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The Daily Habit

Diário de produtividade pessoal

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A Arte da Guerra de Sun Tzu, Resumo do Livro – As Minhas Notas

Sun Tzu nasceu em 544 A.C., e fontes discordam dos detalhes da sua vida e paradeiro. Sabemos que era de origem chinesa, estratega militar, escritor e filósofo.

O nome está ligado ao livro A Arte da Guerra, que influenciou fortemente a estratégia militar oriental e chinesa e a filosofia em geral.

Inicialmente tinha pensado em criar um blogue exclusivo a este livro, escrevendo um artigo por capítulo, num total de 13. Depois de iniciar o trabalho, reparei que embora algumas das lições do livro sejam intemporais, existem diversas traduções com diferentes interpretações, o que acabava por ser mais um trabalho de estudo literário do que as lições práticas que reteria do livro.

Assim, resolvi escrever num artigo único um resumo geral do livro, com a essência de cada capítulo.

Poderá também ler resumos de outros autores nos sites Culturagenial, Familialong ou Docsity. A blogue Artblog descreve o contexto histórico do livro. Os sites PsicanáliseCliníca e ManualdoHomemModerno apresentam as frases mais conhecidas do livro. Já o BlogdeEscala vai por outro caminho, e aplica as lições da Arte da Guerra ao montanhismo, para se ter uma ideia da versatilidade e áreas de aplicação do livro.

Introdução

Para Sun Tzu, a guerra é um grande esforço para empreender e não deve ser iniciada sem consideração detalhada. Para isso deve-se começar sempre por reunir toda a informação disponível.

1. Avaliação e planeamento

A principal mensagem deste capítulo é que uma análise e preparação fracas levarão ao fracasso. Sun Tzu descreve os cinco fatores fundamentais da avaliação e planeamento, tais como:

- Missão.
- Clima.
- Terreno.
- Comando.
- Métodos.

2. Custo da guerra

Este capítulo centra-se nos custos da guerra, sendo um conceito crítico de A Arte da Guerra. Sun Tzu sublinha que o conflito é caro e vencer o oponente sem conflito é sempre a melhor resolução. No entanto, se tiver de travar uma guerra, faça-o com determinação e o mais rápido possível.

3. Ataque Estratégico

Destruir o inimigo não é a maior forma de realização de guerra, mas sim capturá-lo e subjugá-lo sem lutar. Sun Tzu considera as seguintes as melhores estratégias de guerra:

- Perturbar os planos do inimigo
- Impedir o inimigo de unir forças
- Atacar no campo

E a pior estratégia de todas é cercar cidades muradas.

4. Posicionamento

Antes mesmo de se mover, deve pensar em evitar perdas. Um exército deve defender as posições existentes até estar pronto e capaz de avançar em segurança. Não se mexa sem rumo, mas aprenda a ver a abertura que o seu inimigo lhe dá. Quando lhe consegue detetar um erro, pode ganhar com pouco custo e força.

5. Forças

A criatividade é importante para ganhar guerras, mas se for desenfreada pode ser perigosa. A criatividade deve ser ligada à realidade e utilizada em conjunto com métodos de trabalho comprovados.

6. Pontos Fracos e Pontos Fortes

A ideia deste capítulo é atacar quando e onde o seu inimigo está menos preparado e capaz de defender. Faça o inimigo apressar-se a lutar contra si, e ele vai chegar cansado. Aparece onde o inimigo não espera, e vai apanhá-lo de surpresa. Mantenha posições que não podem ser atacadas e ataque posições que não sejam defendidas ou difíceis de defender.

7. Manobras

Este capítulo centra-se na logística da guerra. O conflito direto é perigoso e dispendioso, mas às vezes é necessário, só devendo ser usado no caso de ser inevitável.

8. Adaptação

Cada situação é única, mas pode reconhecer elementos familiares em qualquer situação única. Embora queiramos ser criativos, também queremos aderir a métodos comprovados que funcionem.

9. Movimento

Este capítulo detalha o movimento de um exército. Pode ser mais antiquado dada a guerra moderna, mas alguns elementos ainda são válidos na infantaria. São apresentadas algumas regras gerais, tais como:

- Acampe em terreno alto.
- Não suba terreno alto para lutar.
- Afaste-se do rio se o atravessar.
- Ataque quando o exército está a meio caminho de atravessar um rio

10. Seis posições de campo

Este capítulo analisa os diferentes tipos de terreno e as vantagens e desvantagens de cada um. Estes são os seis tipos de terreno:

- Terreno acessível.
- Terreno pendente.
- Terreno temporário.
- Passes estreitos.
- Alturas precipitadas
- Muito longe.

Por exemplo, o terreno acessível é fácil de deixar e voltar. O terreno pendente é fácil de deixar, mas difícil de voltar e não deve ser usado para lançar um ataque. Porque se o ataque falhar, não é fácil para si recuar para o lugar de onde veio.

