urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:thedailyhabit The Daily Habit Diário de produtividade pessoal LiveJournal / SAPO Blogs tdhabit 2020-09-28T16:25:00Z urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:thedailyhabit:71821 2020-09-28T17:25:00 Objetivos 2020: Reta Final à Vista 2020-09-28T15:31:49Z 2020-09-28T15:31:49Z <p class="sapomedia images"><img style="width: 971px; padding: 10px 10px;" title="Objetivos 2020: Revisão Trimestral n.º 4" src="https://live.staticflickr.com/65535/50394412997_531cd7a7e9_b.jpg" alt="Objetivos 2020: Revisão Trimestral n.º 4" width="971" height="439" /></p> <p>Está na altura da <a href="https://thedailyhabit.blogs.sapo.pt/oh-nao-objetivos-2020-outra-vez-66848" rel="noopener">revisão trimestral</a> dos objetivos para 2020. É a última revisão do ano, e também a última oportunidade para atingir os objetivos.</p> <p>Assim como a vitória de um ciclista é muitas vezes decidida na reta final, os três últimos meses do ano proporcionam o foco necessário para “pedalar” na velocidade máxima com a meta à vista.</p> <p>Desenvolvo os objetivos em seis áreas: social, trabalho, dinheiro, saúde, casa e espiritual. Para uma maior eficácia, no último trimestre do ano vou tentar juntar várias áreas.</p> <p>Por exemplo, como trabalho numa grande organização, posso socializar mais com os colegas e dirigentes, juntando deste modo as áreas social e trabalho. O ideal seria juntar o trabalho com o dinheiro, encontrando um emprego que providenciasse maior rendimentos. O meu emprego é mal remunerado como a maioria dos empregos em Portugal, mas tem outros benefícios indiretos, pelo que irei continuar no mesmo trabalho apostando na educação ativa na bolsa de valores.</p> <p>Assim sendo, os meus objetivos para o último trimestre de 2020 são:</p> <p><strong>Trabalho</strong>: fazer uma comunicação 80/20, escutando 80% e falando 20% do tempo (H).</p> <p><strong>Dinheiro</strong>: 1) poupar 30% dos rendimentos (H) e 2) desenvolver uma estratégia lucrativa na bolsa de valores (P).</p> <p><strong>Saúde</strong>: 1) cozinhar duas refeições vegetarianas por semana (H), 2) aplicar o mindfulness na visão e yoga (H) e 2) controlar o colesterol (P).</p> <p><strong>Casa</strong>: Arrumar e reduzir o número de “coisas” para uma casa mais minimalista (H).</p> <p><strong>Natureza</strong>. Dar um passeio junto ao mar aos fins de semana (H).</p> <p>O símbolo H ou P à frente de cada objetivo refere-se a <a href="https://thedailyhabit.blogs.sapo.pt/69879.html" rel="noopener">hábito</a> ou projeto. Um hábito é uma rotina executada periodicamente e um projeto é um conjunto de tarefas.</p> urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:thedailyhabit:71408 2020-09-27T14:40:00 Uma Casa Minimalista 2020-09-27T13:51:21Z 2020-09-27T13:52:38Z <p class="sapomedia images"><img style="width: 500px; padding: 10px 10px;" title="Sofá cor de laranja simples" src="https://live.staticflickr.com/65535/50389813727_de9de2da17.jpg" alt="Sofá cor de laranja simples" width="500" height="375" /></p> <p>Nas sociedades do capitalismo atuais, a generalidade das pessoas tem acesso a todo o tipo de bens e materiais. O resultado é colectarem “coisas” que não precisam e juntar tudo em casa.</p> <p>Para contrariar esta tendência de excessos, a que também não estou imune, este ano estabeleci como <a href="https://thedailyhabit.blogs.sapo.pt/oh-nao-objetivos-2020-outra-vez-66848" rel="noopener">objetivo</a> ter uma casa mais minimalista. É um projeto para ser desenvolvido aos fins de semana juntamente com as tarefas habituais de arrumação e limpeza.</p> <p>Este fim de semana comecei por algo simples, como arrumar o móvel da televisão. É incrível o que tinha neste pequeno móvel: livros, aparelhos electrónicos, velas, chocolates, DVDs, canetas, etc. Até uma mola de roupa encontrei no móvel, incrível!</p> <p>Os aparelhos electrónicos que já não uso vão para a reciclagem nos <a href="https://www.electrao.pt/rede-electrao/" rel="noopener">pontos eletrão</a> que existe nos principais shoppings, grande parte do livros vão para dar, as canetas de plástico para a reciclagem, as velas para a minha <a href="https://thedailyhabit.blogs.sapo.pt/conheca-o-metodo-de-yoga-que-pratico-34542" rel="noopener">prática de yoga</a> em casa. Bem os chocolates, infelizmente já não estão bons e têm de ir para o lixo, que desperdício!</p> <p>No próximo fim de semana, a tarefa é avançar para o escritório, onde a pilha de bens é enorme. O objetivo é caminhar em direção a uma casa mais minimalista, um fim de semana de cada vez!</p> <p class="marker"> </p> urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:thedailyhabit:70842 2020-09-11T14:45:00 A Independência Financeira é um Conto de Fadas 2020-09-11T13:48:52Z 2020-09-11T13:48:52Z <p class="sapomedia images"><img style="width: 500px; padding: 10px 10px;" title="Castelo medieval" src="https://live.staticflickr.com/65535/50329608453_bfcab44584.jpg" alt="Castelo medieval" width="500" height="309" /></p> <p>Quando se fala em independência financeira muitas pessoas pensam logo que significa não fazer nada, gozar a vida enquanto o dinheiro cai do céu como um conto de fadas.</p> <p>Se ganhar o Euromilhões provavelmente isto é verdade, mas para o comum dos mortais o que significa realmente ter independência financeira?</p> <p>Para efeitos práticos, defino independência financeira como a obtenção de rendimentos extra através de fontes diversas de investimento que permitam suportar o estilo de vida pretendido com o mínimo de trabalho.</p> <p>O que muitos não se apercebem é que para se chegar à independência financeira é preciso primeiro trabalhar com dedicação e a estratégia certa até se obterem resultados.</p> <h3>Atingir a independência financeira com o imobiliário</h3> <p>Comprar um imóvel para arrendar é um clássico exemplo de rendimento extra. No entanto, é preciso fazer um bom negócio para ter sucesso. É necessário ter em conta a localização e os diversos custos da compra como o financiamento, obras, impostos, condomínio, seguros, manutenção, etc., Também é preciso considerar o preço da renda a colocar no mercado e se existe procura para o imovel. No final, o balanço de cauxa tem de ser positivo.</p> <p>Como provavelmente com um único imóvel não consegue ter os rendimentos suficientes para o estilo de vida pretendido, terá de fazer outros negócios comprando varios imóveis.</p> <p>O imobiliário, é no entanto, um investimento que requer muito capital e é preciso começar o mais cedo possível para se ter hipóteses de sucesso</p> <h3>Atingir a independência financeira com a bolsa de valores</h3> <p>Outro caminho para a independência financeira é o investimento na bolsa de valores. Este tipo de investimento é conhecido pelo elevado risco, e com razão. Qualquer pessoa que coloque dinheiro nos mercados sem fazer o trabalho de casa, está condenada logo à partida, perdendo parte senão todo o dinheiro que investe. Em alguns produtos mais arrojados até pode perder mais do que aplicou.</p> <p>A bolsa de valores exige uma grande dose de educação, e sobretudo muita prática numa conta de simulação ou demonstração até se obterem resultados consistentes. Este processo pode levar anos enquanto o investidor encontra pelo menos uma estratégia que vá de encontro às suas ambições. A maioria desiste pelo caminho, ou então segue o caminho fácil “jogando" impanciantememge na bolsa e perdendo o seu dinheiro.</p> <h3>Ganhar dinheiro para investir no imobiliário e bolsa de valores</h3> <p>Tirando o Euromilhões ou a herança de uma tia esquecida, só existem dois caminhos legítimos para ganhar dinheiro: com um emprego ou negócio.</p> <p>A maioria tem o emprego como principal fonte de receita. Portugal em relação aos seus pares na União Europeia tem um ordenado médio inferior, mas mesmo assim é possível poupar por pouco que seja mantendo um estilo de vida mais frugal Outros países da língua portuguesa como o Brasil, Angola e Moçambique também tem problemas graves com rendimentos salariais baixos.</p> <p>Desenvolver ou criar um negócio para ganhar dinheiro envolve mais incerteza quando comparado com um emprego, por não ter rendimento fixo como o salário, pelo que não é para todo o tipo de pessoas. Em certos casos, é a única opção quando existe dificuldade em encontrar emprego. A vantagem é que quando um negócio corre bem, gera muito dinheiro.</p> <h3>Conclusão</h3> <p>Quem não quereria chegar à independência financeira vivendo apenas dos seus rendimentos? Muitos poucos negariam esta hipótese.</p> <p>Quem quereria dedicar o tempo e esforço necessarios pata atingir a independência financeira? Aposto que a maioria não aceitaria o sacrifico necessário.