Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

The Daily Habit

Diário de produtividade pessoal

The Daily Habit

Diário de produtividade pessoal

Porquê Aprender sobre o Poder?

Halterofilista a levantar pesos

Depois da injustiça no trabalho da semana passada com a minha avaliação, e da curta viagem neste fim de semana em que tive a oportunidade de ler A Grande Estratégia de John Lewis Gaddis, é tempo de iniciar a semana com uma nota positiva.

Nada melhor do que conhecer e dominar as dinâmicas do poder como parte da estratégia de evolução na carreira, pois como já tinha escrito no artigo anterior, ser bom naquilo que se faz é apenas 1/3 da batalha.

As dinâmicas do poder aplicam-se em todas as áreas

De acordo com Lucio Buffalmano em The Power Moves, as dinâmicas do poder aplicam-se em todas as áreas da vida e socialização, e não têm de ser necessariamente usadas para projetar poder, mas também para se conseguir uma maior justiça, prevenir a manipulação e desenvolver relações saudáveis em que todos ganham.

O domínio das dinâmicas do poder contribui ainda para melhorar a capacidade de influência e persuasão, liderança, relacionamentos, ambiente de trabalho e qualidade de vida.

Valores a cultivar no poder

Para desenvolver o poder deve abraçar os seguintes valores:

- O poder começa pela escolha de nunca ser uma vítima.

- Somos livres e virtuosos até ao momento que o nosso poder pessoal o permite.

- Procurar crescimento, e não ajuda.

- Questionar a autoridade e as fracas lideranças.

- Encontrar o próprio caminho, em vez de seguir o dos outros.

- A verdadeira liberdade só é conseguida através do entendimento do nosso inconsciente.

- Ter em atenção os grupos e adaptar um individualismo saudável (mesmo dentro de um grupo), porque os primeiros são facilmente manipuláveis.

Injustiça no Trabalho e a Grande Estratégia

A Grande Estratégia de John L. Gaddis

No final da semana de trabalho tive uma surpresa desagradável quando o meu superior apresentou a minha avaliação de serviço. No período anterior tive uma pontuação relevante, sendo que agora esperava a mesma pontuação ou superior, pois vi as minhas responsabilidades aumentadas.

Mas não aconteceu nada do que esperava e fiquei indignado com a injustiça praticada. Mas enfim, neste momento da minha carreira já devia ter aprendido que o mundo do trabalho não é justo.

Felizmente este fim de semana tive a oportunidade de fazer uma curta viagem, em que não conduzia, e aproveitei para agarrar o livro A Grande Estratégia de John Lewis Gaddis, que me ofereceram no passado natal, e que parece que estava a aguardar o momento certo para ser lido.

Sempre adorei as viagens, por mais pequenas que sejam, para pensar e colocar a vida em perspectiva, e nada como um bom livro para acompanhar.

Lucio Buffalmano, no seu site The Power Moves, escreve que ser bom no que se faz é 1/3 da batalha. Os restantes 2/3 são para vender o que se faz e chegar às pessoas que importam.

Não poderia estar mais de acordo com esta informação, e daí a necessidade de criar uma nova estratégiana minha carreira que deverá obrigatoriamente incluir o marketing pessoal e comunicação.

The Start Up of You de Reid Hoffman e Ben Cashnocha, Resumo do Livro - As Minhas Notas

The start up of you - Livro de Reid Hoffman e Ben Cashnocha

The Startup of You, Adaptar ao Futuro, Investir em Si e Transformar a sua Carreira* de Reid Hoffman e Ben Cashnocha é um dos livros obrigatórios para quem quer aprender a gerir melhor a sua vida profissional. A premissa do livro é de que devemos tratar as nossas carreiras como uma verdadeira startup, uma empresa em início de atividade com constante necessidade de adaptação. Afinal, o empreendedorismo está nosso DNA.

Homem em desenvovimento deste a pré-história

O que mais me impressionou é o facto de que Hoffman, como cofundador da rede profissional do Linkedin, incentiva o desenvolvimento e o cuidado no contacto presencial e pessoal como potenciador das grandes oportunidades profissionais.

Desenvolver uma vantagem competitiva

Para vencer a concorrência, as empresas desenvolvem razões claras porque um cliente deve escolhê-las em detrimento de outras alternativas, ou seja, diferenciam-se.

