julgar-me e a todos os que me rodeiam?
  • Os nossos valores determinam os critérios pelos quais nos avaliamos e todos os outros. Se quisermos mudar a forma como vemos os nosso problemas, temos de mudar aquilo que valorizamos e/ou a forma como medimos o sucesso e o fracasso.
  • Os bons valores são baseados na realidade, socialmente construtivos e controláveis. Os maus valores são supersticiosos, socialmente destrutivos e não controláveis.
  • Se está infeliz na sua situação atual é porque, provavelmente sente que em parte ela está fora do seu controlo, que há um problema que não tem capacidade para resolver, um problema que, de alguma forma, lhe foi imposto sem que o tenha escolhido.
  • Ninguém é responsável pela nossa situação, a não ser nós. Muitas pessoas podem ter culpa da nossa infelicidade, mas a única pessoa responsável somos nós.
  • As pessoas más nunca acreditam que elas são más; pelo contrário, acreditam que os outro todos é que são maus.
  • Manson conta a história do seu professor da escola primária, que dizia que se estivesse bloqueado com um problema, para não ficar a pensar nele; simplesmente deveria começar a trabalhar nele, porque mesmo que não saiba o que está a fazer, o simples ato de trabalhar no problema fará com que as ideias certas acabem por surgir.
  • Se faltar motivação para fazer uma mudança importante, deve-se fazer qualquer coisa, e usar a reação a essa ação como forma de começar a motivar.
  • Compreendemos que a maioria dos excessos na vida, não nos fazem felizes, ao afogarmo-nos neles.
  • Viajar é uma excelente ferramenta de desenvolvimento, porque nos arranca dos valores da nossa cultura e nos mostra que outras sociedades podem viver com valores completamente diferentes e, ainda assim, funcionar e não se odiar a si mesmos.
  • Quando estamos sobrecarregados de oportunidades e opções, sofremos daquilo a que os psicólogos chamam o paradoxo da escolha. Basicamente, quanto mais opções tempos disponíveis, menos satisfeitos ficamos com o que quer que escolhamos, porque temos consciência de todas as outras opções de que estamos, potencialmente, a privar-nos.
  • Paradoxalmente, o compromisso dá-nos liberdade, porque já não nos distraímos com o que não é importante e é frívolo. A rejeição de alternativas liberta-nos - rejeição do que não está alinhado com os nossos valores mais importantes, com os padrões que escolhemos, a rejeição da procura constante da vastidão sem profundidade.

Referências

Book Summary – The Subtle Art of Not Giving a F*ck: A Counterintuitive Approach to Living a Good Life

The Subtle Art of Not Giving a F*ck by Mark Manson

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