</p> <p>A chegada à independência financeiro é um caminho cheio de armadilhas e com conhecimentos escondidos que advêm da experiência. Como em qualquer projeto ambicioso tem uma série de etapas e dificuldades que ultrapassadas permitem chegar ao pote de ouro no final do arco íris.</p> <p>A independência financeira afinal não é um conto de fadas</p> urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:thedailyhabit:70205 2020-09-03T17:30:00 Incompetência Seletiva 2020-09-03T15:54:32Z 2020-09-03T15:54:32Z <p class="sapomedia images"><img style="width: 500px; padding: 10px 10px;" title="Cara de homem pensativa" src="https://live.staticflickr.com/65535/50302026272_9f18ddc2ca.jpg" alt="Cara de homem pensativa" width="500" height="375" /></p> <p>Não são os mais competentes que são promovidos ou chegam mais longe, mas sim os mais espertos e que sabem exercer as <a href="https://thedailyhabit.blogs.sapo.pt/as-48-leis-do-poder-de-robert-greene-4685" rel="noopener">leis do poder</a> e influência para atingir os seus objetivos.</p> <p>A competência acaba por ser um obstáculo na subida da escada corporativa. A solução é o que chamo de incompetência seletiva.</p> <p>As pessoas no geral têm receio da mudança, e os dirigentes das nossas organizações não são imunes a esta característica humana. Se demonstrar muita competência em determinada área técnica, muito dificilmente alguém o irá promover porque em “equipa vencedora não se mexe”.</p> <p>Ao demonstrar muita competência, os seus superiores também poderão considerar que uma promoção poderá dar-lhe mais visibilidade. Isto pode ser visto como uma ameaça, não possa alguém pensar que algum dia irá substitui-la.</p> <p>Se for muito bom naquilo que faz, as pessoas continuarão a dar-lhe mais trabalho pois sabem que irá resolver. Isto tem um efeito bola de neve, com cada vez mais serviço.</p> <p>Ao manter-se ocupado a ser o melhor tecnicamente naquilo que faz, irá perder a visão global sobre a envolvência da sua organização e também fora, não tendo acesso às melhores oportunidades profissionais que advém do contacto direto com os elementos decisores. Não conseguirá desenvolver outras atividades que podem fazer a diferença na sua carreira, como o networking e a promoção pessoal.</p> <p>A incompetência seletiva não significa que deixemos de ser competentes, até porque incorríamos no risco do despedimento. Aqui, o equilíbrio é essencial, manter as atividades essenciais para a entidade patronal não ter nada a apontar, e ao mesmo tempo não representar uma ameaça às chefias.</p> <p>Com o tempo que ganha sendo um incompetente seletivo, poderá desenvolver uma estratégia para chegar mais longe, nunca se sabe quando poderá ter sorte. Afinal existe sempre outra pessoa que poderá ocupar o seu antigo lugar fazendo igual ou melhor o seu trabalho.</p> urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:thedailyhabit:69879 2020-08-29T13:46:00 Reconectar com os Hábitos Diários 2020-08-29T13:02:26Z 2020-08-29T13:04:25Z <p class="sapomedia images"><img class="editing" style="width: 500px; padding: 10px 10px;" title="Lista de Hábitos - Agosto 2020" src="https://live.staticflickr.com/65535/50282097092_7581af9377.jpg" alt="Lista de Hábitos - Agosto 2020" width="500" height="189" /></p> <p>Está na altura de reciclar a minha lista de hábitos diários. Esta é uma ideia que encontrei inicialmente no blogue <a href="http://kevinhabits.com/category/habits-checklist/" rel="noopener">Kevin Habits</a>, e que achei bastante interessante como uma forma de criar novas rotinas.</p> <p>De referir que na lista não contam hábitos já formados, e que já estão plenamente engrenados no meu dia a dia, como é o exemplo das <a href="https://thedailyhabit.blogs.sapo.pt/encontrar-o-caminho-nas-financas-64742" rel="noopener">finanças pessoais</a> com o hábito da poupança ou da literacia financeira.</p> <p>Se no entanto algum dos hábitos descarrilar e for importante, será novamente adicionado à lista.</p> <p>Os hábitos que pretendo acompanhar são:</p> <ul> <li><strong>Acordar ao primeiro toque</strong>: porque fico na cama mais de 20 minutos depois do despertador tocar e perco tempo valioso.</li> <li><strong>Comunicação 80/20</strong>: porque quero ouvir 80% do tempo e falar apenas 20% do restante. Este hábito é inspirado no <a href="https://thedailyhabit.blogs.sapo.pt/o-principio-de-pareto-como-pode-ser-8526" rel="noopener">Princípio de Pareto</a>, ou regra 80/20, onde 80% dos resultados advêm de 20% do esforço.<a href="https://48-leis-do-poder.blogs.sapo.pt/lei-4-fale-sempre-menos-do-que-o-11611" rel="noopener"> Falar pouco</a> é também considerado um dos segredos da influência pessoal.</li> <li><strong>Caminhar de manhã e de tarde</strong>: porque é importante fazer uma pequena pausa no trabalho e exercitar o corpo.</li> <li><strong>Alimentação vegetariana</strong>: porque produz bem estar e dá energia. Embora não seja fundamentalista, o objetivo é confecionar mais refeições saudáveis.</li> <li><strong>Praticar yoga</strong>: porque quero dedicar mais tempo ao <a href="https://thedailyhabit.blogs.sapo.pt/conheca-o-metodo-de-yoga-que-pratico-34542" rel="noopener">yoga</a>, considerando que muitas vezes faço uma sessão reduzida que acaba por não ser tão eficaz.</li> <li><strong>Relaxar a visão através de exercícios dedicados</strong>: porque tenho uma miopia elevada e trabalho excessivamente ao perto.</li> <li>Finalmente, <strong>contactar alguém ou dar uma palavra a um familiar ou colega</strong>: porque quero equilibrar a minha personalidade introvertida com o lado social.</li> </ul> urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:thedailyhabit:69602 2020-08-23T10:00:00 Saber Quando Parar 2020-08-23T00:11:09Z 2020-08-23T00:11:09Z <p class="sapomedia images"><img style="width: 500px; padding: 10px 10px;" title="Cadeiras na areia junto praia" src="https://live.staticflickr.com/65535/50256080962_6e4996f9bb.jpg" alt="Cadeiras na areia junto praia" width="500" height="335" /></p> <p>Todas as atividades intensas requerem descanso. É impossível para o ser humano manter uma elevada produtividade sem parar por uns momentos de forma a recuperar energias.</p> <p>O famoso caso do banqueiro português António Horta Osório que numa posição de topo como presidente do banco Lloyds de Inglaterra quando <a href="https://expresso.pt/internacional/2018-05-01-Horta-Osorio-escreve-no-The-Guardian-sobre-a-ligacao-entre-doencas-mentais-e-produtividade" rel="noopener">assumiu em público um esgotamento</a> que o obrigou a parar, foi amplamente divulgado nos meios de comunicação social.</p> <p>Como Horta Osório, existem muitas outras figuras públicas e privadas que se viram obrigadas a “encontrar tempo” para descansar e recuperar das suas vidas agitadas.</p> <p>A forma mais óbvia é dedicar pelo menos um dia por semana para fugir das rotinas habituais como é o caso de um emprego ou trabalho intensos.</p> <p>Pessoalmente tenho o sábado para me libertar do mundo do trabalho e principalmente dos mercados financeiros no qual invisto de forma ativa na bolsa de valores. Embora os mercados estejam fechados durante o fim de semana, tem sido hábito fazer análise de títulos de ações e ler publicações financeiras em tempo de lazer.</p> <p>A vantagem do verão é que facilita o descanso, principalmente com a praia. É muito difícil estar sentado na toalha de praia a trabalhar com um portátil e mais difícil ainda mergulhar no mar com um livro ou caderno de apontamentos. Saber quando parar é uma virtude, e sempre podemos aproveitar melhor o verão para ter um repouso merecido.</p> urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:thedailyhabit:69245 2020-08-19T17:51:00 Dilemas de uma Carreira Profissional 2020-08-19T15:08:49Z 2020-08-19T15:08:49Z <p class="sapomedia images"><img style="width: 499px; padding: 10px 10px;" title="Pessoas a andar, pernas desfocado" src="https://live.staticflickr.com/65535/50244738591_2196628a10.jpg" alt="Pessoas a andar, pernas desfocado" width="499" height="347" /></p> <p>Como muitos portugueses tirei uma licenciatura na expetativa de ter um futuro melhor, tendo trabalhado sempre na mesma área profissional depois de concluir o curso. Recentemente adicionei um mestrado à minha formação, e pelo meio concluí uma pós-graduação.</p> <p>Tanto a licenciatura como o mestrado são na mesma área, enquanto a pós-graduação é mais genérica na área da gestão. Tecnicamente tenho todas as competências necessárias à execução de um excelente serviço além de ter uma experiência vasta.</p> <p>O próximo passo na minha carreira passa inevitavelmente por ser reconhecido numa função de direção num cargo perto do topo. No entanto, e sabendo disto, nunca estabeleci verdadeiramente como objetivo concorrer ou procurar ativamente um cargo deste tipo.