Da mesma forma, num mundo onde "milhares de pessoas podem fazer o seu trabalho," tem de traçar um plano de carreira que o distinga dos outros profissionais. Não precisa de ser melhor que todos os outros, apenas ser melhor num determinado nicho.

Peças do puzzle: Competências, Aspirações e Mercado

Existem três peças do puzzle que compreendem a sua posição no mercado ou vantagem competitiva e, quando combinadas com um plano, determinam o caminho que deverá seguir.

  1. Competências: As suas soft skills (conhecimentos, habilidades, conexões) e hard skills (dinheiro, imóveis, etc.).
  2. Aspirações & Valores: Onde se vê no futuro.
  3. Realidades de mercado: O que as pessoas precisam e estão dispostas a pagar.

Estas três peças funcionam em conjunto. Competências que não geram rendimentos não o vão fazer chegar longe. Seguir a sua paixão e não ser bom naquilo que faz, também não o vai levar a lado nenhum. Senão houver mercado para os seus serviços, a competência e paixão também não lhe vão adiantar de muito.

Uma forma de melhorar a sua vantagem competitiva é atualizar as suas competências ou mudar a realidade de mercado. Hoffman e Cashnocha dão o exemplo de um jogador de basquetebol que não teve sucesso nos Estados Unidos, mas que se transferiu para uma equipa europeia onde conseguiu vencer. As competências do jogador não mudaram, mas sim o mercado.

Planear para adaptar

Para maximizar a quantidade e qualidade de oportunidades, e adaptar-se, é necessário trabalhar em três planos.

Planos A, B e Z

Plano A

O que está a fazer agora e a implementação da sua principal vantagem competitiva, como o seu emprego ou negócio principal.

Plano B

O que está a desenvolver em paralelo à sua principal ocupação, para quando o seu plano A não funcionar ou encontrar uma forma melhor de atingir os seus objetivos, seguir o mesmo como plano principal.

Plano Z

O plano Z é o último de todos, e é o barco salva-vidas para quando todos os outros falham. É como um seguro, espera-se que nunca seja necessário, mas está lá em caso de extrema necessidade.

Desenvolver uma rede

As relações profissionais e pessoais são importantes para a sua carreira, porque em última análise, cada trabalho se resume a interagir com as pessoas. Pessoas controlam recursos, oportunidades e informação.

Rede social

O poder de um indivíduo é elevado exponencialmente com a ajuda de uma rede. Existem dois tipos de relações.

Aliados

Os aliados são as pessoas mais próximas de si e que consulta regularmente. Confia no seu discernimento, ajudando-se mutuamente na prossecução de oportunidades. Trata-se de um círculo interno com poucas pessoas.

Conhecidos

Embora não tão vital como os aliados, os conhecidos introduzem diversidade à sua rede. Tendem a ser de diferentes círculos sociais ou indústrias e assim podem ser úteis para encontrar oportunidades ou inteligência fora do seu círculo interno de aliados

As relações são como outra coisa qualquer: se não estão a ficar mais fortes, estão a ficar mais fracas. Fortaleça as suas relações através da partilha de artigos, apresentações, colaboração e outras ideias que tenha. Seja criativo!

Encontrar uma oportunidade única

As trajetórias das melhores carreiras não são lineares. Ao contrário, são marcadas por oportunidades ou momentos únicos que podem fazer toda a diferença e transformar a nossa carreira de um dia para o outro. Nunca se sabe verdadeiramente quando este momento pode surgir.

Homem em destaque

Hoffman e Cashnocha recomendam o desenvolvimento de dois importantes hábitos de comportamento com o objetivo de aumentar a probabilidade de sucesso:

  1. Estar em movimento e junto de novas ideias, pessoas e lugares formando novas combinações e oportunidades.
  2. Participar em associações, clubes ou conferências aumentando a sua exposição. Se sentir coragem criar o seu próprio projeto de networking e envolver os outros

É de realçar que irão existir alturas de muitas dificuldades ou falta de motivação. Estes momentos podem ser uma bênção disfarçada ajudando cada pessoa a melhorar e a resolver problemas que se traduzam em novas oportunidades. Afinal as maiores descobertas e sucessos de todos os tempos nasceram das dificuldades ou problemas iniciais que foram ultrapassados.

