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The Daily Habit

Diário de produtividade pessoal

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A Grande Estratégia de John Lewis Gaddis, Resumo do Livro - As Minhas Notas

 

A Grande Estratégia de John Lewis Gaddis

A Grande Estratégia de John Lewis Gaddis é um livro especial, de base académica, pelas origens do autor como professor na Universidade de Yale nos Estados Unidos, que venceu um prémio Pulitzer e é um dos historiadores mais reputados da atualidade.

Esta obra aborda a temática da grande estratégia recorrendo a textos clássicos e a estudos de caso históricos. Este resumo pretende transmitir as minhas notas com as citações que considero ter uma maior componente prática aos líderes atuais.

Os seres humanos, em termos da estratégia que empregam, são divididos por dois tipos, os porcos-espinhos e as raposas (Isaiah Berlin) (pág. 18):

“Os porcos-espinhos, explicava Berlim, relacionam tudo com uma única visão central através da qual tudo o que dizem fazem ganha significado. As raposas, pelo contrário, prosseguem muitos fins, muitas vezes não relacionados entre ti e até contraditórios, ligadas apenas, se de todo ligados, de algum modo de facto.”

Ligação entre a formulação de uma teoria e o passado (pág. 24):

“A prova de uma boa teoria reside na sua capacidade para explicar o passado, pois só se o fizer podemos confiar no que pode dizer-nos sobre o futuro.”

Reconhecer a relação entre os fins e os meios (pág. 26):

“Visto que só existem na imaginação, os fins podem ser infinitos: um trono na lua, talvez, com uma grande vista. Os meios, porém, são teimosamente finitos são botas no terreno, navios no mar e os corpos necessários para o encher. Fins e meios tem de ter relação para alguma coisa acontecer. Nunca são, contudo, intercambiáveis.”

Porcos-espinhos e raposas não precisam de ser mutuamente exclusivos (págs. 29 e 34):

“Berlin admitiu, pouco antes da sua morte, que (…) algumas pessoas não são raposas nem porcos-espinhos, algumas pessoas são ambas as coisas. Tinha estado apenas a jogar um jogo intelectual. Outros tomaram-no demasiadamente a sério. A explicação faz sentido dentro do quadro mais amplo do pensamento de Berlin, pois que escolhas teríamos se estivéssemos presos dentro de categorias, imitando animais, que tornassem a previsibilidade obrigatória? (…) Precisaríamos de combinar numa só cabeça (a nossa), o sentido de orientação do porco-espinho e a suscetibilidade da raposa ao meio ambiente. Conservando ao mesmo tempo a capacidade de funcionar.”

“Talvez devamos a nossa existência, portanto, à destreza com o qual mudamos entre pensamento rápido e pensamento lento - entre o comportamento de raposas e de porcos-espinhos.”

Sobre o senso-comum (pág. 35):

“O senso comum (…) é como oxigénio: quanto mais alto se sobe mais escasso se torna. “Com grande poder vem grande responsabilidade”, lembrava ao homem-aranha, memoravelmente, o seu tio Ben - mas também o risco de fazer coisas estúpidas.”

Definição de grande estratégia e sobre o êxito (págs. 35 e 36):

“Definirei esta expressão (grande estratégia), para efeitos deste livro, como o alinhamento de aspirações potencialmente ilimitadas com capacidades necessariamente limitadas.”

“Especificar o êxito nunca foi fácil, mas a natureza infinita dos meios ajudou a fazê-lo. Pois embora a satisfação seja, em última análise, um estado de espírito, atingi-la requerer despesas verdadeiras.”

Sun Tzu e A Arte da Guerra (págs. 79 e 80):

“Sun Tzu (…) apresenta princípios, escolhidos pela sua validez ao longo do tempo e do espaço, e depois relaciona-os com práticas, limitadas no tempo e no espaço. A Arte da Guerra, por conseguinte, não é história nem biografia. É uma compilação de preceitos, de procedimentos - e afirmações categóricas: general que dá ouvidos a minha estratégia, é certa a sua vitória. Conservai-o! Quando for um que se recusa a dar ouvidos a minha estratégia, a sua derrota e certa. Demitiu -o!”

“Ninguém pode prever tudo o que pode acontecer. Ter uma ideia das possibilidades, no entanto, é melhor do que não ter qualquer noção do que esperar. Sun Tzu procura sentido - mesmo sentido comum - amarrando os princípios, que são poucos, às práticas, que são muitas. A liderança em a Arte da Guerra é, então, ver simplicidades na complexidade.”

A ironia sobre a natureza do comportamento humano segundo Santo Agostinho (pág. 112):

“Agostinho dizia se os bebés são inocentes não é por falta de vontade de fazer mal mas por falta de força.”

