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The Daily Habit

Diário de produtividade pessoal

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A Arte da Guerra de Sun Tzu, Resumo do Livro – As Minhas Notas

Sun Tzu nasceu em 544 A.C., e fontes discordam dos detalhes da sua vida e paradeiro. Sabemos que era de origem chinesa, estratega militar, escritor e filósofo.

O nome está ligado ao livro A Arte da Guerra, que influenciou fortemente a estratégia militar oriental e chinesa e a filosofia em geral.

Inicialmente tinha pensado em criar um blogue exclusivo a este livro, escrevendo um artigo por capítulo, num total de 13. Depois de iniciar o trabalho, reparei que embora algumas das lições do livro sejam intemporais, existem diversas traduções com diferentes interpretações, o que acabava por ser mais um trabalho de estudo literário do que as lições práticas que reteria do livro.

Assim, resolvi escrever num artigo único um resumo geral do livro, com a essência de cada capítulo.

Poderá também ler resumos de outros autores nos sites Culturagenial, Familialong ou Docsity. A blogue Artblog descreve o contexto histórico do livro. Os sites PsicanáliseCliníca e ManualdoHomemModerno apresentam as frases mais conhecidas do livro. Já o BlogdeEscala vai por outro caminho, e aplica as lições da Arte da Guerra ao montanhismo, para se ter uma ideia da versatilidade e áreas de aplicação do livro.

Introdução

Para Sun Tzu, a guerra é um grande esforço para empreender e não deve ser iniciada sem consideração detalhada. Para isso deve-se começar sempre por reunir toda a informação disponível.

1. Avaliação e planeamento

A principal mensagem deste capítulo é que uma análise e preparação fracas levarão ao fracasso. Sun Tzu descreve os cinco fatores fundamentais da avaliação e planeamento, tais como:

- Missão.
- Clima.
- Terreno.
- Comando.
- Métodos.

2. Custo da guerra

Este capítulo centra-se nos custos da guerra, sendo um conceito crítico de A Arte da Guerra. Sun Tzu sublinha que o conflito é caro e vencer o oponente sem conflito é sempre a melhor resolução. No entanto, se tiver de travar uma guerra, faça-o com determinação e o mais rápido possível.

3. Ataque Estratégico

Destruir o inimigo não é a maior forma de realização de guerra, mas sim capturá-lo e subjugá-lo sem lutar. Sun Tzu considera as seguintes as melhores estratégias de guerra:

- Perturbar os planos do inimigo
- Impedir o inimigo de unir forças
- Atacar no campo

E a pior estratégia de todas é cercar cidades muradas.

4. Posicionamento

Antes mesmo de se mover, deve pensar em evitar perdas. Um exército deve defender as posições existentes até estar pronto e capaz de avançar em segurança. Não se mexa sem rumo, mas aprenda a ver a abertura que o seu inimigo lhe dá. Quando lhe consegue detetar um erro, pode ganhar com pouco custo e força.

5. Forças

A criatividade é importante para ganhar guerras, mas se for desenfreada pode ser perigosa. A criatividade deve ser ligada à realidade e utilizada em conjunto com métodos de trabalho comprovados.

6. Pontos Fracos e Pontos Fortes

A ideia deste capítulo é atacar quando e onde o seu inimigo está menos preparado e capaz de defender. Faça o inimigo apressar-se a lutar contra si, e ele vai chegar cansado. Aparece onde o inimigo não espera, e vai apanhá-lo de surpresa. Mantenha posições que não podem ser atacadas e ataque posições que não sejam defendidas ou difíceis de defender.

7. Manobras

Este capítulo centra-se na logística da guerra. O conflito direto é perigoso e dispendioso, mas às vezes é necessário, só devendo ser usado no caso de ser inevitável.

8. Adaptação

Cada situação é única, mas pode reconhecer elementos familiares em qualquer situação única. Embora queiramos ser criativos, também queremos aderir a métodos comprovados que funcionem.

9. Movimento

Este capítulo detalha o movimento de um exército. Pode ser mais antiquado dada a guerra moderna, mas alguns elementos ainda são válidos na infantaria. São apresentadas algumas regras gerais, tais como:

- Acampe em terreno alto.
- Não suba terreno alto para lutar.
- Afaste-se do rio se o atravessar.
- Ataque quando o exército está a meio caminho de atravessar um rio

10. Seis posições de campo

Este capítulo analisa os diferentes tipos de terreno e as vantagens e desvantagens de cada um. Estes são os seis tipos de terreno:

- Terreno acessível.
- Terreno pendente.
- Terreno temporário.
- Passes estreitos.
- Alturas precipitadas
- Muito longe.