Assumir riscos inteligentes

O risco tende a ser mal visto. Associamo-lo as coisas como perder dinheiro nos mercados ou a não ter um emprego fixo. O risco por si só não é o inimigo, pois é uma parte constante da vida.

Interrogação?

Por outro lado, agir de um forma proactiva e inteligente sobre o risco é um pré-requisito para aproveitar as oportunidades. Se souber como gerir o risco, vai verificar que em certas situações, onde os outros vêm uma luz vermelha, poderá ver uma luz verde.

A melhor forma de aprender a lidar com o risco é envolver-se gradualmente em situações de incerteza que lhe deem algum desconforto. Ou seja, é enfrentar os seus medos, mas um passo de cada vez.

Conclusão

Comece a desenvolver a sua vantagem competitiva. Comece a desenvolver a sua rede. Comece a investir em novas competências. Comece a tomar riscos inteligentes. Comece a perseguir as grandes oportunidades. Acima de tudo, comece a diferenciar-se no planeamento da sua carreira e a encarar a mesma como uma verdadeira startup em constante adaptação.

*Traduzido do título original do livro The Start-up of You: Adapt to the Future, Invest in Yourself, and Transform Your Career.

Texto adaptado e imagens do site The Start up of You.

A Redução da Minha Pegada Digital no Linkedin e Afins

Luzes vermelha de dados

Depois do contacto recente no Linkedin de uma empresa de executive search, e entrevistas seguintes, resolvi reduzir a minha presença profissional online ao essencial.

Os vários profissionais de recursos humanos que me adicionaram na sua rede apenas tinham interesse em aceder aos meus contactos, e consequentemente à concorrência e a estudos de mercado. Na minha ingenuidade pensava que estavam interessados no valor que poderia oferecer aos seus clientes, e quem sabe, surgir uma oportunidade.

Não quer isto dizer que abandone ou não reconheça benefícios na rede, pelo contrário, mas não o que se habitualmente pode esperar da rede.

O próprio cofundador do Linkedin Hoffman recomenda no livro The Start-Up of You, e que recomendo vivamente (resumo para breve), o investimento no contacto pessoal regular com as pessoas que possam vir a fazer diferença na nossa carreira. Os restantes contactos no Linkedin destinam-se apenas a alargar a rede e aceder mais facilmente a informação.

As melhores oportunidades estão no mercado escondido, cargos que não são anunciados e são conhecidos através das relações pessoais e de referências.

Depois disto tudo passei à redução da minha pegada digital na Internet. Eliminei a seção "Sobre" do meu perfil no Linkedin, que algumas pessoas dizem ser a mais importante, e onde tinha uma descrição geral do meu percurso profissional. Também eliminei a ligação para o meu site profissional registado com domínio próprio, além ter colocado o site offline. Fiz depois uma limpeza geral ao perfil ficando o essencial. Finalmente eliminei os profissionais de recursos humanos que me adicionaram à sua rede com o objetivo de aceder aos meus contactos.

A partir de agora, vou apostar no mercado escondido se quizer localizar oportunidades de carreira.

Será que Existem Oportunidades Profissionais no Linkedin?

Imagem com logo linkedin

Recentemente fui contactado por uma empresa de executive search no Linkedin com uma oportunidade profissional. Há mais de 10 anos que tenho conta nesta rede, e confesso que não via a utilidade da mesma para a progressão na carreira.

No entanto, e fazendo uma retrospetiva, este contacto só apareceu depois de ter começado a otimizar o meu perfil do Linkedin há cerca de dois anos. Inclui no meu perfil os principais projetos em que participei por organização, solicitei recomendações de competências a outros profissionais e desenvolvi um texto mais apelativo na seção “sobre”.

Paralelamente à otimização do Linkedin, criei um site profissional em que publiquei vários artigos e partilhei os mesmos na rede ao longo deste último ano. Possivelmente estas medidas fizeram com que ficasse mais relevante na rede, e que os recrutadores me encontrassem mais facilmente.

Deste contacto nasceram duas entrevistas, sendo que irei seguir para a próxima fase. Manifesto ainda algumas reservas desta oportunidade, pois só depois de saber a proposta final, e se as condições são apelativas posso saber se este convite é real.