</p> <p>Penso que um dos motivos, é o facto do meu trabalho envolver lidar com muitos indivíduos, cada um com a sua própria agenda, o que leva inevitavelmente à gestão de conflitos. Estes conflitos aliados à minha personalidade e natureza ansiosa têm historicamente causado períodos de grande cansaço/esgotamento. Subir na escada corporativa requer uma determinada aptidão e gosto por jogar com as <a href="https://thedailyhabit.blogs.sapo.pt/as-48-leis-do-poder-de-robert-greene-40545" rel="noopener">leis do poder</a>.</p> <p>Outro dos motivos é que sempre preferi desenvolver atividades paralelas, como o <a href="https://thedailyhabit.blogs.sapo.pt/conheca-o-metodo-de-yoga-que-pratico-34542" rel="noopener">yoga</a> ou o <a href="https://thedailyhabit.blogs.sapo.pt/introducao-a-bolsa-de-valores-conhecer-59221" rel="noopener">investimento na bolsa</a>, que me ocupassem o tempo e a energia em detrimento de evoluir na carreira para o qual estudei. Atividades inerentemente mais para um introvertido do que para um extrovertido.</p> <p>O que pensamos quando escolhemos um curso e a realidade da vida profissional são bem diferentes, havendo a necessidade de uma adaptação contínua se queremos manter a sanidade mental e evoluir seja em que sentido for. Isto é o dilema de uma carreira profissional.</p> urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:thedailyhabit:68977 2020-08-04T13:50:00 Persona 2020-08-04T13:00:10Z 2020-08-04T13:05:13Z <p class="sapomedia images"><img style="width: 500px; padding: 10px 10px;" title="Avatar rosto - Persona" src="https://live.staticflickr.com/65535/50187674448_80d7b23723.jpg" alt="Avatar rosto - Persona" width="500" height="500" /></p> <p>Esta semana entrei numa loja FNAC para consultar a seção dos livros, um dos meus passatempos favoritos. Infelizmente em Portugal a edição de novos livros é diminuta, e salvo algumas excepções, vejo-me a rever os mesmos livros de sempre.</p> <p>Abri e desfolhei <a href="https://www.fnac.pt/Marketing-de-Conteudo-Rafael-Rez/a5669483" rel="noopener">Marketing de Conteúdo - A Moeda do Século XXI</a> de Rafael Rez. A gestão de conteúdos é de extrema importância para quem tem um blogue e quer ser encontrado nos principais motores de busca.</p> <p>A premissa deste tipo de marketing é simples: criar conteúdos que os potenciais leitores possam estar interessados com o objetivo de desenvolver artigos, imagens e vídeos que vão de encontro às suas necessidades.</p> <p>Um dos temas centrais antes da publicação de qualquer material é o desenvolvimento de um persona, que é definido como o leitor ideal para o qual o blogger escreve. Todo o material publicado deverá ser dirigido a esta persona, para a consistência do blogue.</p> <p>Fiquei a pensar qual será a persona ou leitor ideal a que o blogue The Daily Habit se dirige, mesmo não tendo fins lucrativos, como é o caso. Tratando-se de um diário de produtividade pessoal, naturalmente o persona principal sou eu próprio, mas todos os leitores em situação idêntica podem beneficiar.</p> <p>No espírito do que muitos consideram o pai da economia moderna,<a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Adam_Smith" rel="noopener">Adam Smith</a>, afirma que ao pensarmos no nosso interesse próprio, acabamos por beneficiar a sociedade e consequentemente a economia.</p> <p>Aqui fica a descrição da persona ou leitor ideal a que este blogue é dirigido, servindo de base à seleção e publicação de todos os conteúdos.</p> <ul> <li>Trabalha ou exerce funções numa organização ou empresa.</li> <li>Ainda não atingiu o pico na carreira.</li> <li>Sabe que o sucesso numa organização vai muito mais para além de competências ou conhecimentos técnicos.</li> <li>Pretende dominar as técnicas de influência e relações interpessoais.</li> <li>Quer desenvolver técnicas de gestão do tempo para ser mais eficaz.</li> <li>Quer poupar e aprender a investir as suas pequenas poupanças de uma forma ativa.</li> <li>Tem muita atividade precisando de encontrar e cultivar momentos de lazer e pausa que promovam a recuperação de energia e melhor saúde.</li> </ul> urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:thedailyhabit:68782 2020-07-25T12:17:00 Efeito Férias 2020-07-25T11:27:12Z 2020-07-25T11:27:12Z <p>Porque será que a generalidade das pessoas trabalha mais do que o habitual nas últimas semanas antes de ir de férias?</p> <p>Eu incluo-me neste grupo de pessoas, sendo que em termos de produtividade pessoal estimo que trabalho o dobro de uma semana normal. Penso que no meu caso e de muitas outras pessoas, este efeito tem origem no sentido de responsabilidade no trabalho ao pretender não deixar pendentes antes de entrar de férias.</p> <p>Esta responsabilidade é boa por um lado, mas por outro lado pode levar a uma ansiedade excessiva e nociva para a saúde. Às vezes é bom não levar o trabalho tão a sério, fazer o que for possível mantendo a sanidade mental, e regressar de férias com energias renovadas. Como o ditado popular diz “o trabalho não foge”.</p> <p>As férias são também uma boa altura para refletir na forma como se lida com o trabalho, e no que queremos melhorar e modificar no regresso.</p> <p>Quanto a mim, já tenho algumas medidas que quero introduzir a seguir às férias: o desenvolvimento das leis do poder n.º 4 “diga o menos possível” e n.º 7 “obtenha o crédito pelo trabalho dos outros”.</p> <p>Considero a lei n.º 4 uma das mais importantes para ganhar o respeito e subir numa organização. A lei n.º 7 está relacionada com a capacidade de delegação a dependentes e a terceiros. É importante colocar os outros a trabalhar para nós, para libertar o nosso tempo e energia para outras atividades mais eficazes como a promoção pessoal, aprender a investir o dinheiro e fazermos aquilo de que mais gostamos.</p> <p>Se for de férias, lembre-se que o trabalho vai estar à sua espera e aproveite o descanso para ter umas ideias luminosas para aplicar no regresso.</p> urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:thedailyhabit:68361 2020-07-18T11:22:00 Mindfulness 2020-07-18T10:26:12Z 2020-07-18T10:26:12Z <p>Mindfulness é um conceito com origem na tradição budista, mas que tem sido aplicado num ambiente secular. A sua tradução para o português é referida em muitas publicações como atenção plena.</p> <p><a href="https://www.sbcoaching.com.br/blog/atencao-plena/" rel="noopener">Sbcoaching</a> define mindfulness como o focar no presente e ficar atento às manifestações do seu corpo e da sua mente perante a situações apresentadas.</p> <p>As situações apresentadas podem ser positivas ou negativas. Por exemplo, uma ida à praia produz sensações agradáveis e de relaxamento. O calor do sol, o contacto com a areia, o cheiro da brisa marítima, um banho refrescante são tudo sensações que produzem bem estar.</p> <p>Por outro lado, um projeto desafiante no trabalho com colegas muitos competitivos pode conduzir a dores de cabeça, músculos tensos, preocupações crónicas e outras males de uma vida stressante.</p> <p>Se estivermos atentos às nossas sensações físicas e mentais nos dois exemplos que dei já estamos a praticar mindfulness ou atenção plena.</p> <p>Mas o mindfulness também pode ser praticado de uma forma mais dedicada. Exemplo disso é a meditação sentada e o yoga. Ao estarmos atentos ao que sentimos e pensamos quando estamos sentados no chão ou fazemos uma postura de yoga, podemos verificar que cada momento é uma experiência única.</p> <p>Esta experiência é um conceito lato, mas que pode ser entendida como um espectador a visualizar um filme. Durante a sessão o espectador é sujeito ao drama e emoções que o filme produz, mas que sabe que assim o filme termina a sua vida regressa ao normal sem qualquer trauma.</p> <p>Muito tem sido escrito sobre mindfulness, e talvez por uma boa razão, com todos os benefícios que traz à saúde física e mental.</p> urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:thedailyhabit:68178 2020-07-15T17:30:00 Aplicar as Leis do Poder: Planear até ao Fim 2020-07-15T14:18:35Z 2020-07-15T14:18:35Z <p>As <a href="https://thedailyhabit.blogs.sapo.pt/as-48-leis-do-poder-de-robert-greene-40545" rel="noopener">48 Leis do Poder</a> de Robert Greene trazem importantes lições para a vida para os que não tiveram a hipótese de ter uma boa educação num mundo em que vencem os “espertos”, e não necessariamente os mais competentes ou mais capazes.</p> <p>Neste artigo quero escrever sobre a importância do planeamento na vida profissional, transposto a lei n.º 29 “planeie até ao fim”. Greene refere na sua obra que muitas das leis têm exceções, mas quanto à necessidade de planear, é perentório a dizer que não existem exceções à lei.