Importância das listas (pág. 118):

 “Agostinho formulou os seus critérios sob a forma de uma lista, não de mandamentos. Isso foi porque as listas se adaptam melhor a mudança do que os mandamentos. Os marinheiros recorrem a elas antes de se fazerem ao mar. Os soldados empregam-nas para planear missões. Os cirurgiões exigem-nas para segurarem de que terão os instrumentos de que precisam e não deixaram nenhum para trás. Os pilotos percorrem-nas para garantir descolagens seguras e aterragens suaves - de preferência no aeroporto pretendido. Os pais desdobram-nas para prevenir tudo o que pode correr mal quando se transportam crianças pequenas. As listas fazem perguntas comuns em situações que podem surpreender: a ideia é abordá-las tanto quanto possível a probabilidade de que o façam

As crenças de Santo Agostinho (págs. 120 e 121):

“Agostinho nunca foi o monoteísta de todo o coração. Adorava a razão tanto quanto adorava Deus.”

“Alinhamento, por sua vez, implica interdependência. A justiça é inalcançável na ausência da ordem, a paz pode requerer que se travem guerras.”

Nicolau Maquiavel responde qual o uso da história (pág. 124):

“As competências necessárias são as da imitação, da adaptação e da aproximação. Maquiavel recomenda o estudo da história, pois visto que os homens caminham sempre por sendeiros já batidos por outros e procedem nos seus atos por imitação, um homem prudente deve seguir sempre os caminhos batidos por grandes homens e imitar aqueles que foram os mais excelentes, de modo que se a sua virtude não chega tão longe está pelo menos no seu olor.”

O que distingue Agostinho de Maquiavel (pág. 130):

“Penso que a visão que Agostinho tem da justiça, que tem que ser precedida pela ordem. Só um Estado pode providenciar estabilidade, mas Agostinho só presta contas ao seu Deus. Maquiavel não é nenhum ateu, mas o seu Deus não governa Estados.”

A transgressão de Maquiavel (pág. 133):

“A grande transgressão de Maquiavel, conclui Berlim, foi confirmar o que toda a gente sabe mas ninguém quer admitir: que os ideais não podem ser alcançados. a política, por conseguinte, nunca pode equilibrar o realismo com o idealismo: só há realismos concorrentes. Não há competição na governação entre política e moralidade: só há política.”

Voltando á racionalidade da teoria (págs. 225 e 226):

 “A teoria existe para que uma pessoa não precise de começar do zero de cada vez, selecionando o material e trabalhando nele, mas sim o encontre à mão e em boa ordem. Destina-se a educar o espírito do futuro comandante ou, mais exatamente, guiá-lo na sua autoeducação, não a acompanhá-lo ao campo de batalha; tal como um professor sábio guia e estimula o desenvolvimento de um jovem mas tem o cuidado de não o levar pela mão durante o resto da sua vida.”

Carl von Clausewitz vê a teoria, portanto como treino. é o que endurece o corpo para grandes esforços, fortalece o coração perante os grandes perigos e fortalece o julgamento contra as primeiras impressões.”

Ernst von Pfuel era um daqueles teóricos que amam tanto a sua teoria que se esquecem do propósito da teoria - a sua aplicação na prática; no seu amor pela teoria, odiava tudo o que era prático e não queria saber disso. Até ficava contente com o fracasso, porque o fracasso, procedendo de desvios da teoria na prática só provavam a seu ver a correção da teoria.”

Proporção e contradições (pág, 232):

 “Sobre a guerra e Guerra e Paz balanceiam opostos incessantemente e numa extensão épica. É daí que a proporcionalidade - a simultânea compreensão de contradições - vem.”

Teoria versus prática. Preparação versus improvisação. Planeamento versus fricção. Força versus política. Situações versus esboços. Especialização versus generalização. Ação versus inação. Vitória versus derrota. Amor versus ódio. Vida versus morte. Comandar de dentro das nuvens versus manter o chão à vista.  Mas nenhum versus arte e ciência. Não é exagero dizer, por conseguinte, que Clausewitz e Liev Tolstói juntos são, na amplitude, imaginação e honestidade com que abordaram estas grandes questões os maiores dos estrategas.

Os presidentes norte-americanos (págs. 309 e 326):

Tanto numa coisa como noutra foi um autodidata (Abraham Lincoln). Lia vorazmente, lembrava-se pragmaticamente e aplicava engenhosamente as lições que aprendia.

“Pois mostrava (Franklin D. Roosevelt) que o poder e a ordem não são uma camisa de forças da doutrina, que é possível conciliar a liberdade individual - uma textura larga da sociedade - e um mínimo indispensável de organização e autoridade.”

Intelecto e temperamento no sucesso (pág. 326):

“Qualquer atividade complexa, escreve Clausewitz, se é para ser levada a cabo com o mínimo de grau de virtuosidade requer dotes apropriados de intelecto e de temperamento. Se forem extraordinários e se revelarem me feitos excecionais, quem os possuía é declarado um génio. Pois como nenhuma política pode ser pura também a grande estratégia não pode deixar de ser afetada pelo imprevisto.”

Primeiro Pergunte Porquê de Simon Sinek, Resumo do Livro – As Minhas Notas

Primeiro Pergunte Porquê de Simon Sinek

Em Primeiro Pergunte Porquê, Simon Sinek apresenta a ideia de que os grandes líderes inspiram os outros a colocar o Porquê (propósito) antes do Como (processo) e do Quê (produto).