Comparo as oportunidades do Linkedin à venda de um imóvel comum. Os verdadeiros interessados são poucos, só aparecem de vez em quando, e não se pode ter pressa de vender sob pena de não conseguir fazer um bom negócio vendendo o imóvel abaixo do preço de mercado.

Para existir interesse num imóvel, é necessário ainda um cuidado especial na apresentação e divulgação do mesmo, senão muito dificilmente poderá ocorrer um contacto em primeiro lugar.

Extrovertido versus Introvertido: Escolher o Tipo de Ocupação em Função da Personalidade

Mulher de braços abertos no meio do campo

O famoso psiquiatra e psicoterapeuta suíço Carl Jung dividiu a personalidade do ser humano em dois tipos: o extrovertido e o introvertido.

De uma forma geral, o extrovertido é aquela pessoa que gosta naturalmente de relacionar-se com outros, e energiza-se através do contacto e interação humanas.

O introvertido é geralmente a pessoa que prefere estar em solitude energizando-se com os seus pensamentos e as suas ideias.

Ninguém é totalmente extrovertido ou introvertido, sendo que a maioria das pessoas possui características de ambas as personalidades. No entanto, a personalidade de cada um tende a inclinar-se para um dos lados.

No meu caso, sou definitivamente mais introvertido, por gosto de desenvolver novas ideias, e não aprecio a presença de multidões que me tirem do foco. Não quero dizer com isto que não goste ou evite totalmente em estar com outras pessoas, até porque as relações interpessoais são fundamentais para um equilíbrio emocional.

Existem determinadas profissões ou trabalhos que são mais aptos para um extrovertido do que para um introvertido e vice-versa, mas com alguma criatividade podemos adaptar a nossa personalidade a qualquer tipo de trabalho.

Ao reconhecermos o nosso tipo de personalidade temos uma grande ajuda para tomar decisões, de forma a ocuparmos uma significativa parte do tempo fazendo o que nos motiva e dá energia.

A Personalidade Difícil de Uma Escritora que Conduziu ao Fracasso

Mulher com as mãos na cabeça

Esta semana vi um filme incrível na televisão sobre a história da escritora norte americana Lee Israel (1939-2014), intitulado Can You Ever Forgive Me? - Memórias de Uma Falsificadora Literária. Para ultrapassar as dificuldades económicas na altura, Israel ficou conhecida por ter falsificado mais de 400 cartas de autores famosos como Dorothy Parker, Noël Coward ou Ernest Hemingway, vendendo depois as cartas a livrarias especializadas em troca de dinheiro.

Israel até teve algum sucesso inicial, escrevendo biografias, e com um livro na lista dos mais vendidos no jornal New York Times, mas este sucesso durou pouco tempo, seguindo depois uma espiral descendente.

O que me impressionou mais no filme foi o facto de Israel ser uma escritora com um mau temperamento, o que incomodava os seus pares, e sobretudo a sua editora. Numa das cenas do filme, e depois de muitos telefonemas sem resposta, Israel encontra-se com a sua editora, implorando-lhe por trabalho. Esta ultima é extremamente franca e responde que a carreira de Israel está acabada, pois não consegue controlar as suas ações, além de se ter tornado alcoólica.

O ponto a que quero chegar com este artigo é que a construção de relações positivas na progressão de carreira ou de um negócio contam. Salvo raras exceções de certos génios, mais vale a pena pecar por excesso do que por defeito na simpatia quanto comunicamos com os outros.

Devemos tentar ser sempre atenciosos e agradar o próximo, pois nunca se sabe quando surge uma oportunidade. Se quiser uma ajuda nesta área, leia Como Fazer Amigos e Influenciar Pessoas de Dale Carnegie, um dos livros mais populares de sempre no desenvolvimento pessoal.

Photo by Atul Choudhary from Pexels

3 Técnicas de Relaxamento no Trabalho que o vão Ajudar a ter um Dia mais Produtivo

Homem a relaxar em cadeira com computador e auscultadores

Existe a noção de que trabalhar mais e longas horas é a fórmula para se produzir mais. Em certa certa medida é preciso uma grande dedicação se pretendemos alcançar as nossas metas, mas pelo meio é preciso tempo para respirar e apreciar a paisagem.