</p> <p>Em retrospetiva, penso que um dos grandes impedimentos à minha evolução profissional, e também a de muitas outras pessoas é:</p> <p>1) Não ter um objetivo claro a atingir e;<br />2) Planear até ao fim para concretizar o objetivo.</p> <p>Um objetivo sem um plano é como um sonho. O plano é o que materializa o objetivo, com a descrição da estratégia e táticas a empregar.</p> <p>Uma das dificuldades em criar um plano no início de qualquer empreendimento, é que se está na posse de todos os dados. Um plano é, pois, algo que está em atualização regular à medida que vamos avançando e ganhando experiência e novos conhecimentos.</p> <p>O mais difícil é começar, e o primeiro plano será possivelmente diferente, senão totalmente diferente do plano final que nos levará à vitória e concretização dos nossos objetivos.</p> <p>Devemos acima de tudo fazer um esforço no início para “planear até ao fim”, desenhando um mapa de onde estamos até onde pretendemos chegar. Quem sabe o que nos reserva?</p> urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:thedailyhabit:68074 2020-07-11T14:06:00 Burnout 2020-07-11T13:09:53Z 2020-07-11T13:09:53Z <p>Esta semana atingi o pico de trabalho, que aliado às altas temperaturas do verão me levou perto do burnout.</p> <p>De acordo com a <a href="https://www.clinicadamente.com/burnout/" rel="noopener">clínica da mente</a>, o chamado síndrome de burnout é uma perturbação psicológica causada pelo stress excessivo devido a uma sobrecarga ou excesso de trabalho. A palavra Burnout vem do inglês e significa “queimar até ao fim”.</p> <p>Primeiro, no meu trabalho acompanho projetos de grande dimensão com a gestão de equipas multidisciplinares dentro e fora da minha organização. Embora considere que tenha uma vasta experiência, faço a gestão de projetos sem ter um título de direção, o que nos momentos mais difíceis causa um maior esforço para estabelecer a autoridade, e consequentemente cansaço.</p> <p>Segundo, organizei recentemente uma conferência online com dezenas de participantes fora do âmbito do meu trabalho principal, o que levou meses a preparar. Tive a meu cargo o comité da organização com toda a logística do evento incluindo a criação do programa e a seleção e contacto dos oradores convidados. As últimas semanas que antecederam o evento foram intensas com todos os preparativos inerentes.</p> <p>Terceiro, à mais de um ano que dedico o meu tempo livre ao<a href="https://thedailyhabit.blogs.sapo.pt/encontrar-o-caminho-nas-financas-64742" rel="noopener">investimento nos mercados financeiros</a>. Tudo começou com a procura por alternativas aos depósitos a prazo com taxas de juro insignificantes, em que o dinheiro no banco é inferior à taxa de inflação. O investimento evoluiu para a negociação de ações a curto prazo e depois para day trading, comprando e vendendo títulos no mesmo dia. Isto é uma atividade muito aliciante para aqueles que estão inclinados pata tal, mas também desgastante.</p> <p>Estes três pontos conduziram-me a uma grande exaustão, e deixaram-me as portas do burnout. Como já tenho uma personalidade predisposta para este tipo de problemas é preciso ter cuidado. Ser produtivo também é saber quando parar, dizer não e reduzir de velocidade.</p> urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:thedailyhabit:67782 2020-07-07T17:30:00 Aplicar as Leis do Poder - Iteração com a Chefia 2020-07-07T14:18:28Z 2020-07-07T14:21:00Z <p>Na <a href="https://thedailyhabit.blogs.sapo.pt/oh-nao-objetivos-2020-outra-vez-parte-3-67409" rel="noopener">última revisão dos meus objetivos anuais</a> ficou definido que iria escrever e publicar um artigo semanalmente aplicando um caso prático baseado nas <a href="https://thedailyhabit.blogs.sapo.pt/as-48-leis-do-poder-de-robert-greene-40545" rel="noopener">48 leis do poder de Robert Greene</a>.</p> <p>Pois bem, hoje é o dia em que inicio este hábito semanal, descrevendo uma iteração recente que tive com o meu superior.</p> <h3>A iteração com o superior</h3> <p>Esta manhã o meu chefe ligou-me a questionar um email que tinha enviado no dia anterior. Uma vez que considerava injusta a acusação, respondi nervosamente transmitindo o meu ponto de vista, quebrando a lei n.º 9 “Não discuta. Demonstre”. No meio da conversa comecei a falar que tinha muitas habilitações para a função quebrando a lei n.º 30 “Pareça com seja fácil e não se gabe”.</p> <h3>A perspetiva dos colegas</h3> <p>Mais tarde acabei por conversar com uns colegas próximos sobre este episódio. Um dos colegas transmitiu-me de que o meu superior poderia estar a utilizar um dos meus pontos fracos, com a provocação para me destabilizar, utilizando deste modo ele próprio a lei n.º 33 “Utilize a fraqueza dos outros”.</p> <p>Outro colega disse-me que como profissionalmente era difícil apontar-me alguma coisa, pelo que o meu chefe poderia estar a arranjar um motivo qualquer para apontar. Talvez com a minha performance e produtividade crie alguma inveja e mau estar superior. Isto quebra a leis n.º 46 “Não provoque a inveja” e n.º 1 “Não se sobreponha ao mestre”.</p> <p>Nesta iteração estão incluídas 5 leis do poder, 4 das quais quebrei, e outra que o meu superior possivelmente usou contra mim aproveitando-se das minhas fraquezas.</p> <h3>A dificuldade em aplicar as leis no momento</h3> <p>Torna-se muito difícil estar atendo e usar todas estas leis, especialmente no momento em que se quer uma reação rápida. No entanto estar atento a este facto é o primeiro passo. O segundo passo é desenvolver o mindfulness da comunicação que é outro dos meus objetivos, e que está relacionado com o mindfulness da respiração. Ao concentrar-me na respiração quando comunico irei provavelmente ouvir melhor e criar uma maior contenção no que digo, além de evitar reações emocionais desproporcionadas.</p> <h4>Checklist de hábitos diários</h4> <p>É tempo de conectar com a checklist de hábitos diários.</p> <p class="sapomedia images"><img style="width: 764px; padding: 10px 10px;" title="Cheklist hábitos diários" src="https://live.staticflickr.com/65535/50086316883_ef77966b42_o.png" alt="Cheklist hábitos diários" width="764" height="214" /></p> <p> </p> <p> </p> urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:thedailyhabit:67409 2020-07-01T17:04:00 Oh Não! Objetivos 2020 Outra Vez (Parte 3) 2020-07-01T16:17:26Z 2020-07-01T16:22:38Z <p>Não basta traçar os objetivos anuais no início do ano e depois esperar pelo melhor. Possivelmente o que irá acontecer será a desistência ou esquecimento dos mesmos pelo caminho. É importante manter os objetivos relevantes e atuais através de uma revisão periódica.</p> <p>Esta é a terceira e última parte da revisão trimestral dos meus objetivos para 2020, dando um exemplo pessoal, e demonstrando que é um trabalho que exige reflexão e tempo. Não seria de esperar outra coisa para almejar uma performance acima da média.</p> <h3>Um processo de três passos</h3> <p>Recomendo executar esta tarefa no final de cada trimestre, consistindo em três passos:</p> <ol> <li>Criação de um mapa mental ou lista com as ideias ou tópicos a desenvolver para o ano divido por áreas. Ler artigo <a href="https://thedailyhabit.blogs.sapo.pt/oh-nao-objetivos-2020-outra-vez-66848" rel="noopener">Oh Não! Objetivos 2020 Outra Vez (Parte 1)</a>.</li> <li>Validação dos objetivos perguntando qual a razão por detrás de cada um (porquê) e escrever os mesmos de acordo com a fórmula SMART. Ler artigo <a href="https://thedailyhabit.blogs.sapo.pt/oh-nao-objetivos-2020-outra-vez-parte-2-67102" rel="noopener">Oh Não! Objetivos 2020 Outra Vez (Parte 2)</a>.</li> <li>Criar um plano de ação através de projetos, tarefas e hábitos de suporte aos objetivos. Este ponto é fundamental e o único que tem utilidade prática, fazendo a ligação entre a estratégia e a realidade. Neste artigo vou desenvolver este último ponto.</li> </ol> <p>Um projeto é um conjunto de tarefas relacionadas com o mesmo tema, Um hábito é a mesma tarefa repetida periodicamente (diariamente, semanalmente, mensalmente, trimestralmente, etc).</p> <p>De seguida é apresentado o exemplo para as áreas da saúde e trabalho dos meus objetivos pessoais. Deverá ler os artigos anteriores para ficar com o contexto geral.</p> <h3>Área da saúde</h3> <h4>Ideias: relaxamento, visão, mindfulness</h4> <p>Hábitos:</p> <ul> <li>Não usar aparelhos eletrónicos de leitura e fazer relaxamento da face e olhos a partir das 22h (diário).</li> <li>Usar a <a href="https://thedailyhabit.blogs.sapo.pt/a-tecnica-de-pomodoro-na-gestao-do-14777" rel="noopener">técnica Pomodoro</a> de gestão do tempo (diário).</li> <li>Aplicar mindfulness na caminhada (diário).</li> <li>Aplicar mindfulness na comida (diário).</li> <li>Aplicar mindfulness na comunicação (diário).</li> <li>Aplicar mindfulness na respiração (diário).