11. Nove Campos de Batalha

Sun Tzu lista nove tipos de campos de batalha:

- Dispersivo (território próprio).
- Facilidade.
- Contencioso.
- Aberto.
- Interseção rodoviária.
- Sério.
- Difícil.
- Cercado.
- Desesperado

12. Ataque de fogo

As armas de hoje são bem diferentes, mas a estratégia mantém-se. Há cinco maneiras de usar o fogo na guerra, diz Sun Tzu, podendo queimar:

- Soldados no seu acampamento.
- Armazéns.
- Carruagens de mantimentos.
- Armamento.
- Lançando fogo entre as tropas inimigas.

13. Inteligência

A Arte da Guerra afirma que não existe tal coisa a realidade objetiva, mas sim interpretações diferentes da realidade. Quão perto interpretamos a realidade é um elemento importante de ganhar ou perder uma guerra. De certa forma, todas as guerras são guerras de informação.

Conclusão

A Arte da Guerra é possivelmente o livro de estratégia militar mais antigo e mais conhecido. Se bem que concetualizado num âmbito de guerra com o objetivo de um general planear e conduzir as suas tropas à vitória, hoje é usado, com as devidas adaptações. em áreas como os negócios e a política, ou qualquer função onde existam dinâmicas de poder. Substitua inimigos por concorrentes ou oponentes.

 

Como Ser Promovido: Parte 2

Na parte 1 desta série de artigos escrevi sobre a importância dos objetivos profissionais, as características comportamentais de sucesso e a necessidade de darmos o primeiro passo para obter uma promoção no trabalho.

Neste artigo vou desenvolver as características comportamentais essenciais para progredir numa organização, nomeadamente ao conhecer os temas ou padrões comuns àqueles que já conseguiram uma promoção na organização ou empresa em que trabalhamos.

Utilização de um caso prático

Irei utilizar um caso prático da minha organização identificando as características daqueles que obtiveram sucesso na nomeação para um cargo superior. Muito possivelmente, noutras organizações ou empresas,  todas ou grande parte destas características também se aplicam..

1. Competência

Para obter uma promoção é essencial ser tecnicamente competente naquilo que faz. Não é preciso ser nenhum Einstein, mas é preciso ter algum domínio e conhecimentos profissionais, e dar resposta às solicitações em tempo útil.

2. Comunicação

Saber comunicar e manter uma postura positiva independentemente do que aconteça é fundamental. Quando as coisas não correm como esperado ou pareçe que o mundo está a acabar, é uma boa altura para testar este ponto, respondendo de uma forma ponderada e mantendo uma tranquilidade aparente.

3. Presença

Os elementos decisores têm de saber que “estamos vivos”, sendo extremamente importante encontrar formas criativas de ser notado. O contacto pessoal é fundamental para criar uma relação de confiança.

4. Estratégia

Os lugares de topo têm concorrência. Os colegas querem-nos passar a perna e os chefes fazem de tudo para manter os seus lugares. É aqui que entra uma boa estratégia com a definição de táticas que nos possam levar ao objetivo da promoção.

Ao conhecermos os padrões comuns daqueles que foram promovidos dentro das nossas organizações ou empresas, já sabemos o que temos de fazer para subir na escada corporativa. Entre as características comportamentais mais importantes encontram-se a competência, comunicação, presença e estratégia.

Na parte 3 deste artigo irei desenvolver o atributo da presença, e de como podemos ser notados para termos a hipótese de um elemento decisor nos nomear para um cargo acima na hierarquia.

Como Ser Promovido: Parte 1

Tenho a felicidade de ter um emprego com qualidade de vida: perto de casa, horário decente, na minha área profissional, uma grande organização e com os desafios necessários para me sentir motivado. Tem de existir um senão, que é o salário estagnado à longos anos, sem grandes perspetivas de melhoria.

Em relação aos rendimentos profissionais, decidi dedicar-me arduamente ao investimento ativo nos mercados financeiros, na expetativa de poder obter um o melhor retorno possível das minhas poupanças.

A importância dos objetivos profissionais

Embora sendo extremamente difícil subir na escada corporativa dentro da minha organização, é importante manter objetivos, já que decido manter-me no posto de trabalho atual. Um dos objetivos passa por conseguir um aumento do vencimento, por mais pouco que seja, e isto passar obrigatoriamente por uma evolução na carreira.

De qualquer forma, para uma evolução significativa em qualquer área, seja financeira ou profissional, é preciso um forte desejo de mudança, uma boa estratégia, muita dedicação e um pouco de sorte. Caso contrário, arranjamos mil e uma desculpas e ficamos acomodados, porque o sucesso requer esforço, salvo raras exceções.

Características comportamentais de sucesso

Coloquei-me a pesquisar o que era necessário para ser ser promovido, e dentro das principais recomendações que consultei encontram-se (1) tomar atenção aos colegas que  são promovidos observando os seus padrões e comportamentos e (2) ser noticiado pelos principais elementos decisores (ver os artigos da Forbes e TopResume).