Neste artigo quero partilhar três técnicas simples para estes momentos de pausa e que pode utilizar sempre que se sinta com maior tensão ou cansaço no seu serviço.

Técnica n.º 1 - Dar um pequeno passeio

Esta técnica é uma das minhas favoritas. Sempre que me sinto tenso no meu trabalho ou passo longas horas no computador, saio do escritório e dou um pequeno passeio pela rua. Normalmente vou a um pequeno jardim perto do escritório e regresso pouco depois, já mais tranquilo.

No seu caso, senão tiver um jardim ou outro local de que goste perto, ou se o seu serviço não permitir um afastamento físico, uma pequena volta pelo escritório poderá ser o suficiente. O importante é desligar por uns momentos do ambiente de trabalho.

Técnica n.º 2 - Conversar com um colega

Se tem algum colega em que confia mais ou que criou uma maior empatia sempre pode fazer uma pausa e colocar a conversa em dia, de preferência sobre um assunto não relacionado com o trabalho. Falar sobre assuntos mundanos é uma ótima terapia anti-stress. Mas não se esqueça de manter esta conversa breve, para não prejudicar a sua produtividade e a do seu colega, que é o oposto do que se pretende.

Se trabalha sozinho ou sozinha, pense em aderir a um espaço de *coworking" de modo a promover o convívio com outros profissionais e fazer *networking*.

Técnica n.º 3 - Beber água fresca ou mastigar uma pastilha de canela

A terceira e última técnica de relaxamento é a menos convencional. Aprendi quando deixei de fumar, um vício terrível e de difícil desabituação. Esta técnica foi aconselhada num programa de desabituação tabágica que seguia na altura, e cujo objetivo era ajudar a reduzir o stress associado com a privação da nicotina. Quando senti vontade de fumar, bebia uma copo de água gelada ou mastigava uma pastilha de canela.

Não sei explicar o mecanismo de atuação deste fenómeno. Como especulação posso dizer que talvez no caso da água gelada, a atenção seja direcionada para a sensação de frio, prendendo a atenção do cérebro por uns breves momentos. No caso da pastilha de canela, o facto de ser um sabor fora do habitual, e pelo mesmo motivo que no caso anterior, a atenção do cérebro fixa-se neste paladar diferente. O objetivo será direcionar a mente para outros pensamentos que não o vicío e produzir sensações de tranquilidade.

Estas são as três técnicas simples que pode aplicar a qualquer hora no seu trabalho para ajudar a descomprimir sempre que momentos de stress ou cansaço surgam, e desta forma ser mais produtivo quando se dedica à sua profissão.

Se conhecer outras técnicas de relaxamento no trabalho que queira partilhar para ajudar a melhorar a produtividade pessoal, por favor responda num comentário.

 

O que Podemos Aprender com os Incompetentes

Pausa do computador, cansado da vista

Já pensou porque as pessoas com menores competências muitas vezes têm mais oportunidades e acabam por ser promovidas, em detrimento de outras com maiores capacidades?

Se julga que faz bem o seu trabalho como ninguém, mas sente que está estagnado ou estagnada na sua carreira talvez seja tempo de mudar de perspetiva, e pensar como um incompetente para finalmente criar a oportunidade que merece.

Neste artigo irei enumerar três táticas dos incompetentes que podem fazer a diferença na sua carreira e elevar a sua prestação profissional para novos níveis.

Tática n.º 1 - Manter as aparências

A primeira tática é a ilusão. Como os incompetentes não conseguem fazer um bom trabalho têm de se diferenciar doutra forma. O pouco que fazem tem apenas a ver com as aparências e a dar a entender que produzem muito, porque na realidade não sabem fazer o seu trabalho. Ninguém pode descobrir este facto, pelo menos aqueles que detêm o poder e estão mais elevados no seio da organização.

Tática n.º 2 - Ser muito simpático

A segunda tática é a simpatia extrema. Um incompetente que não sabe fazer nada e também é antipático com as outras pessoas não tem qualquer hipótese numa organização. Um incompetente sabe que se não quer ser despedido por não saber fazer o seu trabalho, tem de compensar agradando às outras pessoas com a sua simpatia e amabilidade.