Ideias principais:

  1. Exemplos de Porquê:
    - Porque é que a nossa empresa existe? (não por causa de lucros; lucros são o resultado).
    - Porque é que as pessoas se deveriam importar?
  2. Para motivar alguém à ação, tem duas opções: pode manipular ou pode inspirar.
  3. A manipulação inclui preço, promoções, medo, aspirações, novidades, pressão dos pares, etc.
  4. A manipulação é utilizada para transações que possivelmente só acontecem uma vez, não para criar fidelidade.
  5. Inspirar pessoas requer um propósito real, um Porquê.
  6. Um Porquê bem expresso ajuda-o a diferenciar da concorrência.
  7. Os humanos querem pertencer a uma comunidade ou cultura, com um claro Porquê.
  8. Os clientes identificam-se com marcas que articulam um claro Porquê.
  9. Os clientes não se conseguem identificar com o Quê sem o Porquê.

Aplicação:

  1. O comportamento precisa de reforçar o Porquê.
  2. Seja autêntico. Conheça o seu Porquê e alinhe todas as suas decisões, ações e comunicações com o mesmo.
  3. Os seus princípios precisam de focar-se á volta de sentenças orientadas para a ação, e não apenas nomes.
    - Dizer encontrar formas criativas de resolver problemas, em vez de inovação.
  4. Ignore a competição, e foque-se no Porquê.

Citações selecionadas:

"Não são a lógica ou factos, mas o desejo e sonhos, o coração e instinto, que conduzem as pessoas a tentarem novas coisas."

"A confiança emerge quando sentimos que outra pessoa ou organização é conduzida por outras coisas que não apenas os seus interesses."

“Eu consigo tomar uma decisão com 30% da informação, Mais do que 80% é muito” - citação de Colin Powel mencionada no livro, anterior secretário da defesa norte-americano.

Fonte:

Start with Why: How Great Leaders Inspire Everyone to Take Action (book summary)

Como Criar Um Plano de Sucesso em 6 Passos

“Quando se navega sem destino, nenhum vento é favorável.” —  Séneca

Esta citação de Séneca reflete bem a necessidade implícita da criação de objetivos e de um plano, pois sem um rumo, será difícil senão mesmo impossível, criar e aproveitar novas oportunidades que conduzam a uma vida com mais significado.

Neste artigo, quero partilhar com o leitor como poderá criar um plano de sucesso simples em seis passos, para ganhar a motivaçao de que precisa.

Puzzle

Passo 1 – Definir as áreas de sucesso

As áreas de sucesso são as zonas das nossas vidas que desejamos melhorar, e devem ser genéricas.

Exemplo de áreas: carreira, finanças, pessoal.

Abacus

Passo 2 – Definir o horizonte temporal

Um plano de sucesso não deve ser para o imediato. Devemos ser ambiciosos e pensar em grande. Trata-se da visão onde queremos chegar, recomendando um espaço temporal de um a cinco anos para a concretização do plano.

Exemplo de horizonte temporal: escolho o prazo de um ano para concretizar o meu plano de sucesso nas áreas da carreira, finanças e pessoal.

Objetivo

Passo 3 – Definir os objetivos

Aqui são definidos os objetivos em função das áreas de sucesso e do horizonte temporal. Pode utilizar a fórmula SMART neste passo para ajudar na criação dos objetivos.

Ter em atenção a ambição excessiva de objetivos, porque temos uma quantidade limitada de tempo, mas também de energia. A gestão de prioridades assume especial significado neste passo.

Exemplo de objetivos:

No prazo de um ano quero atingir os seguintes objetivos nas áreas escolhidas.

Pessoal

Objetivo 1 – Ter um dia 100% livre por semana sem estar ligado a computadores ou telemóveis, dedicado inteiramente à família.

Objetivo 2 – Ter uma alimentação vegetariana em pelo menos metade das refeições.

Finanças

Objetivo 3 – Ter uma taxa de retorno anual financeira de 100%, através do investimento na bolsa de valores, com operações de curto prazo e otimização da gestão do risco.

Objetivo 4 – Testar a hipótese de monetizar o blogue Daily Habit, com a angariação de um projeto de coaching em gestão do tempo e produtividade pessoal.

Carreira

Objetivo 5 - Dominar e praticar as regras do poder, partindo do trabalho desenvolvido por Robert Greene, Sun Tzu e Nicolau Maquiavel.

Projetos e tarefas

Passo 4 – Definir projetos e tarefas

Cada objetivo deve ser decomposto em projetos e tarefas, para operacionalizar a sua concretização. De acordo com o método de gestão do tempo GTD, um projeto é um conjunto de duas ou mais tarefas. Um projeto deve conter obrigatoriamente tarefas, mas uma tarefa pode ser única não tendo de estar obrigatoriamente incluída num projeto.