</li> </ul> <h4>Ideias: alimentação, vegetariano</h4> <p>Hábitos</p> <ul> <li>Cozinhar duas receitas vegetarianas à terça-feira e sábado (semanal)</li> </ul> <h3>Área do trabalho</h3> <h4>Ideias: Leis do Poder, Greene</h4> <p>Hábitos</p> <ul> <li>Escrever um artigo com a aplicação de um caso prático no meu trabalho inspirado da obra de Robert Greene <a href="https://www.google.com/url?sa=t&amp;rct=j&amp;q=&amp;esrc=s&amp;source=web&amp;cd=&amp;cad=rja&amp;uact=8&amp;ved=2ahUKEwiBrOvjq6zqAhUFLBoKHaiNDakQFjAAegQIAhAB&amp;url=https%3A%2F%2Fthedailyhabit.blogs.sapo.pt%2Fas-48-leis-do-poder-de-robert-greene-4685&amp;usg=AOvVaw3Pj2vj9JQLCm0b5jka7lBv" rel="noopener">As 48 Leis do Poder</a> (semanal).</li> </ul> <p>As áreas casa, social, pessoal, espiritual e dinheiro não precisam de um desenvolvimento como o realizado para as restantes áreas, e de modo a evitar complicar o processo de revisão dos objetivos. Os mesmos já estão engrenados nos meus hábitos, bastando recordar as ideias principais de vez em quando.</p> <p>Deverá constar que neste exemplo os objetivos produziram hábitos, o que não é obrigatório. O resultado poderia ser também projetos e tarefas. No entanto os hábitos têm a vantagem de criar rotinas, que poderão tornar as coisas mais fáceis para muitas pessoas.</p> <h3>Usar uma checklist para os hábitos diários</h3> <p>Para não sobrecarregar as listas de tarefas com hábitos, vou apenas criar tarefas repetitivas na minha <a href="https://nirvanahq.com/" rel="noopener">aplicação de apoio à gestão do tempo</a> para os hábitos semanais. Os hábitos diários serão incluídos numa <a href="https://thedailyhabit.blogs.sapo.pt/habitos-checklist-10-semana-de-9-a-15-58482" rel="noopener">checklist</a> para o efeito.</p> <p>Termina assim esta série de três artigos dedicados à revisão trimestral dos objetivos anuais. Trata-se de uma atividade que não é fácil, mas que traz grandes recompensas àqueles que querem ter um ano mais produtivo e de sucesso. A alternativa seria mais um ano em que não se definem objetivos nem se atingem metas relevantes.</p> <p>Quero também deixar claro que o processo de definição de objetivos não tem de iniciar no início do ano. Se ainda não traçou as suas metas para 2020, do que está à espera?</p> urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:thedailyhabit:67102 2020-06-22T17:30:00 Oh Não! Objetivos 2020 Outra Vez (Parte 2) 2020-06-22T15:26:25Z 2020-06-22T15:26:25Z <p class="sapomedia images"><img style="width: 639px; padding: 10px 10px;" title="Mão a escrever em caderno" src="https://live.staticflickr.com/65535/50033825971_172473bfd3_o.jpg" alt="Mão a escrever em caderno" width="639" height="453" /></p> <p>No último artigo escrevi sobre a <a href="https://thedailyhabit.blogs.sapo.pt/oh-nao-objetivos-2020-outra-vez-66848" rel="noopener">revisão dos objetivos anuais que executo trimestralmente</a>. Para acomodar alterações das circunstâncias invitáveis da vida, alguns dos objetivos têm de ser adaptados, outros eliminados, e eventualmente alguns novos acrescentados.</p> <p>Depois da execução do <a href="https://thedailyhabit.blogs.sapo.pt/o-que-e-um-mapa-mental-e-para-que-serve-30867" rel="noopener">mapa mental</a> com a revisão das ideias principais para os objetivos de 2020 é altura de validar os mesmos com a <a href="https://thedailyhabit.blogs.sapo.pt/objetivos-smart-definicao-e-explicacao-16991" rel="noopener">fórmula SMART</a> e a razão por detrás de cada um (<a href="https://thedailyhabit.blogs.sapo.pt/primeiro-pergunte-porque-de-simon-sinek-41626" rel="noopener">saber o porquê</a>).</p> <p>Os objetivos estão divididos em sete áreas: pessoal, social, trabalho, dinheiro, saúde, casa e espiritual. Algumas destas áreas estão em plena execução, pelo que que não precisam de ser validados. Por exemplo, as áreas pessoal, social, dinheiro, casa e espiritual estão em andamento, precisando apenas de continuar o bom trabalho.</p> <p>Os objetivos que precisam de validação são nas áreas do trabalho e a saúde.</p> <h3>Área do trabalho</h3> <h4>Ideias: Leis do Poder, Greene</h4> <p><strong>Porquê</strong>: Ser respeitado no trabalho, evitar manipulações prejudiciais, e zelar pela tranquilidade laboral entre chefias e colegas.</p> <p><strong>Objetivo SMART</strong>: Ler e escrever sobre o trabalho de Robert Greene e Dale Carnegie nas temáticas do poder e influência, publicando um artigo por semana no The Daily Habit com a apresentação de um caso prático no meu trabalho.</p> <h3>Área da saúde</h3> <h4>Ideias: relaxamento, visão</h4> <p><strong>Porquê</strong>: Tenho uma miopia elevada e passo muitas horas a trabalhar e a ler em aparelhos eletrónicos, inclusive à noite antes de me deitar.</p> <p><strong>Objetivo SMART</strong>: Não utilizar aparelhos eletrónicos de leitura e trabalho aos sábados e à noite a partir das 22h.</p> <h4>Ideias: relaxamento, mindfulness</h4> <p><strong>Porquê</strong>: Tenho o mau hábito de comer depressa, não ouvir os outros antes de falar e viver numa ansiedade permanente.</p> <p><strong>Objetivo SMART</strong>: Observar os sentidos corporais quando como. Observar a respiração quando comunico. Observar a rua, o movimento e o tempo quando caminho de e para o trabalho.</p> <h4>Ideias: alimentação, vegetariano</h4> <p><strong>Porquê</strong>: Além de adorar comida vegetariana, sinto-me mais leve e mais confortável para trabalhar e na atividade física.</p> <p><strong>Objetivo SMART</strong>: Cozinhar duas receitas vegetarianas por semana à terça-feira e á quinta-feira ou sábado.</p> <h3>Conclusão</h3> <p>Neste exemplo todos os objetivos foram validados pelo porquê e fórmula SMART, com a descrição do motivo por detrás de cada objetivo ou escrevendo cada objetivo de acordo com a fórmula SMART. No caso de não ser possível validar, teriam de ser adaptados ou eliminados. Este processo é entendido como a revisão de objetivos.</p> urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:thedailyhabit:66848 2020-06-21T17:45:00 Oh Não! Objetivos 2020 Outra Vez 2020-06-21T17:12:14Z 2020-06-21T17:13:20Z <p class="sapomedia images"><img style="width: 891px; padding: 10px 10px;" title="Mapa mental revisão objetivos 2020" src="https://live.staticflickr.com/65535/50030152556_51a8510766_o.png" alt="Mapa mental revisão objetivos 2020" width="891" height="505" /></p> <p>Será que alguém ainda pensa nos objetivos de 2020? Será que devido ao Covid-19 as pessoas ainda traçam metas para 2020?</p> <h3>Menos de 1% das pessoas ainda mantêm os objetivos de 2020</h3> <p>Pois bem, a dura realidade, é que possivelmente 1% ou menos das pessoas ainda têm objetivos por esta altura. Muitas delas nunca os definiram e as que os definiram foram desistindo pelo caminho.</p> <p>O que a maioria desconhece é que não tem de esperar pelo novo ano para definir novos objetivos. Pode retomar agora mesmo o processo, acrescentando novos objetivos, eliminando os que já não são úteis e modificando ou adaptando outros.</p> <h3>Uso de mapas mentais para a definição de objetivos</h3> <p>Partilhei em artigo anterior o uso de <a href="https://thedailyhabit.blogs.sapo.pt/objetivos-2020-revisao-trimestral-59682" rel="noopener">mapas mentais</a> para apoio na definição e revisão de objetivos. Esta ferramenta foi desenvolvida originalmente por <a href="https://www.tonybuzan.com/" rel="noopener">Tony Buzan</a> e é muito simples. Inicia-se com uma ideia central, que pode ser uma palavra, um número ou símbolo. Depois traçam-se linhas a partir desta ideia que vão ligar a outras ideias secundárias e assim por diante.</p> <p>Para facilitar o processo criativo deve-se utilizar sempre que possível, apenas uma palavra nos subtópicos, que segundo Buzan facilita a ligação entre novas ideias no cérebro.</p> <p>Na imagem encontra-se um exemplo de um mapa mental com os meus objetivos para 2020 revistos. Faço este processo quatro vezes por ano no final de cada trimestre. Começo em dezembro do ano anterior, e depois em março, junho e setembro revejo os meus objetivos para os manter relevantes e atuais.</p> <h3>Aplicar a fórmula SMART e saber o "porquê"</h3> <p>O trabalho não acaba por aqui, e o que vem de seguida é muito importante. Depois do primeiro rascunho do mapa mental, é preciso escrever numa folha em separado cada objetivo de acordo com a <a href="https://thedailyhabit.blogs.sapo.pt/objetivos-smart-definicao-e-explicacao-16991" rel="noopener">fórmula SMART</a> e <a href="https://thedailyhabit.blogs.sapo.pt/primeiro-pergunte-porque-de-simon-sinek-41626" rel="noopener">perguntar o porquê</a> por detrás de cada um.</p> <p>Senão for possível escrever um objetivo que seja específico, mensurável, atingível, relevante e temporal bem como ter uma razão para a sua existência, o objetivo terá de ser eliminado ou adaptado. É uma espécie de prova dos nove da realidade.