Por exemplo, o terreno acessível é fácil de deixar e voltar. O terreno pendente é fácil de deixar, mas difícil de voltar e não deve ser usado para lançar um ataque. Porque se o ataque falhar, não é fácil para si recuar para o lugar de onde veio.

11. Nove Campos de Batalha

Sun Tzu lista nove tipos de campos de batalha:

- Dispersivo (território próprio).
- Facilidade.
- Contencioso.
- Aberto.
- Interseção rodoviária.
- Sério.
- Difícil.
- Cercado.
- Desesperado

12. Ataque de fogo

As armas de hoje são bem diferentes, mas a estratégia mantém-se. Há cinco maneiras de usar o fogo na guerra, diz Sun Tzu, podendo queimar:

- Soldados no seu acampamento.
- Armazéns.
- Carruagens de mantimentos.
- Armamento.
- Lançando fogo entre as tropas inimigas.

13. Inteligência

A Arte da Guerra afirma que não existe tal coisa a realidade objetiva, mas sim interpretações diferentes da realidade. Quão perto interpretamos a realidade é um elemento importante de ganhar ou perder uma guerra. De certa forma, todas as guerras são guerras de informação.

Conclusão

A Arte da Guerra é possivelmente o livro de estratégia militar mais antigo e mais conhecido. Se bem que concetualizado num âmbito de guerra com o objetivo de um general planear e conduzir as suas tropas à vitória, hoje é usado, com as devidas adaptações. em áreas como os negócios e a política, ou qualquer função onde existam dinâmicas de poder. Substitua inimigos por concorrentes ou oponentes.

 

Como Ser Promovido: Parte 2

Na parte 1 desta série de artigos escrevi sobre a importância dos objetivos profissionais, as características comportamentais de sucesso e a necessidade de darmos o primeiro passo para obter uma promoção no trabalho.

Neste artigo vou desenvolver as características comportamentais essenciais para progredir numa organização, nomeadamente ao conhecer os temas ou padrões comuns àqueles que já conseguiram uma promoção na organização ou empresa em que trabalhamos.

Utilização de um caso prático

Irei utilizar um caso prático da minha organização identificando as características daqueles que obtiveram sucesso na nomeação para um cargo superior. Muito possivelmente, noutras organizações ou empresas,  todas ou grande parte destas características também se aplicam..

1. Competência

Para obter uma promoção é essencial ser tecnicamente competente naquilo que faz. Não é preciso ser nenhum Einstein, mas é preciso ter algum domínio e conhecimentos profissionais, e dar resposta às solicitações em tempo útil.

2. Comunicação

Saber comunicar e manter uma postura positiva independentemente do que aconteça é fundamental. Quando as coisas não correm como esperado ou pareçe que o mundo está a acabar, é uma boa altura para testar este ponto, respondendo de uma forma ponderada e mantendo uma tranquilidade aparente.

3. Presença

Os elementos decisores têm de saber que “estamos vivos”, sendo extremamente importante encontrar formas criativas de ser notado. O contacto pessoal é fundamental para criar uma relação de confiança.

4. Estratégia

Os lugares de topo têm concorrência. Os colegas querem-nos passar a perna e os chefes fazem de tudo para manter os seus lugares. É aqui que entra uma boa estratégia com a definição de táticas que nos possam levar ao objetivo da promoção.

Ao conhecermos os padrões comuns daqueles que foram promovidos dentro das nossas organizações ou empresas, já sabemos o que temos de fazer para subir na escada corporativa. Entre as características comportamentais mais importantes encontram-se a competência, comunicação, presença e estratégia.

Na parte 3 deste artigo irei desenvolver o atributo da presença, e de como podemos ser notados para termos a hipótese de um elemento decisor nos nomear para um cargo acima na hierarquia.

Como Ser Promovido: Parte 1

Tenho a felicidade de ter um emprego com qualidade de vida: perto de casa, horário decente, na minha área profissional, uma grande organização e com os desafios necessários para me sentir motivado. Tem de existir um senão, que é o salário estagnado à longos anos, sem grandes perspetivas de melhoria.

Em relação aos rendimentos profissionais, decidi dedicar-me arduamente ao investimento ativo nos mercados financeiros, na expetativa de poder obter um o melhor retorno possível das minhas poupanças.