Quadro de pernas

Passo 5 – Afixar o plano em local visível

O plano de sucesso deve ser impresso e colocado em local visível, para recordarmos regularmente que as tarefas diárias contribuem para o nosso plano maior de sucesso. Este plano deverá também ajudar a despertar a nossa motivação.

Cabeça a pensar

Passo 6 – Rever o plano regularmente

As prioridades mudam, a vida muda e os imprevistos acontecem. O nosso plano tem de acomodar as incertezas da vida, e por isso, recomendo a revisão trimestral do plano de sucesso.

Nesta revisão podem ser acrescentados, eliminados ou modificados os objetivos, bem como atualizadas as áreas de sucesso.

Conclusão

Espero que este artigo possa contribuir para estimular a sua criatividade, e criar o seu próprio plano de sucesso. A última finalidade, é que navegue em direção ao seu destino com vento favorável, vivendo a vida com alegria e significado.

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Porquê Aprender sobre o Poder?

Halterofilista a levantar pesos

Depois da injustiça no trabalho da semana passada com a minha avaliação, e da curta viagem neste fim de semana em que tive a oportunidade de ler A Grande Estratégia de John Lewis Gaddis, é tempo de iniciar a semana com uma nota positiva.

Nada melhor do que conhecer e dominar as dinâmicas do poder como parte da estratégia de evolução na carreira, pois como já tinha escrito no artigo anterior, ser bom naquilo que se faz é apenas 1/3 da batalha.

As dinâmicas do poder aplicam-se em todas as áreas

De acordo com Lucio Buffalmano em The Power Moves, as dinâmicas do poder aplicam-se em todas as áreas da vida e socialização, e não têm de ser necessariamente usadas para projetar poder, mas também para se conseguir uma maior justiça, prevenir a manipulação e desenvolver relações saudáveis em que todos ganham.

O domínio das dinâmicas do poder contribui ainda para melhorar a capacidade de influência e persuasão, liderança, relacionamentos, ambiente de trabalho e qualidade de vida.

Valores a cultivar no poder

Para desenvolver o poder deve abraçar os seguintes valores:

- O poder começa pela escolha de nunca ser uma vítima.

- Somos livres e virtuosos até ao momento que o nosso poder pessoal o permite.

- Procurar crescimento, e não ajuda.

- Questionar a autoridade e as fracas lideranças.

- Encontrar o próprio caminho, em vez de seguir o dos outros.

- A verdadeira liberdade só é conseguida através do entendimento do nosso inconsciente.

- Ter em atenção os grupos e adaptar um individualismo saudável (mesmo dentro de um grupo), porque os primeiros são facilmente manipuláveis.

A Importância de Criar um Site Profissional e sua Interligação com o Linkedin

Pessoas em reunião com computador portatil

Prevê-se que a produção de conteúdos na Internet continue a crescer nos próximos anos, e torna-se cada vez mais difícil ter uma voz no mundo digital. A proliferação das redes sociais, que inclui o Linkedin como rede profissional, tem tido igual crescimento com cada vez mais pessoas a aderir e a interagir neste tipo de plataformas.

Torna-se portanto urgente criar uma forma de diferenciação para o profissional que se quer distinguir na sua indústria. A criação de um site profissional é uma dos meios disponíveis para este fim.

O site por si só não produz maiores valias se for utilizado isoladamente, assim como o Linkedin não é suficiente por si próprio. É importante ter uma estratégia global utilizando o site como um local para mostrar a marca pessoal e as características únicas do profissional, e o Linkedin para criar momento e fazer com que os decisores das organizações visitem o site e possam eventualmente estabelecer um contacto de interesse nos serviços.

Para a criação de um site profissional existem vários pontos a ter em consideração.

Domínio próprio ou não.

Um site pode ser alojado numa plataforma gratuita como o wix, weebly, wordpress.com ou webnode e ficar com o nome de dominio nomedoprofissional.wordpress.com. Ou pode ser registado um domínio próprio ficando por exemplo nomedoprofissional.com.

Tratando-se de um site profissional, deve-se escolher a utilização de domínio próprio pois transmite um maior profissionalismo.

Algumas empresas de registo de domínios na Internet:

https://www.dominios.pt/

https://www.namecheap.com/

Alojamento gratuito ou não

As plataformas acima referidas permitem alojamento gratuito, sendo que perdem-se determinadas funcionalidades. O alojamento próprio tem atualmente baixo custos e permite através por exemplo do wordpress.org criar qualquer tipo de site ou blog, sendo o “céu” praticamente o limite. Como desvantagem, o alojamento próprio necessita de uma curva de aprendizagem.

Se o profissional não tiver os conhecimentos necessários para alojar o seu site, pode registar um domínio próprio e utilizar uma das plataformas de alojamento gratuito. A maioria destas plataformas permite utilizar domínio próprio, e o profissional pode migrar posteriormente o seu site se o assim entender.

Algumas empresas de alojamento:

https://www.webhs.pt/

https://www.iberweb.pt

https://www.webtuga.pt/

Idioma em português ou inglês

O tipo de idioma deve refletir a audiência alvo. Se o principal público fala o português deve-se utilizar o português no site. Se o público for diverso e internacional, então o inglês deve ser a escolha.