</p> <p>Espero ter conseguido inspirar de alguma forma o leitor a leitora a retomar o processo de criação de objetivos. Se ainda não traçou quaisquer objetivos para 2020, ainda está a tempo de o fazer. Deve-se entender a definição de objetivos sempre como um processo inacabado e de melhoria contínua à medida que o futuro nos vai dando novas pistas sobre qual o próximo passo.</p> urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:thedailyhabit:66622 2020-06-15T17:30:00 Perfecionismo Bom e Perfecionismo Mau 2020-06-15T14:54:04Z 2020-06-15T14:54:04Z <p>Quando se fala em perfecionismo, muitas pessoas associam esta característica pessoal a algo negativo. Frases como “não sejas tão perfecionista” ou “deixa-te de perfecionismos” fazem parte do nosso dia-a-dia.</p> <p>Este tipo de pensamento é típico de uma visão do mundo com uma lente de branco ou preto. Na realidade a lente é mais da cor cinzenta, e o perfecionismo pode ser considerado tanto mau como bom. Vou dar dois exemplos.</p> <h3>Primeiro exemplo</h3> <p>Imagine que quer preparar um almoço especial para a sua família. Encontra uma receita na Internet sendo que tem todos os ingredientes em casa à exceção de dois. A receita é possível de ser feita, podendo não utilizar os ingredientes em falta ou substitui-los por outros que tenha em casa.</p> <p>Decide de qualquer modo que quer cumprir a receita á risca e desloca-se ao seu supermercado habitual. Neste supermercado não encontra os ingredientes que procura e visita outro supermercado. Neste apenas encontra um dos ingredientes.</p> <p>Como quer fazer uma receita perfeita, vai ainda a outro supermercado, onde para sua surpresa não encontra o ingrediente em falta. Não contente ainda visita um novo supermercado onde não existe o que quer. Acaba por desistir e voltar para casa fazendo a receita com o que tem.</p> <p>De que perfecionismo se trata este exemplo?</p> <h3>Segundo exemplo</h3> <p>Imagine agora que tem um potencial cliente que o colocou entre os principais candidatos a trabalhar num projeto, que se conseguir ganhar poderá fazer com que a sua firma cresça significativamente no seu mercado. Informa-se sobre quem são os seus concorrentes, analisando os seus pontos fortes e fracos, e comparando com a sua organização.</p> <p>Depois procura saber quem é ou são os responsáveis dentro da firma do seu potencial cliente pela decisão da contratação.Depois de saber quem são os responsáveis, procura informar-se sobre cada um deles e os contactos que tem em comum de modo a saber mais sobre os requerimentos do processo de contratação. Com esta informação procura agendar uma reunião com os elementos decisores para saber o feedback da sua proposta em relação aos seus concorrentes e de como pode melhorá-la.</p> <p>Com este novo feedback refaz a sua proposta de modo a ficar rigorosa de modo a ir de encontro às verdadeiras necessidades do seu cliente.De seguida faz um acompanhamento rigoroso para garantir que a sua proposta seja a escolhida, fazendo tudo o que for necessário.</p> <p>De que perfecionismo se trata este exemplo?</p> <h3>Conclusão</h3> <p>Se respondeu no primeiro exemplo perfecionismo mau e no segundo exemplo perfecionismo bom acertou. Como vê, o perfecionismo não deve ser visto unicamente como algo mau, nem tão pouco como algo bom. A verdade é que se situa numa área cinzenta, podendo ser mau ou bom consoante o caso a que se aplica. Na próxima vez que tiver de fazer alguma coisa, decida o que é importante, e planeie o tempo de acordo.</p> urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:thedailyhabit:66417 2020-06-11T11:04:00 5 Formas de Aplicar o Mindfulness na Comunicação 2020-06-11T10:08:28Z 2020-06-11T10:21:52Z <p>Se já ouviu falar ou experimentou alguma forma de meditação <a href="https://www.medis.pt/mais-medis/bem-estar-e-desporto/mindfulness-o-que-e-e-quais-os-beneficios/" rel="noopener">mindfulness</a>, está ciente dos inúmeros benefícios que pode trazer ao praticante.</p> <p>O mindfulness é conhecido como a atenção plena, e tem inúmeros benefícios incluindo uma melhor concentração, maior consciência, maior paciência e estado de tranquilidade entre outros. Estes tipos de benefícios são considerados internos e pessoais, mas alguns aspetos importantes da prática também podem afetar positivamente a nossa experiência externa, como a comunicação.</p> <p>De seguida descrevo os cinco passos que pode seguir para trazer mais mindfulness ou atenção plena à sua vida comunicativa, combinando as suas palavras com o significado que deseja transmitir.</p> <h3>1. Ter um compromisso claro</h3> <p>Quando comunicamos com os outros é importante manter um compromisso claro para centrar a sua atenção na conversa. Isto é especialmente crítico quando existem diferenças de opinião ou certas vulnerabilidades.</p> <h3>2. Escolher as palavras com cuidado</h3> <p>É fácil ser apanhado no desejo de sermos ouvidos, que perdemos a vista do que realmente queremos dizer. Quando estiver claro da sua mensagem, use um grande cuidado na escolha das palavras. <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Mahatma_Gandhi" rel="noopener">Mahatma Gandhi</a> dizia "Fale apenas se for melhor que o silêncio".</p> <h3>3. Ouça com muita atenção</h3> <p>Por mais eloquentes que sejamos, a capacidade de comunicar é tão boa quanto a capacidade de ouvir. Deixe a sua atenção repousar completamente nas palavras do outro. Sempre que os pensamentos ameacem distrai-lo, volte gentilmente ao ato de ouvir e centre a sua consciência novamente no que o outro diz.</p> <h3>4. A conexão é o seu guia</h3> <p>A comunicação é muito mais do que as palavras trocadas entre duas ou mais pessoas; inclui linguagem corporal, tom vocal, ritmo e outros. Ao envolver-se no ato da comunicação, pratique a sintonia com a outra pessoa. Elimine as distrações e permita conectar-se completamente.</p> <h3>5. Não se esqueça de respirar</h3> <p>Na prática do mindfulness, a respiração é uma das ferramentas mais importantes. Ajuda a libertar os nossos pensamentos e a entrar na experiência da vida, movendo-nos da impulsividade para a intencionalidade. Quando comunica com outras pessoas, lembre-se de se conectar com a respiração e use-a como uma maneira de ajudá-lo a realizar as quatro etapas anteriores.</p> <p>A comunicação eficaz é uma competência valiosa que exige esforço, intenção e muita prática. Ao expandir o mindfulness ou atenção plena da meditação interna para as conversas diárias com os outros, tornará-se um melhor comunicador e enriquecerá os seus relacionamentos pelo caminho.</p> <p>Artigo adaptado de <a href="https://www.psychologytoday.com/us/blog/mindfully-present-fully-alive/201903/five-simple-ways-start-communicating-more-mindfully" rel="noopener">Five Simple Ways to Start Communicating More Mindfully</a>, Psychology Today</p> urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:thedailyhabit:66170 2020-06-09T07:00:00 Microsoft To-Do: Introdução e Descrição da Interface da Aplicação 2020-06-08T14:43:40Z 2020-06-19T18:19:03Z <p class="sapomedia images"><img style="width: 1023px; padding: 10px 10px;" title="Micorsoft To-Do - Interface principal de aplicação" src="https://live.staticflickr.com/65535/49984065933_fe11febf8c_b.jpg" alt="Micorsoft To-Do - Interface principal de aplicação" width="1023" height="633" /></p> <p>O <a href="https://thedailyhabit.blogs.sapo.pt/microsoft-to-do-a-app-que-veio-63838" rel="noopener">Microsoft To-Do</a> é uma aplicação gratuita de gestão de tarefas que prima pela sua simplicidade e funcionalidade, sendo atualmente uma alternativa viável para aqueles que pretendam gerir melhor o tempo e aumentar a produtividade pessoal.</p> <p>Neste artigo vou fazer uma introdução e descrição da interface da aplicação.</p> <h3>Interface principal</h3> <p><strong>O meu dia (número 1)</strong> – aqui são apresentadas as tarefas selecionadas para o dia. Se clicar no símbolo da lâmpada (número 2) é mostrada uma sugestão de tarefas para executar, normalmente as tarefas com datas de conclusão para o dia ou tarefas atrasadas.</p> <p><strong>Importante (número 3)</strong>  – todas as tarefas assinaladas com estrela aparecem nesta lista.</p> <p><strong>Planeado (número 4)</strong>  – todas as tarefas com datas de conclusão encontram-se nesta lista.</p> <p><strong>Tarefas (número 5)</strong>  – todas as tarefas que não têm listas atribuídas são inseridas aqui.</p> <p><strong>Nova lista (número 6)</strong>  – clicar aqui para criar uma nova lista. Uma lista é um conjunto de tarefas, e pode atribui o nome que pretender.</p> <p><strong>Novo grupo (número 7)</strong>  – pode criar um novo grupo de listas de tarefas clicando aqui.</p> <p><strong>Adicionar uma tarefa (número 8)</strong>  – aqui são adicionadas novas tarefas às listas ativas.