A importância dos objetivos profissionais

Embora sendo extremamente difícil subir na escada corporativa dentro da minha organização, é importante manter objetivos, já que decido manter-me no posto de trabalho atual. Um dos objetivos passa por conseguir um aumento do vencimento, por mais pouco que seja, e isto passar obrigatoriamente por uma evolução na carreira.

De qualquer forma, para uma evolução significativa em qualquer área, seja financeira ou profissional, é preciso um forte desejo de mudança, uma boa estratégia, muita dedicação e um pouco de sorte. Caso contrário, arranjamos mil e uma desculpas e ficamos acomodados, porque o sucesso requer esforço, salvo raras exceções.

Características comportamentais de sucesso

Coloquei-me a pesquisar o que era necessário para ser ser promovido, e dentro das principais recomendações que consultei encontram-se (1) tomar atenção aos colegas que  são promovidos observando os seus padrões e comportamentos e (2) ser noticiado pelos principais elementos decisores (ver os artigos da Forbes e TopResume).

  1. Existem temas ou padrões comuns a todos aqueles que conseguem uma promoção, como traços de personalidade, hábitos ou conquistas, e que nos podem dar pistas do que precisamos fazer.
  2. Quanto a ser noticiado, cada organização tem a sua melhor forma de isto acontecer, sendo mais uma arte do que uma ciência.

Depende de darmos o primeiro passo

No final, é quem decide que aponta os colaboradores a serem promovidos , mas compete a cada um demonstrar primeiro o seu interesse.

Na segunda parte deste artigo irei descrever um caso prático de como descobrir e desenvolver os padrões comuns daqueles que conseguem uma promoção dentro da organização ou empresa.

Continuar a Desenvolver os Objetivos de 2020: Porque o Ano não Parou

Esta é uma semana dedicada ao blogging, escrevendo sobre pensamentos de produtividade pessoal relacionados com os meus objetivos para 2020.

Organizar uma conferência virtual

No próximo mês vou organizar uma conferência virtual da Toastmasters com a presença de muitos membros a nível nacional. Já tinha desistido deste projeto, por causa da tarefa herculana que é preparar um evento desta natureza.O evento estava previsto ser realizado presencialmente, e tratar do espaço era a maior dor de cabeça. Com o Covid-19 uma ameaça transformou-se em oportunidade. Com a conferência a ser realizada virtualmente, a barreira física desapareceu, com a tecnologia de videoconferência a dar uma grande ajuda.

A nova realidade do teletrabalho

Trabalho numa grande organização, estando como muitos outros portugueses em teletrabalho em casa. A vantagem é que existe uma maior conciliação entre a vida pessoal e profissional estando completamente ambientado à nova realidade. A desvantagem é que estou mais isolado, tendo de me defender de “alguns ataques” de superiores. Com o estudo em profundidade das leis do poder e influência tenho conseguido proteger-me e até prosperar neste novo ambiente.

Investir na bolsa de valores

Um dos grandes objetivos de 2020 é continuar a desenvolver a estratégia de investimento na bolsa de valores, que já tinha iniciado em 2019. Todos os dias dedico tempo a esta atividade e estou completamente envolvido nos mercados financeiros, estudando e praticando a negociação nos mercados financeiros. Tenho um estilo de trading muito ativo, abrindo e fechando posições de ações no mesmo dia. É uma atividade de elevado risco com oportunidades ilimitadas, destinada a quem quer levar a rentabilização do seu dinheiro ao extremo.

Criar listas de tarefas

Tenho uma paixão por criar listas de tarefas, sendo que já uso as mesmas à vários anos. A listas de tarefas foi a ferramenta que me permitiu aumentar exponencialmente a minha produtividade tendo inclusive permitido concluir com sucesso uma tese de mestrado e manter todas as outras atividades em equilíbrio. Possivelmente irei criar um blogue prático dedicado exclusivamente à técnica e métodos para a execução destas listas de tarefas, demonstrando como alguém interessado poderá obter a mesma produtividade pessoal que eu.

O ano de 2020 está a ser diferente do habitual, mas nem por isso menos produtivo. Tenho a sorte de manter o meu emprego e estar numa área em que a produção de trabalho continua. Tenho vários objetivos que estou a desenvolver em 2020, sendo que no artigo de amanhã irei abordar os objetivos de carreira, especificando metas realizáveis.

30 Artigos em 30 Dias: Mais um Desafio Literário Concluído

Depois de 30 artigos em 30 dias concluí o desafio “Como Fazer Amigos e Influenciar Pessoas” inspirado no livro de Dale Carnegie. Foram publicados 30 princípios intemporais no domínio das relações humanas e desenvolvimento pessoal.