Existe também a possibilidade de criar-se um site bilingue, utilizando dois idiomas como o português e o inglês. O trabalho necessário para a sua manutenção pode não justificar, exceto em casos bastante específicos.

Uma forma de compromisso será escolher um idioma principal, e utilizar-se dois idiomas em conteúdos estáticos como a biografia ou o curriculum vitae. A produção de conteúdos como no caso de artigos ou blog, neste caso ficará com o idioma principal.

Conteúdos

Um site profissional deve conter no mínimo resumo biográfico, curriculum vitae, contactos e ligação ao Linkedin.

A criação de artigos de interesse à audiência alvo é também desejável, demonstrando os conhecimentos específicos do profissional, conhecido por thought leadership no inglês.

Neste último caso, o Linkedin já permite a publicação de artigos à semelhança de um blogue, pelo que é importante decidir-se como se irão gerir os conteúdos.

Existem três opções de gestão de conteúdos de artigos.

A primeira opção é escrever o artigo completo no site divulgando o mesmo no Linkedin através de uma publicação normal.

A segunda opção é escrever o artigo completo no site e na área de artigos do Linkedin. Neste caso deve-se ter em atenção para fazer a publicação em primeiro lugar no site, e só depois no LInkedin, de forma ao Google poder indexar primeiro o site e dar maior relevância.

A terceira opção é escrever o artigo completo no Linkedin e publicar unicamente o título do artigo no site criando-se uma ligação para o Linkedin.

Existem vantagens e desvantagens na escolha de cada uma das opções. De um modo geral ao fazer com que as pessoas visitem o seu site irá dar maior relevância ao mesmo e permite que o Google o possa listar mais facilmente nos seus motores de busca. Por outro lado, grande parte da sua audiência é encaminhada através do Linkedin para o seu site, e sair desta plataforma pode constituir uma barreira para algumas pessoas.

Uma presença online que faça a diferença é necessária

Longe vão os tempos em que apenas o curriculum vitae e carta de apresentação são suficientes para a pesquisa de novas oportunidades profissionais. De um modo geral, é importante ter site próprio, saber interligar e tirar o máximo partido da rede Linkedin, para os que querem aumentar as possibilidades de evolução nas suas carreiras.

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Designing Your Life de Bill Burnet & Dave Evans, Resumo do Livro – As Minhas Notas, Parte 3

Designing Your Life Burnett

Em Designing Your Life – Construir a Carreira Perfeita Passo a Passo, Bill Burnet e Dave Evans, escrevem sobre como podemos escolher e desenhar a nossa vida e carreira. Esta é a parte 3 e última do artigo com o resumo do livro e as minhas notas.

Designing Your Life - Parte 1
Designing Your Life - Parte 2
Designing Your Life - Parte 3

Burnet e Evans defendem que podemos aplicar os mesmos princípios que as empresas na criação de tecnologia e produtos, para a criação de uma vida com significado e preenchida.

Os autores são responsáveis pela produção de um popular curso com origem na Universidade de Stanford com o mesmo nome, e com o objetivo de ajudar alunos e pessoas de todas as idades a encontrarem as suas paixões e a gerirem a suas carreiras.

Como utilizar um protótipo experimental

Os protótipos isolam um aspeto de um problema e desenham uma experiência que proporciona a tentativa de uma potencial versão de um melhor futuro.

A forma mais simples e fácil de criar um protótipo é uma conversa a que Burnett e Evans chamam de Life Design Interview.

Esta conversa ou entrevista pretende saber a história de outra pessoa, e pode por exemplo envolver passar um dia com um profissional que gostava de seguir os passos, ou uma semana num projeto experimental ou mesmo um estágio numa empresa em que gostaria de trabalhar. Este último caso requere um maior investimento e compromisso.

O mercado de emprego escondido

O mercado de emprego escondido é aberto às pessoas que já possuem uma ligação numa rede profissional onde o emprego reside. Life Design Interview, é talvez a melhor forma de entrar neste mercado no seu campo de interesse.

Mais de metade das vezes, esta abordagem resulta numa oferta iniciada pelo entrevistado. Senão lhe fizerem uma oferta, poderá fazer uma questão que possa converter a história do entrevistado numa oferta.

“Quanto mais aprendo e conheço pessoas da empresa XYZ, mas interessante se torna. Quais seriam os passos envolvidos para alguém como eu poder fazer parte da organização?”

A Internet deve ser utilizada não para candidatar-se a empregos anunciados, mas para procurar pessoas cujas histórias gostaria de ouvir.

Candidatar-se a anúncios de emprego

Burnett e Evans não recomendam candidatar-te diretamente a anúncios de emprego, mas se o tiver de fazer deve ter em conta os seguintes pontos:

  • Escrever o seu currículo utilizando as mesmas palavras-chave do anúncio.
  • Se tiver uma competência especifica requerida, deve-a referir ni currículo exatamente como está escrita no anúncio.
  • Focar-se na descrição do currículo que corresponda ao anúncio.
  • Trazer sempre uma cópia do currículo para a entrevista.