</p> <p class="sapomedia images"><img style="width: 1024px; padding: 10px 10px;" title="Microsot To-Do: Interface das definições da aplicação" src="https://live.staticflickr.com/65535/49984598156_87a791ca7a_b.jpg" alt="Microsot To-Do: Interface das definições da aplicação" width="1024" height="630" /></p> <p> </p> <h3>Interface das definições</h3> <p>Ao clicar no seu perfil tem acesso às definições da aplicação onde pode configurar a apresentação da mesma</p> <p><strong>Tema (número 9)</strong>  – pode escolher entre o tema claro, escuro ou do Windows.</p> <p><strong>Listas inteligentes (número 10)</strong>  – na interface principal tenho ativas duas listas inteligentes: importante e planeado, Pode selecionar outras listas como concluídas, tudo ou atribuídas a si se trabalhar em colaboração com outros no <a href="https://todo.microsoft.com/" rel="noopener">Microsoft To-Do</a>.</p> <p>Termina assim o artigo de Introdução e descrição da interface da aplicação.</p> <h3>Artigos relacionados</h3> <ol> <li><a href="https://thedailyhabit.blogs.sapo.pt/microsoft-to-do-a-app-que-veio-63838" rel="noopener">A app que veio substituir o wunderlist (este artigo)</a>.</li> <li><a href="https://blogs.sapo.pt/posts/edit?blog=thedailyhabit&amp;post=66170&amp;page=1" rel="noopener">Introdução e descrição da interface da aplicação.</a></li> <li>Como criar listas de tarefas que funcionem.</li> <li>Como atribuir datas às tarefas da forma correta.</li> <li>Como dividir tarefas maiores em passos mais pequenos e manejáveis.</li> <li>Como selecionar as tarefas a executar e começar o dia da melhor forma.</li> <li>Como acompanhar objetivos e hábitos com a ajuda das listas de tarefas.</li> </ol> <p>Se achar este artigo útil para a sua gestão do tempo faça um comentário. Se houver interesse suficiente, continuarei esta serie de artigos dedicado à criação e gestão de listas de tarefas no Microsoft To-Do.</p> <p> </p> urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:thedailyhabit:66016 2020-06-08T07:00:00 O Que o Ashtanga Yoga e o Day Trading Têm em Comum? 2020-06-07T14:47:33Z 2020-06-07T14:47:33Z <p class="sapomedia images"><img style="width: 639px; padding: 10px 10px;" title="Praticante de yoga | Trader com computadores" src="https://live.staticflickr.com/65535/49980256731_4cf3a8e521_o.jpg" alt="Praticante de yoga | Trader com computadores" width="639" height="453" /></p> <p>Esta pergunta poderá intrigar o leitor, porque à partida nunca pensaria relacionar a prática do yoga com o investimento nos mercados financeiros ou trading.</p> <p>Nas disciplinas do yoga e<span style="font-size: 14pt;"> trading existem vários sistemas e filosofias, pelo que neste artigo desenvolvo os principais pontos quem unem o <a href="https://www.ashtangacascais.com/ashtanga/" rel="noopener">ashtanga yoga</a> ao <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Day_trading" rel="noopener">day trading</a>, ambos métodos que prático.</span></p> <h3>1. O ashtanga yoga e o day trading são conhecidos como as formas mais difíceis dentro de cada especialidade</h3> <p>O ashtanga yoga é constituído por uma sequência de 72 posturas existentes fisicamente, ligadas entre si por movimento e coordenação da respiração, o o que requer uma grande estamina do praticante.</p> <p>No day trading negoceiam-se títulos financeiros, aproveitando as flutuações diárias de preço, entrado e saído de várias posições no mesmo dia, o que implica a tomada de decisão rápida, com a gestão de emoções complexas como o medo e a ganância.</p> <h3>2. Praticados diariamente</h3> <p>O ashtanga yoga e o day trading são praticados diariamente. A única exceção é um dia de descanso semanal no caso do ashtanga (habitualmente ao sábado ou domingo) e ao fim de semana no caso do trading em que os mercados estão fechados.</p> <h3>3. Foco numa única sequência de posturas ou titulo</h3> <p>No ashtanga yoga é praticado sempre a mesma sequência de posturas todos os dias. Só quando o praticante dominar a primeira sequência de posturas passa para a seguinte. Isto <span style="font-size: 14pt;">poderá levar anos a acontecer ou mesmo nunca ocorrer.</span></p> <p>Na estratégia de day trading que utilizo só negoceio uma unica ação. Isto permite conhecer o "temperamento" de cada título em profundidade, só acrescentando outro título se conseguir retirar o máximo de rentabilidade do primeiro. Como no ashtanga, isto pode lavar anos ou mesmo nunca acontecer.</p> <p>O praticante só precisa de uma sequência de yoga, como o trader só precisa de uma ação para ter sucesso. O que importa é a viagem, e não o destino.</p> <h3>4. 1% teoria e 99% prática</h3> <p>O criador do método do ashtanga yoga, <a href="https://amp.theguardian.com/world/2009/jun/08/k-pattabhi-jois-obituary-yoga" rel="noopener">Shri K. Pattabhi Jois</a> (1915-2009), dizia que o ashtanga é 1% teoria e 99% prática. Isto quer dizer por mais que tentemos ler e aprender sobre o método, nada substitui o trabalho, dedicação e experiência.</p> <p>O day trading é idêntico. Existem dezenas, ou mesmo centenas de teorias e filosofias de investimento. Só quando o investidor persistir concentrando-se no desenvolvimento de uma estratégia sua e única, poderá ter sucesso.</p> <h3>5. Cada dia traz uma experiência diferente</h3> <p>O dilema do ashtanga yoga e day trading é que mesmo com uma prática fixa (a mesma sequência de posturas no ashtanga e o mesmo título no trading), nenhum dia é igual.</p> <p>No ashtanga existem dias em que o praticante está mais cansado ou mais energético, não consegue focar-se por causa de um problema profissional ou pessoal, simplesmente teve um almoço em que comeu muito o que o dificulta a prática, etc.</p> <p>No trading o comportamento dos mercados é errático, não existem certezas absolutas, e tudo pode ter um impacto no comportamento de um título (notícias, políticas económicas, falências, etc).</p> urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:thedailyhabit:65648 2020-06-06T16:22:00 Um, dois, três, ... 2020-06-06T15:27:39Z 2020-06-06T15:31:14Z <h4>Um</h4> <p>A vida é feita de momentos, uns felizes, outros nem tanto.</p> <h4>Dois</h4> <p>Os momentos felizes devem ser vividos com plenitude e serenidade.</p> <h4>Três</h4> <p>Os momentos menos felizes precisam de descernimento para distingir o que tem solução do que não tem.</p> <h4>Quatro</h4> <p>O que tem solução é dissecado tanto pela lógica como intuição.</p> <h4>Cinco</h4> <p>A intuição só pode ser usada se estivermos bem emocionalmente.</p> <h4>Seis</h4> <p>Emoções e sentimentos negativos devem ser colocados em perspectiva, como se tratasse de um vizinho distante.</p> <h4>Sete</h4> <p><span style="font-size: 14pt;">O que não tem solução, solucionado está.</span></p> <h4>Oito</h4> <p>Comportamentos saudáveis e relações interpessoais de qualidade são um excelente tónico para a mente.</p> <h4>Nove</h4> <p>Naqueles que nos desequilibram é preciso cultivar uma distância emocional. Não é possível ser tudo para todos.</p> <h4>Dez</h4> <p><span style="font-size: 14pt;">A meditação na vida, aceitando igualmente o bem e o mal é o último patamar da independência intelectual.</span></p> urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:thedailyhabit:65438 2020-06-04T12:28:00 Um Mês de Junho Repleto de Atividades 2020-06-04T11:41:50Z 2020-06-04T11:43:02Z <p>Este mês está a revelar-se especialmente atarefado, com muitos compromissos e atividades assumidos, mas também existem boas notícias.</p> <p>Regressei esta semana ao escritório depois de mais de dois meses em <a href="https://thedailyhabit.blogs.sapo.pt/o-teletrabalho-acabou-64244" rel="noopener">teletrabalho</a>. Alguns projetos que tinham ficado em "banho maria" acabaram por ser retomados, ficando atualmente em mãos com o acumulado do serviço. Como nota positiva, é que um colega irá “agarrar” e continuar um grande projeto em que estava a trabalhar, libertando a minha energia para outras atividades.</p> <p>Tenho também uma conferência online agendada com mais de uma dezena de palestrantes que preciso preparar durante o mês. Entre videoconferências para a gestão dos palestrantes e a preparação técnica das salas no <a href="https://zoom.us/" rel="noopener">Zoom</a> (as reuniões online vieram para ficar e o zoom está na moda!), o trabalho está a ficar intenso. Felizmente as minhas experiência na gestão de projeto permitiu ter mais de metade dos palestrantes confirmados e a conferência está no bom caminho, o que não invalida o trabalho a realizar.</p> <p>Nas finanças pessoais, e depois de 18 meses a trabalhar afincadamente numa <a href="https://thedailyhabit.blogs.sapo.pt/encontrar-o-caminho-nas-financas-64742" rel="noopener">estratégia de trading</a>, começaram finalmente a aparecer resultados consistentes. Esta área é para continuar a desenvolver e otimizar.