Devo confessor que senti este desafio mais leve que o anterior das “48 Leis do Poder” baseado na obra de Robert Greene.

São dois grandes livros de liderança com técnicas de influência interpessoais, mas antagonistas na sua abordagem. Enquanto o livro de Carnegie parte da premissa de que as pessoas têm bons valores e que ao ter uma atitude “mais correta” conseguimos as influenciar, já o livro de Greene parte da premissa de que o ser humano é egoísta por natureza, e que para influenciar este é preciso recorrer a tácticas de uso do poder “menos convencionais".

No fundo os dois livros complementam-se. São uma espécie de yin e yang da filosofia chinesa, como forças complementares e opostas que se encontram em todas as coisas.

Carnegie funciona como a face em que devemos nos apresentar ao mundo, e Greene como o lado estratégico e de planeamento em que devemos trabalhar.

O Sucesso Está nos Pormenores

Nas duas últimas semanas não tenho publicado tanto quanto gostaria no The Daily Habit, porque estou a desenvolver outro blogue dedicado ao livro de Dale Carnegie “Como Fazer Amigos e Influenciar Pessoas”, além de estar intensamente a desenvolver a minha estratégia de investimento nos mercados financeiros.

O projeto do blogue termina esta semana, e se tudo correr bem, irei iniciar um novo projeto relacionado com outro livro clássico de liderança e estratégia (a anunciar em breve), sendo que antes irei fazer uma pausa de pelo menos uma semana nos projetos literários.

Irei aproveitar para publicar um artigo por dia no The Daily Habit, e consolidar o meu diário de produtividade pessoal com os últimos desafios profissionais e pessoais, e dedicando tempo ao corpo e mente para uma maior energia para enfrentar e resolver os inevitáveis problemas.

Para ter sucesso em alguma área da vida, é preciso em primeiro lugar muita dedicação, impulsionada por uma auto motivação ainda maior. A concorrência é feroz em tudo o que vale a pena conquistar, pelo que o “mercado” só premeia os que verdadeiramente estão dispostos a fazer de tudo para atingir os seus objetivos.

No início, quando estamos a aprender algo de novo, só conseguimos ter uma perceção geral da realidade. À medida que vamos avançando no conhecimento e na experiência, a realidade vai ficando mais clara. Depois de muitas centenas e milhares de horas dedicados a uma matéria, conseguimos finalmente avistar toda a dimensão da realidade, e de quanto pequenos somos perante a mesma.

Nesta altura de consciência plena, conseguimos finalmente nos aperceber dos detalhes e pormenores que fazem toda a diferença, e que constituem a nossa vantagem competitiva num mundo sem tempo para desculpas.

Manter a Calma e Racionalidade num Ambiente Hostil

Uma das leis do poder de Robert Greene é vencer pelas atitudes e não discutir, enquanto um dos princípios de Dale Carnegie é não criticar, não condenar e não se queixar.

Em retrospetiva, penso que fui bastante prejudicado na minha carreira por não obedecer a esta lei e princípio. Em vez de jogar o jogo do poder, deixo que as ações das outras pessoas “fervilharem” na minha cabeça, causando um aumento súbito da ansiedade.

O resultado é uma resposta desadequada, que embora ajude a proteger o meu ego e aliviar o stress no momento, a longo prazo é uma estratégia que se vira contra mim.

Poderei ter razão em relação às ações dos outros, que poderão não ser as mais corretas, mas a minha reação acaba por dar aos meus oponentes factos que poderão utilizar no futuro contra mim.

Aliás, esta é uma das leis do poder, agitar as águas para atrair o peixe, em que descreve que raiva e reações emocionais são contraproducentes do ponto de vista estratégicos, e que se conseguirmos irritar o inimigo sem perder a calma, adquire-se uma enorme vantagem.

Se vou seguir ou não estas leis e princípios no futuro, e se quero progredir na minha carreira profissional, não existe outra alternativa senão seguir as mesmas. Poderei por exemplo, e nos dias em que os outros “agitam as minhas águas”, deixar as decisões para o dia seguinte, onde já consigo olhar mais racionalmente para a situação em questão, evitando reações imediatas.

Mesmo que não pretenda progredir profissionalmente, é uma questão de respeito, e dos outros não abusarem das suas posições.

Desafio 48 Leis do Poder Concluído!

Esta semana conclui o desafio 48 Leis do Poder, escrevendo um artigo por dia correspondente a cada lei. Esta autêntica “maratona” foi baseada no livro de Robert Greene com o mesmo nome.