Como escolher entre várias opções

Existem várias formas de gerar opções como as já referidas reflexões de vida e de trabalho, criação de mindmaps, três alternativas de vida (a que os autores chamam de Odissey Plan) e os protótipos de conversa ou entrevista.

Primeiro é preciso ter a melhor informação, fazer o trabalho de casa, tomar notas, fazer cálculos, falar com peritos, etc. Segundo, e após o trabalho analítico de codificar, listar e categorizar, precisamos de aceder à sabedoria e intuição interior do nosso ser emocional para ajudar a escolher as nossas melhores opções.

Gere uma série de opções, depois reduza a lista a cinco opções no máximo,  e depois faça a melhor escolha que conseguir com tempo e recursos disponíveis, e siga em frente.

Termina assim a parte 3 e última do resumo do livro com as minhas notas de Designing Your Life – Construir a Carreira Perfeita Passo a Passo, Bill Burnet e Dave Evans.

Designing Your Life de Bill Burnet & Dave Evans, Resumo do Livro – As Minhas Notas, Parte 2

Designig Your Lige Burnett

Em Designing Your Life – Construir a Carreira Perfeita Passo a Passo, Bill Burnet e Dave Evans, escrevem sobre como podemos escolher e desenhar a nossa vida e carreira. Esta é a parte 2 do artigo com o resumo do livro e as minhas notas.

Designing Your Life - Parte 1
Designing Your Life - Parte 2
Designing Your Life - Parte 3

Burnet e Evans defendem que podemos aplicar os mesmos princípios que as empresas na criação de tecnologia e produtos, para a criação de uma vida com significado e preenchida.

Os autores são responsáveis pela produção de um popular curso com origem na Universidade de Stanford com o mesmo nome, e com o objetivo de ajudar alunos e pessoas de todas as idades a encontrarem as suas paixões e a gerirem a suas carreiras.

Analisar e refletir sobre as atividades diárias

Quando estamos no estado de flow, sentimo-nos completamente presentes no que estamos a fazer, que não temos a noção do tempo.

Envolvemo-nos em atividades físicas e mentais ao longo do dia. Algumas atividades carregam a nossa energia enquanto outras descarregam.

A maior parte de life design work é dirigido a aperfeiçoar e melhorar a vida em que está, sem ter de fazer grandes mudanças, como mudar de emprego ou ter de voltar a estudar.

O trabalho é divertido quando está a utilizar os seus pontos fortes e está profundamente envolvido e energizado pelo que está a fazer.

Para identificar estes momentos Burnett e Evans propõe criar um Good Time Journal:

  1. Registando as atividades diárias medindo o envolvimento e energia.
  2. Refletindo sobre o que se está aprendendo.

No ponto 2 de reflexão pode-se utilizar o método AEIOU:

Atividades. O que estava a fazer.

Ambiente. (Environments). Onde estava e o que estava a sentir.

Iterações. Com quem estava a interagir, incluindo pessoas ou máquinas.

Objetos. Se estava a interagir com objetos, como tecnologia ou outros objetos fisícos.

Utilizadores. Quem mais estava consigo.

O seu passado também está à espera de perceções, em especial os momentos mais significativos.

A técnica do mind mapping

Como life designer, precisa de abraçar duas filosofias:

  1. Faz as melhores escolhas quando tem várias ideias à sua disposição.
  2. Nunca escolhe a primeira solução para um problema.

O técnica de mind mapping é extremamente útil para encontrar novas ideias, que pode ser utilizada como brainstorming, porque permite aceder dois ou três passos fora do seu pensamento consciente.

Existem três passos para a criação de um mindmap:

  1. Escolher um tópico.
  2. Escrever as primeiras ideias que lhe vierem à cabeça correspondendo ao primeiro anel, e repetir para os anéis seguintes, devendo-se continuar até ter pelo menos três ou quatro anéis.
  3. Associar aleatoriamente as palavras e criar um novos conceitos.

O passo dois não deve levar mais de três ou cinco minutos para que ultrapasse o seu censor interno.

A diferença entre um problema âncora e um problema de gravidade

Um problema âncora difere de um problema gravidade, em que o primeiro tem solução (embora possa ser difícil) ao contrário do último que é acionável. Um problema gravidade é uma circunstância em que não pode fazer nada, não existindo solução podendo apenas aceitar e redirecionar.

Um dos princípios de design thinking é que deve falhar depressa para mover-se depressa. Quando está preso num problema âncora, tente restruturar o desafio como uma exploração de possibilidades. De seguida tente uma serie de pequenos protótipos de mudança que gostaria que acontecessem, de forma a encontrar uma maneira mais criativa de resolver o seu problema.

Ao imaginar como combinar elementos criativamente em novos papéis ou posições, está a mover-se com sucesso da resolução de problemas (o que fazer a seguir?) para design thinking (o que posso imaginar?)

As três vidas de um indivíduo

Burnett e Evans aconselham a imaginar e a escrever até três versões dos próximos cinco anos da sua vida.