</p> <p>Finalmente, e porque a vida não é só trabalho e dinheiro, o verão está à porta, para aproveitar a praia, retemperando energias e vitalidade. Costumo dizer que para viver num pais de sol e praias como Portugal ou outro país com bom clima, tem de se pagar esta regalia sobre a forma de ordenados baixos. É uma espécie de imposto natural sobre o bom tempo coletado na fonte.</p> urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:thedailyhabit:65087 2020-06-03T17:47:00 Transforme-se no Seu Próprio Coach 2020-06-03T15:17:37Z 2020-06-03T15:17:37Z <p>Esta semana vou dar uma apresentação em videoconferência na <a href="https://thedailyhabit.blogs.sapo.pt/o-medo-de-falar-em-publico-903" rel="noopener">Toastmasters.</a> Numa época que abundam todo o tipo de coachs, desde do apoio à carreira, produtividade, vida, liderança, comunicação, entre outros, importa conhecer o maior coach de todos e o mais improvável: nós próprios.</p> <p>Muitas vezes nos sentimos presos na carreira ou na vida, e na tentativa de melhorar determinada aspeto, torna-se mais fácil transferir a responsabilidade para os outros, muitas vezes até para o mundo, em vez de tomarmos as rédeas do nosso próprio destino.</p> <p>Isto não invalida que usemos o coaching, mas para determinadas situações específicas. Nada substitui a nossa voz interior, porque as respostas fundamentais já as temos, só precisamos de chegar ao nosso interior e encontrar as respostas.</p> <p>Há uns anos atrás tive problemas graves de ansiedade e depressão, e dentro das várias terapias que experimentei com sucesso (além de um bom médico nas épocas mais criticas) encontra-se a <a href="https://thedailyhabit.blogs.sapo.pt/os-efeitos-da-doenca-mental-no-trabalho-36654" rel="noopener">terapia cognitivo comportamental</a> (TCC). Este tipo de terapia coloca a pessoa como a principal responsável pelo seu próprio tratamento. O terapeuta transmite os conceitos gerais e a teoria da terapia ao paciente, sendo a mesma à volta de exercícios, como o registo de pensamentos, avaliação diária do estado de humor, resolução de problemas, relaxamento e um diário.</p> <p>Este último exercício, o diário, é o que ainda mantenho até hoje. Está implicitamente espalhado por alguns artigos deste blogue que inicie em 2018. Para outros assuntos mais sensíveis, e que não quero partilhar, uso um diário privado. Muitas vezes, quando estou numa espiral forte de pensamentos e emoções negativas,  escrevo uma folha solta com o que me vem à cabeça, rasgando e jogando depois a folha fora.</p> <p>Muitas vezes procuramos por todo o lado à procura de respostas e esquecemos que podemos nos transformar nossos próprios coachs.</p> urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:thedailyhabit:64885 2020-05-31T12:13:00 As Perguntas que Gostava de Ter Visto Respondidas Antes de Iniciar este Blogue 2020-05-31T11:19:52Z 2020-05-31T11:21:29Z <p>Não sou o blogger com mais experiência do mundo, nem lá perto, quando comparado às “estrelas” da blogosfera, mas quando iniciei este processo de escrita, gostaria de ter obtido resposta às perguntas seguintes de uma forma objectiva e simples.</p> <p><strong>Usar domínio próprio ou não?</strong><br />Se o objetivo do blogue é obter um rendimento extra, usar domínio próprio, caso contrário é uma despesa desnecessária.</p> <p><strong>Alojamento próprio ou não?</strong><br />Se não tiver conhecimentos técnicos usar um serviço como o <a href="https://blogs.sapo.pt/" rel="noopener">Sapo Blogs</a> ou <a href="https://www.blogger.com" rel="noopener">Blogger</a> pela simplicidade. Se tiver conhecimentos técnicos e tiver o objetivo de rentabilizar o seu blogue, pode usar uma plataforma de gestão de conteúdos com alojamento próprio como o <a href="https://wordpress.org/" rel="noopener">Wordpress.org</a>.</p> <p><strong>Generalista ou especialista?</strong><br />Especialista, mas não muito (ver artigo <a href="https://thedailyhabit.blogs.sapo.pt/generalista-ou-especialista-qual-o-63332" rel="noopener">generalista ou especialista: qual o melhor?</a>).</p> <p><strong>Periodicidade dos artigos?</strong><br />Mínimo dois artigos por semana para criar consistência e desenvolver as competências enquanto blogger.</p> <p><strong>Como promover o blogue?</strong><br />Criou um blogue porque quer leitores, senão escrevia para si próprio numa folha do word. No mínimo deve criar ligações internas para outros artigos do seu blogue, e ligações externas de outros blogues e sites relacionados com os seus artigos para promover a indexação dos motores de busca.</p> <p><strong>Preciso de pesquisar palavras-chave ou termos antes de publicar um artigo?</strong><br />Mais uma vez, se o objetivo for ganhar dinheiro com o blogue, esta é uma atividade fundamental. Neste caso não vale a pena escrever artigos para o qual não exista procura. Se o objetivo for apenas escrever, pode descontrair um pouco, não descurando no entanto a otimização para os motores de busca.</p> <p><strong>Usar as redes sociais ou não?</strong><br />Se quer elevar o seu blogue para o próximo nível e tiver o objetivo de rentabilizar o mesmo, tem de aprender a tirar partido das redes sociais, cada uma com as características especiais. Neste caso mais vale a pena dominar uma ou duas redes sociais, do que estar em todas e ter uma presença fraca.</p> <p><strong>Criar ou não um calendário de publicações?</strong><br />Se quer levar a sério o blogging este é o último e mais importante passo de um blogger. Li algures no <a href="https://pt.quora.com/" rel="noopener">Quora</a> uma das melhoras respostas para a criação de um calendário de publicações, que infelizmente não consegui encontrar para fazer a ligação. No entanto, dizia qualquer coisa como pesquisar as palavras-chave e termos mais procurados no seu nicho, e preparar um calendário com dois artigos por semana para um ano. Ao final deste tempo, e se tudo correr bem, será de esperar que o seu blogue tenha um bom posicionamento nos motores de busca.</p> urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:thedailyhabit:64742 2020-05-30T21:32:00 Encontrar o Caminho nas Finanças Pessoais 2020-05-30T20:43:15Z 2020-05-30T20:43:15Z <p><span style="font-size: 14pt;">Seja para preparar a reforma, ter um pé de meia em caso de urgência ou obter um rendimento extra, devemos cuidar das nossas finanças pessoais para um futuro mais confortável.</span></p> <p>O dinheiro não é tudo, mas ajuda em muita coisa na vida, principalmente numa sociedade capitalista como a nossa. O objetivo de uma pessoa “normal” não passará pela ganância, mas sim em proporcionar qualidade de vida ao próprio e família, e ajudar o próximo se possível.</p> <h3>Pilares das finanças pessoais</h3> <p>Os três pilares das finanças pessoais são ganhar, poupar e investir. <strong>Ganhar</strong> como empregado, trabalhador por conta própria ou dono de um negócio. <strong>Poupar</strong> uma percentagem do que se ganha, seja 5, 10 ou 20%. <strong>Investir</strong> as poupanças em instrumentos de rentabilização do dinheiro de acordo com a personalidade e apetência ao risco de cada um.</p> <p>Este último ponto do investimento é bastante vasto, mas em termos gerais, e mantendo as coisas simples, existem dois tipos de veículos financeiros que têm passado o teste do tempo: o imobiliário e os mercados financeiros.</p> <h3>Dois tipos de investimento</h3> <p>Tanto o imobiliário como os mercados financeiros têm aplicações com vários níveis de risco.</p> <h4>Imobiliário</h4> <p>Por exemplo, comprar uma casa para habitação própria é uma escolha inteligente e de baixo risco desde que o valor da prestação bancária represente uma pouca parte do rendimento mensal. Por outro lado, um investimento na construção de uma nova casa para venda a terceiros na expectativa de um retorno financeiro, e dependendo da localização, pode ser arriscado.</p> <h4>Mercados financeiros</h4> <p>No caso dos mercados financeiros, investir a longo prazo (vários anos) num fundo indexado ao índice norte americano <a href="https://comoinvestir.thecap.com.br/warren-buffett-da-conselhos-aos-investidores-em-convencao/" rel="noopener">s&p 500</a>, como Warren Buffet recomenda, tem um retorno anual médio histórico perto dos 10%, pelo que o risco é moderado. Noutro caso, em que um investidor opta por comprar ações de uma empresa sem basear-se em qualquer ripo de análise e experiência, está simplesmente a jogar na bolsa, sendo uma operação muito arriscada.</p> <p>Resultados passados não são garantia de resultados futuros, mas dá para ter uma ideia.</p> <p>Seja qual for o caminho a seguir nas finanças pessoais, é importante começar o mais cedo possível, estudando e analisando o risco de cada veículo financeiro.</p> <p> </p>