  1. Existem temas ou padrões comuns a todos aqueles que conseguem uma promoção, como traços de personalidade, hábitos ou conquistas, e que nos podem dar pistas do que precisamos fazer.
  2. Quanto a ser noticiado, cada organização tem a sua melhor forma de isto acontecer, sendo mais uma arte do que uma ciência.

Depende de darmos o primeiro passo

No final, é quem decide que aponta os colaboradores a serem promovidos , mas compete a cada um demonstrar primeiro o seu interesse.

Na segunda parte deste artigo irei descrever um caso prático de como descobrir e desenvolver os padrões comuns daqueles que conseguem uma promoção dentro da organização ou empresa.

Continuar a Desenvolver os Objetivos de 2020: Porque o Ano não Parou

Esta é uma semana dedicada ao blogging, escrevendo sobre pensamentos de produtividade pessoal relacionados com os meus objetivos para 2020.

Organizar uma conferência virtual

No próximo mês vou organizar uma conferência virtual da Toastmasters com a presença de muitos membros a nível nacional. Já tinha desistido deste projeto, por causa da tarefa herculana que é preparar um evento desta natureza.O evento estava previsto ser realizado presencialmente, e tratar do espaço era a maior dor de cabeça. Com o Covid-19 uma ameaça transformou-se em oportunidade. Com a conferência a ser realizada virtualmente, a barreira física desapareceu, com a tecnologia de videoconferência a dar uma grande ajuda.

A nova realidade do teletrabalho

Trabalho numa grande organização, estando como muitos outros portugueses em teletrabalho em casa. A vantagem é que existe uma maior conciliação entre a vida pessoal e profissional estando completamente ambientado à nova realidade. A desvantagem é que estou mais isolado, tendo de me defender de “alguns ataques” de superiores. Com o estudo em profundidade das leis do poder e influência tenho conseguido proteger-me e até prosperar neste novo ambiente.

Investir na bolsa de valores

Um dos grandes objetivos de 2020 é continuar a desenvolver a estratégia de investimento na bolsa de valores, que já tinha iniciado em 2019. Todos os dias dedico tempo a esta atividade e estou completamente envolvido nos mercados financeiros, estudando e praticando a negociação nos mercados financeiros. Tenho um estilo de trading muito ativo, abrindo e fechando posições de ações no mesmo dia. É uma atividade de elevado risco com oportunidades ilimitadas, destinada a quem quer levar a rentabilização do seu dinheiro ao extremo.

Criar listas de tarefas

Tenho uma paixão por criar listas de tarefas, sendo que já uso as mesmas à vários anos. A listas de tarefas foi a ferramenta que me permitiu aumentar exponencialmente a minha produtividade tendo inclusive permitido concluir com sucesso uma tese de mestrado e manter todas as outras atividades em equilíbrio. Possivelmente irei criar um blogue prático dedicado exclusivamente à técnica e métodos para a execução destas listas de tarefas, demonstrando como alguém interessado poderá obter a mesma produtividade pessoal que eu.

O ano de 2020 está a ser diferente do habitual, mas nem por isso menos produtivo. Tenho a sorte de manter o meu emprego e estar numa área em que a produção de trabalho continua. Tenho vários objetivos que estou a desenvolver em 2020, sendo que no artigo de amanhã irei abordar os objetivos de carreira, especificando metas realizáveis.

A Grande Estratégia de John Lewis Gaddis, Resumo do Livro - As Minhas Notas

 

A Grande Estratégia de John Lewis Gaddis

A Grande Estratégia de John Lewis Gaddis é um livro especial, de base académica, pelas origens do autor como professor na Universidade de Yale nos Estados Unidos, que venceu um prémio Pulitzer e é um dos historiadores mais reputados da atualidade.

Esta obra aborda a temática da grande estratégia recorrendo a textos clássicos e a estudos de caso históricos. Este resumo pretende transmitir as minhas notas com as citações que considero ter uma maior componente prática aos líderes atuais.

Os seres humanos, em termos da estratégia que empregam, são divididos por dois tipos, os porcos-espinhos e as raposas (Isaiah Berlin) (pág. 18):

“Os porcos-espinhos, explicava Berlim, relacionam tudo com uma única visão central através da qual tudo o que dizem fazem ganha significado. As raposas, pelo contrário, prosseguem muitos fins, muitas vezes não relacionados entre ti e até contraditórios, ligadas apenas, se de todo ligados, de algum modo de facto.”

Ligação entre a formulação de uma teoria e o passado (pág. 24):

“A prova de uma boa teoria reside na sua capacidade para explicar o passado, pois só se o fizer podemos confiar no que pode dizer-nos sobre o futuro.”

