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The Daily Habit

Diário de produtividade pessoal

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A Força do Hábito de Charles Duhigg, As Minhas Notas - Resumo do Livro

A força do hábito de Duhigg

A Força do Hábito - Perceber e Corrigir os Hábitos na Vida e no Emprego, de Charles Duhigg, vencedor de um prémio Pulitzer, apresenta a ciência de como os hábitos são formados e de como os podemos modificar.

O livro em três frases

  • Os hábitos representam cerca de 40% da nossa vida e são divididos em três partes: o sinal, a rotina e a recompensa.
  • Os hábitos não são exclusivos aos indivíduos e estão presentes nas organizações e nos movimentos sociais.
  • Os hábitos podem ser modificados se entendermos como funcionam.

Hábitos do indivíduo

Como é que operam os nossos hábitos? De acordo com Duhigg, um hábito é composto por três componentes: o sinal, a rotina e a recompensa, aquilo a que o autor chama de "Habit Loop".

Sinal

O sinal pode ser um anúncio comercial, ver um chocolate ou doce, uma emoção ou um pensamento, transmitindo ao nosso cérebro para entrar em piloto automático e executando determinado hábito.

Rotina

A resposta ao sinal, ou rotina, pode ser mental, emocional ou fisíca, como por exemplo pensar sobre um problema, sentir-nos irritados ou comer um chocolate. Esta componente corresponde ao hábito propriamente dito.

Recompensa

A rotina pode produzir sensações físicas ou sentimentos positivos, determinando se vamos ou não lembrar do "Habit Loop" no futuro.

Em suma:

  • Quando um sinal produz uma recompensa cria um "Habit Loop".
  • À medida que os componentes sinal/rotina/recompensa vão-se transformando em piloto automático, começamos a desejar e a antecipar a recompensa, que leva à rotina e hábito.
  • Os hábitos quando formados, correm de forma inconscientemente, mesmo que a recompensa seja alterada ou removida.

Transformando os hábitos

Os hábitos não podem ser eliminados, apenas substituidos ou reconstituidos. Isto é conseguido modificando a rotina, ao mesmo tempo que se mantem o sinal e a recompensa.

Esta transformação é mais eficaz se tivermos a confiança em nós próprios, que somos capazes de melhorar e de mudar os nossos hábitos. A escolha dos hábitos produz resultados mais duradouros se selecionarmos aqueles que têm um maior impacto, evitando a armadilha de perder tempo em modificar hábitos que são pouco importantes.

Hábitos das organizações

Os conceitos de criação e transformação de hábitos também se aplicam às organizações.

Hábitos-chave

As rotinas nas organizações capturam as regras não escritas de como as coisas funcionam, também conhecido por vezes como a cultura de uma organização. Estas rotinas formam os hábitos inconscientes e automáticos das empresas.

Força de vontade

Temos uma quantidade limitada de força de vontade. Lidar constantemente com situações difíceis como clientes insatisfeitos ou disputas internas pode remover complementamente a nossa energia. Por isso algumas organizações utilizam processos automáticos para lidar com as rotinas criando hábitos mais consistentes.

Tirar partido das crises

Os hábitos estão tão enraízados nas organizações que são difíceis de isolar e quebrar. Muitas vezes é preciso uma crise para criar um momento de mudança profunda. Os grandes líderes sabem tirar partido das crises, e chegam mesmo a incentivar as mesmas para incutir a mudança.

Modelar os hábitos dos consumidores

Geralmente os hábitos dos consumidores são melhores indicadores das suas preferências de compra do que os seus dados demográficos. A chave para criar novos hábitos de consumo é portanto incluir os mesmos no sior das rotinas já familiares. Duhigg dá o exemplo de uma estação de rádio, em que as novas músicas que se pretendem popularizar, são introduzidas no meio de outras já conhecidas ou populares.

Hábitos da sociedade

Os hábitos são uma parte importante dos movimentos sociais. O autor exemplifica com três exemplos do tipo de hábitos na sociedade com o hábito da amizade, o hábito das comunidades e os hábitos sociais.

Hábitos de amizade

Somos naturalmente inclinados para ajudar as pessoas de que gostamos ou respeitamos.

Hábitos das comunidades

Fazemos parte de grupos sociais ou comunidades. Isto cria pressão entre os pares e modela certas espectativas sociais, o que por sua vez influencia-nos a participar em certos movimentos, mesmo que por vezes não queiramos.

Hábitos sociais

Os hábitos sociais são necessários para suster um movimento a longo prazo. Deste modo os líderes podem incutir a mudança para as pessoas executarem novos hábitos sociais.

Referências

Book Summary – The Power of Habit: Why We Do What we Do in Life and Business

The Power of Habit: Summary & Review

The Power of Habit by Charles Duhigg

The Power of Habit: Why We Do What We Do in Life & Business

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