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The Daily Habit

Diário de produtividade pessoal

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Persona

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Esta semana entrei numa loja FNAC para consultar a seção dos livros, um dos meus passatempos favoritos. Infelizmente em Portugal a edição de novos livros é diminuta, e salvo algumas excepções, vejo-me a rever os mesmos livros de sempre.

Abri e desfolhei Marketing de Conteúdo - A Moeda do Século XXI de Rafael Rez. A gestão de conteúdos é de extrema importância para quem tem um blogue e quer ser encontrado nos principais motores de busca.

A premissa deste tipo de marketing é simples: criar conteúdos que os potenciais leitores possam estar interessados com o objetivo de desenvolver artigos, imagens e vídeos que vão de encontro às suas necessidades.

Um dos temas centrais antes da publicação de qualquer material é o desenvolvimento de um persona, que é definido como o leitor ideal para o qual o blogger escreve. Todo o material publicado deverá ser dirigido a esta persona, para a consistência do blogue.

Fiquei a pensar qual será a persona ou leitor ideal a que o blogue The Daily Habit se dirige, mesmo não tendo fins lucrativos, como é o caso. Tratando-se de um diário de produtividade pessoal, naturalmente o persona principal sou eu próprio, mas todos os leitores em situação idêntica podem beneficiar.

No espírito do que muitos consideram o pai da economia moderna,Adam Smith, afirma que ao pensarmos no nosso interesse próprio, acabamos por beneficiar a sociedade e consequentemente a economia.

Aqui fica a descrição da persona ou leitor ideal a que este blogue é dirigido, servindo de base à seleção e publicação de todos os conteúdos.

  • Trabalha ou exerce funções numa organização ou empresa.
  • Ainda não atingiu o pico na carreira.
  • Sabe que o sucesso numa organização vai muito mais para além de competências ou conhecimentos técnicos.
  • Pretende dominar as técnicas de influência e relações interpessoais.
  • Quer desenvolver técnicas de gestão do tempo para ser mais eficaz.
  • Quer poupar e aprender a investir as suas pequenas poupanças de uma forma ativa.
  • Tem muita atividade precisando de encontrar e cultivar momentos de lazer e pausa que promovam a recuperação de energia e melhor saúde.

O que Podemos Aprender com os Incompetentes

Pausa do computador, cansado da vista

Já pensou porque as pessoas com menores competências muitas vezes têm mais oportunidades e acabam por ser promovidas, em detrimento de outras com maiores capacidades?

Se julga que faz bem o seu trabalho como ninguém, mas sente que está estagnado ou estagnada na sua carreira talvez seja tempo de mudar de perspetiva, e pensar como um incompetente para finalmente criar a oportunidade que merece.

Neste artigo irei enumerar três táticas dos incompetentes que podem fazer a diferença na sua carreira e elevar a sua prestação profissional para novos níveis.

Tática n.º 1 - Manter as aparências

A primeira tática é a ilusão. Como os incompetentes não conseguem fazer um bom trabalho têm de se diferenciar doutra forma. O pouco que fazem tem apenas a ver com as aparências e a dar a entender que produzem muito, porque na realidade não sabem fazer o seu trabalho. Ninguém pode descobrir este facto, pelo menos aqueles que detêm o poder e estão mais elevados no seio da organização.

Tática n.º 2 - Ser muito simpático

A segunda tática é a simpatia extrema. Um incompetente que não sabe fazer nada e também é antipático com as outras pessoas não tem qualquer hipótese numa organização. Um incompetente sabe que se não quer ser despedido por não saber fazer o seu trabalho, tem de compensar agradando às outras pessoas com a sua simpatia e amabilidade.

Tática n.º 3 - Utilizar o trabalho dos outros

A terceira tática é a aproveitar o trabalho dos outros. Ao não produzir nada, o incompetente não consegue permanecer eternamente nesta situação sem ser notado, pelo que tem de utilizar o trabalho dos outros a seu favor. É comum este tipo de pessoa utilizar o trabalho dalgum colega e apresentá-lo como se fosse dele ou dela, resolvendo o seu problema.

O paradoxo desta situação é que a falta de qualificações ou experiência profissional dos incompetentes acaba por jogar a seu favor. Quando chega a altura de se promovidas o que conta são as aparências, o bom trato e colocar os outros a trabalhar.

Se quer ser promovido ou promovida têm de pensar menos em fazer bem o seu trabalho e pensar mais como um incompetente. Outra desvantagem da competência é que se trabalhar muito acabará por criar inveja nos outros, e eles irão fazer tudo para não brilhar.

3 Dilemas dos Pequenos Empresários: Consulta a um Autor

Livros empilhados

Há uns anos atrás li um livro sobre marketing dirigido a trabalhadores por conta própria e pequenas empresas, e que me ensinou muito sobre esta temática. Na altura estava a iniciar um negócio de consultoria de engenharia na minha área profissional. Gostei tanto do livro e dos seus conteúdos, que resolvi contactar diretamente o autor o qual acabou por responder prontamente às minhas questões. Neste artigo irei fazer uma descrição das minhas preocupações bem como das respostas do autor.

Demonstrar a existência de uma necessidade

A minha primeira preocupação é como poderia demonstrar aos clientes a existência duma necessidade de modo a adquirirem os meus serviços. O autor respondeu que teria de mostrar que traria benefícios e que isto poderia ser feito através da apresentação de estudos de caso se os tivesse. Nestes estudos de caso quando mais se quantificarem os benefícios melhor, idealmente revelando-se o dinheiro que se poupou aos clientes.

De seguida teria de vestir o meu “chapéu de vendas” e pesquisar empresas e nomes a contactar selecionando as melhores oportunidades. Teria inevitavelmente de criar um funil de vendas se estava a gerir o meu negócio.

Criar uma vantagem competitiva

A segunda preocupação é como poderia criar uma vantagem competitiva na minha indústria e vencer a concorrência. Neste ponto o autor respondeu que teria de encontrar uma proposta única de venda (do inglês “unique selling proposition” ou USP). Como trabalhador por conta própria esta diferenciação é conseguida fazendo com que as pessoas conheçam, gostem e confiem em mim.

Outra dica para a diferenciação é a especialização num nicho para ser mais fácil ganhar reputação numa determinada área.

Negócios tradicionais vs negócios inovadores

A terceira preocupação é que na minha área profissional existem os serviços tradicionais que têm mais procura mas que não dão satisfação profissional, e os serviços inovadores em que existe uma maior dificuldade em demonstrar os seus benefícios mas em que gosto mais de trabalhar. Como poderia resolver este dilema. O autor respondeu que este facto acontece a muitas pequenas empresas e trabalhadores por conta própria, existindo a necessidade de os mesmos continuarem a trabalhar nos negócios tradicionais que dão dinheiro imediato e pagam as contas, e paralelamente trabalhar nos negócios inovadores que poderão ou não vir a produzir rendimentos.

Se os negócios inovadores forem rentáveis poderá então pensar-se em abandonar os negócios tradicionais.

Estas três preocupações foram respondidas sem o autor esperar receber nada em troca. Aliás, o mesmo ficou bastante satisfeito com o meu contacto, por ver demonstrada a utilidade do seu trabalho junto dos seus leitores. Da próxima vez que ler um livro de que goste, porque não pensar em contactar o autor, nem que seja para elogiar o seu trabalho e dizer o quanto apreciou o livro.

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