Reconhecer a relação entre os fins e os meios (pág. 26):

“Visto que só existem na imaginação, os fins podem ser infinitos: um trono na lua, talvez, com uma grande vista. Os meios, porém, são teimosamente finitos são botas no terreno, navios no mar e os corpos necessários para o encher. Fins e meios tem de ter relação para alguma coisa acontecer. Nunca são, contudo, intercambiáveis.”

Porcos-espinhos e raposas não precisam de ser mutuamente exclusivos (págs. 29 e 34):

“Berlin admitiu, pouco antes da sua morte, que (…) algumas pessoas não são raposas nem porcos-espinhos, algumas pessoas são ambas as coisas. Tinha estado apenas a jogar um jogo intelectual. Outros tomaram-no demasiadamente a sério. A explicação faz sentido dentro do quadro mais amplo do pensamento de Berlin, pois que escolhas teríamos se estivéssemos presos dentro de categorias, imitando animais, que tornassem a previsibilidade obrigatória? (…) Precisaríamos de combinar numa só cabeça (a nossa), o sentido de orientação do porco-espinho e a suscetibilidade da raposa ao meio ambiente. Conservando ao mesmo tempo a capacidade de funcionar.”

“Talvez devamos a nossa existência, portanto, à destreza com o qual mudamos entre pensamento rápido e pensamento lento - entre o comportamento de raposas e de porcos-espinhos.”

Sobre o senso-comum (pág. 35):

“O senso comum (…) é como oxigénio: quanto mais alto se sobe mais escasso se torna. “Com grande poder vem grande responsabilidade”, lembrava ao homem-aranha, memoravelmente, o seu tio Ben - mas também o risco de fazer coisas estúpidas.”

Definição de grande estratégia e sobre o êxito (págs. 35 e 36):

“Definirei esta expressão (grande estratégia), para efeitos deste livro, como o alinhamento de aspirações potencialmente ilimitadas com capacidades necessariamente limitadas.”

“Especificar o êxito nunca foi fácil, mas a natureza infinita dos meios ajudou a fazê-lo. Pois embora a satisfação seja, em última análise, um estado de espírito, atingi-la requerer despesas verdadeiras.”

Sun Tzu e A Arte da Guerra (págs. 79 e 80):

“Sun Tzu (…) apresenta princípios, escolhidos pela sua validez ao longo do tempo e do espaço, e depois relaciona-os com práticas, limitadas no tempo e no espaço. A Arte da Guerra, por conseguinte, não é história nem biografia. É uma compilação de preceitos, de procedimentos - e afirmações categóricas: general que dá ouvidos a minha estratégia, é certa a sua vitória. Conservai-o! Quando for um que se recusa a dar ouvidos a minha estratégia, a sua derrota e certa. Demitiu -o!”

“Ninguém pode prever tudo o que pode acontecer. Ter uma ideia das possibilidades, no entanto, é melhor do que não ter qualquer noção do que esperar. Sun Tzu procura sentido - mesmo sentido comum - amarrando os princípios, que são poucos, às práticas, que são muitas. A liderança em a Arte da Guerra é, então, ver simplicidades na complexidade.”

A ironia sobre a natureza do comportamento humano segundo Santo Agostinho (pág. 112):

“Agostinho dizia se os bebés são inocentes não é por falta de vontade de fazer mal mas por falta de força.”

Importância das listas (pág. 118):

 “Agostinho formulou os seus critérios sob a forma de uma lista, não de mandamentos. Isso foi porque as listas se adaptam melhor a mudança do que os mandamentos. Os marinheiros recorrem a elas antes de se fazerem ao mar. Os soldados empregam-nas para planear missões. Os cirurgiões exigem-nas para segurarem de que terão os instrumentos de que precisam e não deixaram nenhum para trás. Os pilotos percorrem-nas para garantir descolagens seguras e aterragens suaves - de preferência no aeroporto pretendido. Os pais desdobram-nas para prevenir tudo o que pode correr mal quando se transportam crianças pequenas. As listas fazem perguntas comuns em situações que podem surpreender: a ideia é abordá-las tanto quanto possível a probabilidade de que o façam

As crenças de Santo Agostinho (págs. 120 e 121):

“Agostinho nunca foi o monoteísta de todo o coração. Adorava a razão tanto quanto adorava Deus.”

“Alinhamento, por sua vez, implica interdependência. A justiça é inalcançável na ausência da ordem, a paz pode requerer que se travem guerras.”

Nicolau Maquiavel responde qual o uso da história (pág. 124):

“As competências necessárias são as da imitação, da adaptação e da aproximação. Maquiavel recomenda o estudo da história, pois visto que os homens caminham sempre por sendeiros já batidos por outros e procedem nos seus atos por imitação, um homem prudente deve seguir sempre os caminhos batidos por grandes homens e imitar aqueles que foram os mais excelentes, de modo que se a sua virtude não chega tão longe está pelo menos no seu olor.”

O que distingue Agostinho de Maquiavel (pág. 130):

“Penso que a visão que Agostinho tem da justiça, que tem que ser precedida pela ordem. Só um Estado pode providenciar estabilidade, mas Agostinho só presta contas ao seu Deus. Maquiavel não é nenhum ateu, mas o seu Deus não governa Estados.”