A primeira vida. O que está a fazer e as suas ambições.

A segunda vida. O que faria se de repente não pudesse ter a primeira vida.

A terceira vida. O que faria ou a vida que teria se o dinheiro ou a imagem não fossem importantes.

Depois de fazer o exercício das três vidas, pode criar um vídeo com a apresentação das mesmas, e ver-se a si mesmo para auditar o que tem a dizer de si próprio e registar algumas ideias.

Termina assim a parte 2 do resumo do livro com as minhas notas de Designing Your Life – Construir a Carreira Perfeita Passo a Passo, Bill Burnet e Dave Evans.

Designing Your Life de Bill Burnet & Dave Evans, Resumo do Livro – As Minhas Notas, Parte 1

Designing Your Life de Bill Evans & Dave Burnett

Em Designing Your Life – Construir a Carreira Perfeita Passo a Passo, Bill Burnet e Dave Evans, escrevem sobre como podemos escolher e desenhar a nossa vida e carreira. Esta é a parte 1 do artigo com o resumo do livro e as minhas notas.

Designing Your Life - Parte 1
Designing Your Life - Parte 2
Designing Your Life - Parte 3

Burnet e Evans defendem que podemos aplicar os mesmos princípios que as empresas na criação de tecnologia e produtos, para a criação de uma vida com significado e preenchida.

Os autores são responsáveis pela produção de um popular curso com origem na Universidade de Stanford com o mesmo nome, e com o objetivo de ajudar alunos e pessoas de todas as idades a encontrarem as suas paixões e a gerirem a suas carreiras.

Começar onde está

Identificação de problemas + Resolução de problemas = Vida bem desenhada

A chave é livrar-se de ficar preso em alguma coisa que não é acionável, a que os autores chamam de problemas de gravidade. Quando fica preso num problema de gravidade, é uma situação permanente porque não existe nada que possa fazer, e os designers são acima de tudo pessoas de ação. A única resposta para problemas de gravidade é a aceitação.

A chave é não ficar preso em alguma coisa em que efetivamente não tem hipóteses de ser bem-sucedido. Se mantivera-se aberto o suficiente para a aceitar a realidade, ficará livre para reestruturar um problema acionável e desenhar uma forma de participar no mundo em coisas que lhe interessam e possam resultar.

Saber onde está

Para começar onde está deve avaliar a sua vida em quatro áreas: saúde, trabalho, lazer e amor.

A saúde significa bem-estar na mente, corpo e espirito. Saúde emocional, física e mental.

O trabalho significa a sua participação na grande aventura humana neste planeta, podendo estar ou não a ser pago para isso.

O lazer é tudo o que faz com alegria.

Todos sabemos o que é o amor e quando está presente nas nossas vidas.

A ideia é pegar no que desenhar primeiro, e ser curioso sobre como desenhar esta área particular na sua vida. Primeiro assegure-se que não está perante uma problemas de gravidade perguntando a si próprio se o problema é acionável?

É impossível prever o futuro, mas ao pensar como um designer e desenhar alguma coisa pode alterar o futuro que é possível de mudança.

Contruir um compasso

São necessárias duas coisas para construir um compasso: uma visão do trabalho e uma visão da vida.

Se conseguir ver as conceções entre o que é, o que acredita, e o que está a fazer, então saberá quando está no rumo certo, quando existe tensão, quando pode precisar de estabelecer alguns compromissos, e quando necessita de uma correção maior de rumo.

Todos querem geralmente o mesmo: uma vida longa e saudável, um trabalho que gostamos e que faça a diferença, amor e relacionamentos com significado, e uma vida divertida. A forma como que cada um pensa que chega lá é que é diferente.

Reflexão do trabalho

Esta reflexão deve levar cerca de 30 minutos e conter 250 palavras.

Aqui não se está interessado em que tipo de trabalho está interessado, mas porque trabalha. Não tem de incluir o serviço aos outros ou alguma ligação a assuntos sociais. Contudo, o psicólogo Martin Seligman descobriu que as pessoas que fazem uma ligação explícita entre o seu trabalho e um serviço social com significado para elas, podem encontrar uma maior satisfação, e estão mais aptas a adaptarem-se aos inevitáveis stresses e compromissos inerentes ao trabalho.

Uma reflexão da vida de trabalho pode incluir as seguintes questões:

  • Porquê trabalhar?
  • Para o que trabalhar?
  • O que o trabalho significa?
  • Como se relaciona com o indivíduo, os outros ou a sociedade?
  • O que define um bom ou digno trabalho?
  • O que o dinheiro tem a ver com o trabalho?
  • O que a experiência, crescimento, e satisfação tem a ver com o trabalho?

Reflexão da vida

Assim como a reflexão do trabalho, a reflexão da vida deve levar cerca de 30 minutos e conter 250 palavras.

Esta reflexão inclui as seguintes questões, que de certa forma são filosóficas e incluem a palavra Deus que pode ou não significar algo para o leitor.