É escusado de dizer que sou fã do trabalhado deste autor, que me abriu os olhos para os bastidores do poder: como as manobras de manipulação funcionam, e como as pessoas pensam e agem para atingirem os seus objetivos pessoais, usando táticas, digamos, menos convencionais.

A principal premissa do livro é a de que cada pessoa age no seu próprio interesse, não vendo meios para atingir os fins. Aliás, esta premissa está relacionada com uma das assunções da teoria económica moderna, em que os indivíduos pensam em primeiro lugar nos seus interesses, antes de pensarem nos outros.

Enganem-se aqueles que consideram que os conhecimentos das 48 leis do poder é apenas reservada aos que querem o poder, como progredir profissionalmente numa organização ou conseguir um cargo político.

Mesmo que a ambição não seja o que mais nos move, temos de aprender a viver em sociedade, e encornar formas de nos defendermos daqueles que nos querem usar para atingir os seus fins.

A única pena que tenho é não ter tido acesso a este livro de Greene mais cedo. A primeira publicação do livro 48 Leis do Poder foi em 1998. Mas como dizem: mais vale tarde que nunca!

15 Qualidades Diplomáticas Para uma Negociação de Sucesso

Quer queiramos, quer não, todos precisamos de negociar nas nossas vidas. Pode incluir alguma situação no trabalho, escolher um restaurante para almoçar ou jantar com um amigo, ou selecionar o próximo local de férias com a família.

Um diplomata é um excelente negociador por natureza, no trabalho e na vida. Mesmo que não sigamos uma carreira diplomática, existe muito que podemos aprender com os melhores profissionais nesta área. Robert D. Balckwill esteve mais de quadro décadas na Sala Oval da Casa Branca nos Estados Unidos negociando casos difíceis.

Trata-se portanto de uma pessoa muito experiente nestas matérias, partilhando connosco as 15 características essenciais de um diplomata de sucesso.

  1. Possui um grande interesse e paixão pela arte e ofício da diplomacia e negociação.
  2. Demonstra um temperamento analítico.
  3. Escreve bem e rápido.
  4. É verbalmente fluente e conciso.
  5. Assegura uma meticulosa atenção ao detalhe.
  6. É um efetivo e exigente negociador.
  7. Tem resistência mental e física a longo-prazo.
  8. Aceita um grande desafio.
  9. Estuda história.
  10. Transmite prudentemente a sua opinião ao poder.
  11. É leal e confiável com o seu chefe.
  12. Cultiva resiliência contra as derrotas.
  13. Adquire experiência relevante para o seu trabalho.
  14. Conhece a sua ideologia e valores.
  15. Aproveita a sorte quando esta aparece.

A diplomacia não é reservada apenas a profissionais de carreira, e as suas qualidades podem ser aproveitadas e transferidas para as vidas profissionais e pessoais de todos. Comece já a construir estas 15 competências fundamentais de um diplomata ou negociador de sucesso.

 

Maratona Leis do Poder

Estou a escrever este artigo pela madrugada adentro de sexta-feira. Esta quinta-feira tive um jantar com uns amigos em casa, comi mais que o habitual, e o serão prolongou-se até tarde.

Em vez de estar a dar voltas na cama, resolvi levantar-me, preparar um chá de cidreira para ajudar na digestão, e fazer algum tempo até sentir-me melhor para regressar à cama.

Não é novidade para o leitor ou leitora que acompanha o The Daily Habit, que sou fá do trabalho de Robert Greene, em especial o seu livro As 48 Leis do Poder. Só lamento não ter tido contacto com esta obra há mais tempo. O livro tem publicação original em inglês de 1998, mas só foi editado na versão portuguesa no final de 2017.

Considero as leis do poder tão importantes para a carreira e negócios, que crie o blogue 48-leis-do-poder-blogs.sapo.pt, dedicado exclusivamente à sua apresentação, com a publicação de um resumo alargado.

Até ao momento já foram publicadas as leis 37 a 48, tendo optado por iniciar pela última lei (n.º 48) caminhando em ordem reversa até chegar à primeira lei (n.º 1).

Trata-se de uma autêntica maratona, escrevendo e publicando uma lei por dia (incluindo fins de semana), com mais de 600 palavras cada artigo.

Adoro desafios, e este trabalho que estou a fazer é um exemplo clássico da minha persistência, dedicação e até obsessão. Se isto levará a algum lado, só o futuro poderá o dizer.