A transgressão de Maquiavel (pág. 133):

“A grande transgressão de Maquiavel, conclui Berlim, foi confirmar o que toda a gente sabe mas ninguém quer admitir: que os ideais não podem ser alcançados. a política, por conseguinte, nunca pode equilibrar o realismo com o idealismo: só há realismos concorrentes. Não há competição na governação entre política e moralidade: só há política.”

Voltando á racionalidade da teoria (págs. 225 e 226):

 “A teoria existe para que uma pessoa não precise de começar do zero de cada vez, selecionando o material e trabalhando nele, mas sim o encontre à mão e em boa ordem. Destina-se a educar o espírito do futuro comandante ou, mais exatamente, guiá-lo na sua autoeducação, não a acompanhá-lo ao campo de batalha; tal como um professor sábio guia e estimula o desenvolvimento de um jovem mas tem o cuidado de não o levar pela mão durante o resto da sua vida.”

Carl von Clausewitz vê a teoria, portanto como treino. é o que endurece o corpo para grandes esforços, fortalece o coração perante os grandes perigos e fortalece o julgamento contra as primeiras impressões.”

Ernst von Pfuel era um daqueles teóricos que amam tanto a sua teoria que se esquecem do propósito da teoria - a sua aplicação na prática; no seu amor pela teoria, odiava tudo o que era prático e não queria saber disso. Até ficava contente com o fracasso, porque o fracasso, procedendo de desvios da teoria na prática só provavam a seu ver a correção da teoria.”

Proporção e contradições (pág, 232):

 “Sobre a guerra e Guerra e Paz balanceiam opostos incessantemente e numa extensão épica. É daí que a proporcionalidade - a simultânea compreensão de contradições - vem.”

Teoria versus prática. Preparação versus improvisação. Planeamento versus fricção. Força versus política. Situações versus esboços. Especialização versus generalização. Ação versus inação. Vitória versus derrota. Amor versus ódio. Vida versus morte. Comandar de dentro das nuvens versus manter o chão à vista.  Mas nenhum versus arte e ciência. Não é exagero dizer, por conseguinte, que Clausewitz e Liev Tolstói juntos são, na amplitude, imaginação e honestidade com que abordaram estas grandes questões os maiores dos estrategas.

Os presidentes norte-americanos (págs. 309 e 326):

Tanto numa coisa como noutra foi um autodidata (Abraham Lincoln). Lia vorazmente, lembrava-se pragmaticamente e aplicava engenhosamente as lições que aprendia.

“Pois mostrava (Franklin D. Roosevelt) que o poder e a ordem não são uma camisa de forças da doutrina, que é possível conciliar a liberdade individual - uma textura larga da sociedade - e um mínimo indispensável de organização e autoridade.”

Intelecto e temperamento no sucesso (pág. 326):

“Qualquer atividade complexa, escreve Clausewitz, se é para ser levada a cabo com o mínimo de grau de virtuosidade requer dotes apropriados de intelecto e de temperamento. Se forem extraordinários e se revelarem me feitos excecionais, quem os possuía é declarado um génio. Pois como nenhuma política pode ser pura também a grande estratégia não pode deixar de ser afetada pelo imprevisto.”

Primeiro Pergunte Porquê de Simon Sinek, Resumo do Livro – As Minhas Notas

Primeiro Pergunte Porquê de Simon Sinek

Em Primeiro Pergunte Porquê, Simon Sinek apresenta a ideia de que os grandes líderes inspiram os outros a colocar o Porquê (propósito) antes do Como (processo) e do Quê (produto).

Ideias principais:

  1. Exemplos de Porquê:
    - Porque é que a nossa empresa existe? (não por causa de lucros; lucros são o resultado).
    - Porque é que as pessoas se deveriam importar?
  2. Para motivar alguém à ação, tem duas opções: pode manipular ou pode inspirar.
  3. A manipulação inclui preço, promoções, medo, aspirações, novidades, pressão dos pares, etc.
  4. A manipulação é utilizada para transações que possivelmente só acontecem uma vez, não para criar fidelidade.
  5. Inspirar pessoas requer um propósito real, um Porquê.
  6. Um Porquê bem expresso ajuda-o a diferenciar da concorrência.
  7. Os humanos querem pertencer a uma comunidade ou cultura, com um claro Porquê.
  8. Os clientes identificam-se com marcas que articulam um claro Porquê.
  9. Os clientes não se conseguem identificar com o Quê sem o Porquê.

Aplicação:

  1. O comportamento precisa de reforçar o Porquê.
  2. Seja autêntico. Conheça o seu Porquê e alinhe todas as suas decisões, ações e comunicações com o mesmo.
  3. Os seus princípios precisam de focar-se á volta de sentenças orientadas para a ação, e não apenas nomes.
    - Dizer encontrar formas criativas de resolver problemas, em vez de inovação.
  4. Ignore a competição, e foque-se no Porquê.