Tática n.º 3 - Utilizar o trabalho dos outros

A terceira tática é a aproveitar o trabalho dos outros. Ao não produzir nada, o incompetente não consegue permanecer eternamente nesta situação sem ser notado, pelo que tem de utilizar o trabalho dos outros a seu favor. É comum este tipo de pessoa utilizar o trabalho dalgum colega e apresentá-lo como se fosse dele ou dela, resolvendo o seu problema.

O paradoxo desta situação é que a falta de qualificações ou experiência profissional dos incompetentes acaba por jogar a seu favor. Quando chega a altura de se promovidas o que conta são as aparências, o bom trato e colocar os outros a trabalhar.

Se quer ser promovido ou promovida têm de pensar menos em fazer bem o seu trabalho e pensar mais como um incompetente. Outra desvantagem da competência é que se trabalhar muito acabará por criar inveja nos outros, e eles irão fazer tudo para não brilhar.

5 Técnicas para Lidar com um Chefe "Picuinhas" sem Perder a Sanidade Mental

Mulher em frente a portatil apoiando a cabeça

Depois de umas semanas ausente aqui no blogue finalmente consigo dedicar tempo à escrita. Neste período houve mudanças de chefia no meu trabalho e fui premiado com um chefe picuinhas,

De acordo com o dicionário priberam, piquinhas é "aquele ou aquela que é exageradamente minucioso; que ou quem dá muita importância a pormenores".

Um chefe picuinhas é deste modo um micro gestor com muitas dificuldades em delegar tarefas aos seus subordinados. Muitas vezes estas pessoas são bons profissionais, mas quando transitam para cargos de chefia têm um grande receio que a sua equipa não esteja ao seu melhor nível, e o resultado é não dar espaço aos seus colaboradores, atentos a todos os detalhes.

De seguida irei partilhar cinco técnicas que poderá utilizar para lidar com um chefe picuinhas no seu trabalho.

1. Preparação mental

A primeira técnica é a preparação mental e entender esta nova situação como mais um desafio profissional. Possivelmente o seu chefe não tem nada contra si, e não deve levar para o campo pessoal, mas sim como um problema no trabalho que carece de resolução.

2. Manter a postura e educação

A segunda técnica é manter a postura e educação perante o seu chefe por mais que isso lhecuste, e de modo ao mesmo não ter nada a apontar em relação a si. As leis do poder são dinâmicas e nunca sabe se irá precisar do seu chefe no futuro, portanto mantenha as portas abertas.

3. Transmitir indiretamente que não aprecia este tipo de comportamento

A terceira técnica é de uma forma subtil transmitir que não tolera este tipo de comportamento, para que o seu chefe o possa respeitar. Isto muitas vezes é conseguido de uma forma indireta falando com outras pessoas que reportam ou trabalham consigo além do seu chefe para terem em consideração o organograma da organização ou projeto, e não passarem por cima de si falando com o seu chefe diretamente.

4. Fazer uma auto-análise

A quarta técnica é fazer uma auto-análise, e verificar se o comportamento do seu chefe não terá uma razão de existir. Por exemplo, tem falta de conhecimentos ou competências nalguma área específica do seu trabalho? Neste caso deve falar com o seu chefe das necessidades específicas de formação ou de pensar na forma como trabalha.

5. Utilizar o trabalho do seu chefe a seu favor

A quinta e última técnica é utilizar a vontade de trabalhar do seu chefe a seu favor, à semelhança do que acontece no judo em que se utiliza a força do oponente como vantagem. Provavelmente a personalidade do seu chefe é mesmo assim. Pode dar-lhe, por exemplo, tarefas que não pretende fazer para o manter ocupado e mante-lo afastado dos seus projetos.

Espero que estas cinco técnicas o tenham ajudado se cruzar-se com um chefe picuinhas no seu trabalho. Este tipo de chefe pode ser desconcertante, podendo no entanto aprender com a experiência e dar a volta.

Mais sobre mim

Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Arquivo

  1. 2019
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2018
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D

O que ando a ler

/

Informação legal

Este blogue transmite a opinião do autor e pode conter imprecisões. Nas suas decisões, faça a sua própria pesquisa ou procure ajuda de um profissional.