  • Porque estamos aqui neste mundo?
  • Qual o significado ou propósito da vida?
  • Qual a relação ente o indivíduo e os outros?
  • Onde a família, país e o resto do mundo encaixam?
  • O que é o bem, e o que é o mal?
  • Existe algum poder superior, como Deus ou algo transcendental? E se sim, qual o impacto que tem na sua vida?
  • Qual o papel da alegria, tristeza, justiça, injustiça, amor, paz e conflito na vida?

Saber qual o nosso norte

A reflexão do trabalho e da vida deve estar articulada para nos dar o nosso norte, e deve ser feita pela menos uma vez por ano.

Cada vez que começar a sentir-se que a sua vida não está a funcionar, ou que está a atravessar uma grande transição, deve fazer uma recalibração no seu compasso.

Termina assim a parte 1 do resumo do livro com as minhas notas de Designing Your Life – Construir a Carreira Perfeita Passo a Passo, Bill Burnet e Dave Evans.

Como Criar uma Visão para a sua Organização ou Projeto

Docas ao por do sol

Há uns dias atrás tive a oportunidade de fazer uma apresentação perante uma plateia de 170 pessoas num evento de liderança da Toastmasters. Foi incrível a energia do grupo, tendo participado na workshop “The Visionary Leader”.

O objetivo desta workshop era mostrar aos líderes a importância do desenvolvimento de uma visão e descrever as principais etapas na criação da mesma.

Logo no início contei uma história para prender o interesse da audiência e introduzir o tema sobre a conhecida expressão “todos os caminhos vão dar a Roma” e qual a sua origem.

O império romano (27 a.C. - 330 d.C.) dominava o mundo chegando a ocupar o que atualmente são hoje 40 países. A origem da expressão tem a ver com a necessidade de comunicação dos romanos pelo seu extenso império, tendo construído 80 mil quilómetros de estradas.

Estas estradas, chamadas de cursos publicus, eram diferentes das que conhecemos atualmente, e serviam para os mensageiros levarem ordens por todo o império.

Se na altura do império romano sabia-se que estas estradas conduziam sempre a Roma, e todos os objetivos passavam por levar a informação para o centro do império, pelo contrário, nos dias de hoje as estradas e destinos são quase ilimitados, e as possibilidades são infinitas.

Senão tivermos uma visão clara para onde queremos ir, então nunca chegaremos ao nosso destino, ou pior, trabalharemos eternamente na visão dos outros.

De seguida irei escrever uma definição de visão, dar quatro exemplos de visão de empresas conhecidas, as suas características e como criar e comunicar a visão à equipa.

A parte seguinte do artigo é adaptada dos dispositivos que utilizei na apresentação.

Definição de visão

Visão é a imagem mental das aspirações futuras de uma organização, equipa ou indivíduo. (Nota: a criação de uma visão não tem de ser obrigatoriamente dedicada a uma organização, pode ser adaptada a uma equipa, pessoa ou projeto)

Exemplos de visão empresariais

Transcrevo de seguida quatro bons exemplos de visão de empresas conhecidas que considero serem um bom ponto de partida para se ter uma ideia do que se pretende de uma visão.

DISNEY: Fazer as pessoas felizes

HARLEY-DAVIDSON: Realizar sonhos através de experiências de motociclismo

TESLA: Acelerar a transição mundial para a energia sustentável

MICROSOFT: Ajudar pessoas em todo o mundo a realizar o seu potencial

Características da visão

As principais características de uma visão bem-sucedida, como exemplificado anteriormente, são:

  • Clara
  • Desafiadora
  • Geral
  • Orientada para as pessoas
  • Inspiradora

Objetivos da visão

São três as finalidades de uma visão:

  1. Providenciar uma direção geral
  2. Providenciar um contexto para a tomada de decisões
  3. Determinar a estrutura da organização

Criar uma visão em cinco passos

Deve-se ter em conta as etapas seguintes na criação de uma visão:

  1. O que a organização/equipa/indivíduo faz bem?
  2. O que a organização/equipa/indivíduo pretende fazer?
  3. O que torna a organização/equipa/indivíduo única ou especial?
  4. O que a equipa espera da organização/equipa/indivíduo?
  5. O que inspira a equipa?

Existem vários benefícios em envolver a equipa desde o início, como:

  • Vontade de atingir a visão
  • Controlar o seu futuro
  • Fomentar a cooperação e colaboração
  • Comunicar a visão

Os líderes devem ajudar a equipa a aceitar e adotar a visão através de várias ações:

  • Relacionar a visão com as atividades diárias
  • Determinar o papel de cada um na visão
  • Apoiar a concretização da visão
  • Mostrar pelas próprias ações

Em termos pessoais, a apresentação da worskshop “The Visionary Leader” teve um grande impacto, até porque nunca tinha estado perante uma audiência tão grande.

Para mim, a visão é o ponto de partida para qualquer desafio, o qual dá seguimento à missão, definição de objetivos e planeamento. Senão tivermos uma visão clara, é caso para dizer que “todos os caminhos vão dar a Roma”.

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