Citações selecionadas:

"Não são a lógica ou factos, mas o desejo e sonhos, o coração e instinto, que conduzem as pessoas a tentarem novas coisas."

"A confiança emerge quando sentimos que outra pessoa ou organização é conduzida por outras coisas que não apenas os seus interesses."

“Eu consigo tomar uma decisão com 30% da informação, Mais do que 80% é muito” - citação de Colin Powel mencionada no livro, anterior secretário da defesa norte-americano.

Fonte:

Start with Why: How Great Leaders Inspire Everyone to Take Action (book summary)

Como Criar Um Plano de Sucesso em 6 Passos

“Quando se navega sem destino, nenhum vento é favorável.” —  Séneca

Esta citação de Séneca reflete bem a necessidade implícita da criação de objetivos e de um plano, pois sem um rumo, será difícil senão mesmo impossível, criar e aproveitar novas oportunidades que conduzam a uma vida com mais significado.

Neste artigo, quero partilhar com o leitor como poderá criar um plano de sucesso simples em seis passos, para ganhar a motivaçao de que precisa.

Puzzle

Passo 1 – Definir as áreas de sucesso

As áreas de sucesso são as zonas das nossas vidas que desejamos melhorar, e devem ser genéricas.

Exemplo de áreas: carreira, finanças, pessoal.

Abacus

Passo 2 – Definir o horizonte temporal

Um plano de sucesso não deve ser para o imediato. Devemos ser ambiciosos e pensar em grande. Trata-se da visão onde queremos chegar, recomendando um espaço temporal de um a cinco anos para a concretização do plano.

Exemplo de horizonte temporal: escolho o prazo de um ano para concretizar o meu plano de sucesso nas áreas da carreira, finanças e pessoal.

Objetivo

Passo 3 – Definir os objetivos

Aqui são definidos os objetivos em função das áreas de sucesso e do horizonte temporal. Pode utilizar a fórmula SMART neste passo para ajudar na criação dos objetivos.

Ter em atenção a ambição excessiva de objetivos, porque temos uma quantidade limitada de tempo, mas também de energia. A gestão de prioridades assume especial significado neste passo.

Exemplo de objetivos:

No prazo de um ano quero atingir os seguintes objetivos nas áreas escolhidas.

Pessoal

Objetivo 1 – Ter um dia 100% livre por semana sem estar ligado a computadores ou telemóveis, dedicado inteiramente à família.

Objetivo 2 – Ter uma alimentação vegetariana em pelo menos metade das refeições.

Finanças

Objetivo 3 – Ter uma taxa de retorno anual financeira de 100%, através do investimento na bolsa de valores, com operações de curto prazo e otimização da gestão do risco.

Objetivo 4 – Testar a hipótese de monetizar o blogue Daily Habit, com a angariação de um projeto de coaching em gestão do tempo e produtividade pessoal.

Carreira

Objetivo 5 - Dominar e praticar as regras do poder, partindo do trabalho desenvolvido por Robert Greene, Sun Tzu e Nicolau Maquiavel.

Projetos e tarefas

Passo 4 – Definir projetos e tarefas

Cada objetivo deve ser decomposto em projetos e tarefas, para operacionalizar a sua concretização. De acordo com o método de gestão do tempo GTD, um projeto é um conjunto de duas ou mais tarefas. Um projeto deve conter obrigatoriamente tarefas, mas uma tarefa pode ser única não tendo de estar obrigatoriamente incluída num projeto.

Quadro de pernas

Passo 5 – Afixar o plano em local visível

O plano de sucesso deve ser impresso e colocado em local visível, para recordarmos regularmente que as tarefas diárias contribuem para o nosso plano maior de sucesso. Este plano deverá também ajudar a despertar a nossa motivação.

Cabeça a pensar

Passo 6 – Rever o plano regularmente

As prioridades mudam, a vida muda e os imprevistos acontecem. O nosso plano tem de acomodar as incertezas da vida, e por isso, recomendo a revisão trimestral do plano de sucesso.

Nesta revisão podem ser acrescentados, eliminados ou modificados os objetivos, bem como atualizadas as áreas de sucesso.

Conclusão

Espero que este artigo possa contribuir para estimular a sua criatividade, e criar o seu próprio plano de sucesso. A última finalidade, é que navegue em direção ao seu destino com vento favorável, vivendo a vida com alegria e significado.

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Porquê Aprender sobre o Poder?

Halterofilista a levantar pesos

Depois da injustiça no trabalho da semana passada com a minha avaliação, e da curta viagem neste fim de semana em que tive a oportunidade de ler A Grande Estratégia de John Lewis Gaddis, é tempo de iniciar a semana com uma nota positiva.

Nada melhor do que conhecer e dominar as dinâmicas do poder como parte da estratégia de evolução na carreira, pois como já tinha escrito no artigo anterior, ser bom naquilo que se faz é apenas 1/3 da batalha.

As dinâmicas do poder aplicam-se em todas as áreas

De acordo com Lucio Buffalmano em The Power Moves, as dinâmicas do poder aplicam-se em todas as áreas da vida e socialização, e não têm de ser necessariamente usadas para projetar poder, mas também para se conseguir uma maior justiça, prevenir a manipulação e desenvolver relações saudáveis em que todos ganham.

O domínio das dinâmicas do poder contribui ainda para melhorar a capacidade de influência e persuasão, liderança, relacionamentos, ambiente de trabalho e qualidade de vida.

Valores a cultivar no poder

Para desenvolver o poder deve abraçar os seguintes valores:

- O poder começa pela escolha de nunca ser uma vítima.

- Somos livres e virtuosos até ao momento que o nosso poder pessoal o permite.

- Procurar crescimento, e não ajuda.

- Questionar a autoridade e as fracas lideranças.

- Encontrar o próprio caminho, em vez de seguir o dos outros.

- A verdadeira liberdade só é conseguida através do entendimento do nosso inconsciente.

- Ter em atenção os grupos e adaptar um individualismo saudável (mesmo dentro de um grupo), porque os primeiros são facilmente manipuláveis.

A Importância de Criar um Site Profissional e sua Interligação com o Linkedin

Pessoas em reunião com computador portatil

Prevê-se que a produção de conteúdos na Internet continue a crescer nos próximos anos, e torna-se cada vez mais difícil ter uma voz no mundo digital. A proliferação das redes sociais, que inclui o Linkedin como rede profissional, tem tido igual crescimento com cada vez mais pessoas a aderir e a interagir neste tipo de plataformas.

Torna-se portanto urgente criar uma forma de diferenciação para o profissional que se quer distinguir na sua indústria. A criação de um site profissional é uma dos meios disponíveis para este fim.

O site por si só não produz maiores valias se for utilizado isoladamente, assim como o Linkedin não é suficiente por si próprio. É importante ter uma estratégia global utilizando o site como um local para mostrar a marca pessoal e as características únicas do profissional, e o Linkedin para criar momento e fazer com que os decisores das organizações visitem o site e possam eventualmente estabelecer um contacto de interesse nos serviços.

Para a criação de um site profissional existem vários pontos a ter em consideração.

Domínio próprio ou não.

Um site pode ser alojado numa plataforma gratuita como o wix, weebly, wordpress.com ou webnode e ficar com o nome de dominio nomedoprofissional.wordpress.com. Ou pode ser registado um domínio próprio ficando por exemplo nomedoprofissional.com.

Tratando-se de um site profissional, deve-se escolher a utilização de domínio próprio pois transmite um maior profissionalismo.

Algumas empresas de registo de domínios na Internet:

https://www.dominios.pt/

https://www.namecheap.com/

Alojamento gratuito ou não

As plataformas acima referidas permitem alojamento gratuito, sendo que perdem-se determinadas funcionalidades. O alojamento próprio tem atualmente baixo custos e permite através por exemplo do wordpress.org criar qualquer tipo de site ou blog, sendo o “céu” praticamente o limite. Como desvantagem, o alojamento próprio necessita de uma curva de aprendizagem.

Se o profissional não tiver os conhecimentos necessários para alojar o seu site, pode registar um domínio próprio e utilizar uma das plataformas de alojamento gratuito. A maioria destas plataformas permite utilizar domínio próprio, e o profissional pode migrar posteriormente o seu site se o assim entender.

Algumas empresas de alojamento:

https://www.webhs.pt/

https://www.iberweb.pt

https://www.webtuga.pt/

Idioma em português ou inglês

O tipo de idioma deve refletir a audiência alvo. Se o principal público fala o português deve-se utilizar o português no site. Se o público for diverso e internacional, então o inglês deve ser a escolha.

Existe também a possibilidade de criar-se um site bilingue, utilizando dois idiomas como o português e o inglês. O trabalho necessário para a sua manutenção pode não justificar, exceto em casos bastante específicos.

Uma forma de compromisso será escolher um idioma principal, e utilizar-se dois idiomas em conteúdos estáticos como a biografia ou o curriculum vitae. A produção de conteúdos como no caso de artigos ou blog, neste caso ficará com o idioma principal.

Conteúdos

Um site profissional deve conter no mínimo resumo biográfico, curriculum vitae, contactos e ligação ao Linkedin.

A criação de artigos de interesse à audiência alvo é também desejável, demonstrando os conhecimentos específicos do profissional, conhecido por thought leadership no inglês.

Neste último caso, o Linkedin já permite a publicação de artigos à semelhança de um blogue, pelo que é importante decidir-se como se irão gerir os conteúdos.

Existem três opções de gestão de conteúdos de artigos.

A primeira opção é escrever o artigo completo no site divulgando o mesmo no Linkedin através de uma publicação normal.

A segunda opção é escrever o artigo completo no site e na área de artigos do Linkedin. Neste caso deve-se ter em atenção para fazer a publicação em primeiro lugar no site, e só depois no LInkedin, de forma ao Google poder indexar primeiro o site e dar maior relevância.

A terceira opção é escrever o artigo completo no Linkedin e publicar unicamente o título do artigo no site criando-se uma ligação para o Linkedin.

Existem vantagens e desvantagens na escolha de cada uma das opções. De um modo geral ao fazer com que as pessoas visitem o seu site irá dar maior relevância ao mesmo e permite que o Google o possa listar mais facilmente nos seus motores de busca. Por outro lado, grande parte da sua audiência é encaminhada através do Linkedin para o seu site, e sair desta plataforma pode constituir uma barreira para algumas pessoas.

Uma presença online que faça a diferença é necessária

Longe vão os tempos em que apenas o curriculum vitae e carta de apresentação são suficientes para a pesquisa de novas oportunidades profissionais. De um modo geral, é importante ter site próprio, saber interligar e tirar o máximo partido da rede Linkedin, para os que querem aumentar as possibilidades de evolução nas suas carreiras.

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Designing Your Life de Bill Burnet & Dave Evans, Resumo do Livro – As Minhas Notas, Parte 3

Designing Your Life Burnett

Em Designing Your Life – Construir a Carreira Perfeita Passo a Passo, Bill Burnet e Dave Evans, escrevem sobre como podemos escolher e desenhar a nossa vida e carreira. Esta é a parte 3 e última do artigo com o resumo do livro e as minhas notas.

Designing Your Life - Parte 1
Designing Your Life - Parte 2
Designing Your Life - Parte 3

Burnet e Evans defendem que podemos aplicar os mesmos princípios que as empresas na criação de tecnologia e produtos, para a criação de uma vida com significado e preenchida.

Os autores são responsáveis pela produção de um popular curso com origem na Universidade de Stanford com o mesmo nome, e com o objetivo de ajudar alunos e pessoas de todas as idades a encontrarem as suas paixões e a gerirem a suas carreiras.

Como utilizar um protótipo experimental

Os protótipos isolam um aspeto de um problema e desenham uma experiência que proporciona a tentativa de uma potencial versão de um melhor futuro.

A forma mais simples e fácil de criar um protótipo é uma conversa a que Burnett e Evans chamam de Life Design Interview.

Esta conversa ou entrevista pretende saber a história de outra pessoa, e pode por exemplo envolver passar um dia com um profissional que gostava de seguir os passos, ou uma semana num projeto experimental ou mesmo um estágio numa empresa em que gostaria de trabalhar. Este último caso requere um maior investimento e compromisso.

O mercado de emprego escondido

O mercado de emprego escondido é aberto às pessoas que já possuem uma ligação numa rede profissional onde o emprego reside. Life Design Interview, é talvez a melhor forma de entrar neste mercado no seu campo de interesse.

Mais de metade das vezes, esta abordagem resulta numa oferta iniciada pelo entrevistado. Senão lhe fizerem uma oferta, poderá fazer uma questão que possa converter a história do entrevistado numa oferta.

“Quanto mais aprendo e conheço pessoas da empresa XYZ, mas interessante se torna. Quais seriam os passos envolvidos para alguém como eu poder fazer parte da organização?”

A Internet deve ser utilizada não para candidatar-se a empregos anunciados, mas para procurar pessoas cujas histórias gostaria de ouvir.

Candidatar-se a anúncios de emprego

Burnett e Evans não recomendam candidatar-te diretamente a anúncios de emprego, mas se o tiver de fazer deve ter em conta os seguintes pontos:

  • Escrever o seu currículo utilizando as mesmas palavras-chave do anúncio.
  • Se tiver uma competência especifica requerida, deve-a referir ni currículo exatamente como está escrita no anúncio.
  • Focar-se na descrição do currículo que corresponda ao anúncio.
  • Trazer sempre uma cópia do currículo para a entrevista.

Como escolher entre várias opções

Existem várias formas de gerar opções como as já referidas reflexões de vida e de trabalho, criação de mindmaps, três alternativas de vida (a que os autores chamam de Odissey Plan) e os protótipos de conversa ou entrevista.

Primeiro é preciso ter a melhor informação, fazer o trabalho de casa, tomar notas, fazer cálculos, falar com peritos, etc. Segundo, e após o trabalho analítico de codificar, listar e categorizar, precisamos de aceder à sabedoria e intuição interior do nosso ser emocional para ajudar a escolher as nossas melhores opções.

Gere uma série de opções, depois reduza a lista a cinco opções no máximo,  e depois faça a melhor escolha que conseguir com tempo e recursos disponíveis, e siga em frente.

Termina assim a parte 3 e última do resumo do livro com as minhas notas de Designing Your Life – Construir a Carreira Perfeita Passo a Passo, Bill Burnet e Dave Evans.