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The Daily Habit

Diário de produtividade pessoal

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8 Estilos de Liderança Segundo a Toastmasters

Peões de várias cores sobre tabuleiro de jogo

Esta semana vou ter uma apresentação com um discurso público na Toastmasters sobre o tema da liderança, em que irei falar sobre os diferentes estilos, e em que contextos poderão ser usados para uma maior eficácia do líder.

Os líderes eficazes capacitam os outros a atingir metas pessoais e contribuem para a concretização dos objetivos coletivos.

Liderar e gerir não são a mesma coisa

Embora uma pessoa possa ser tanto líder como gestor, o conjunto de competências exigido para cada uma destas funções é diferente. A gestão encarrega-se do planeamento, organização e supervisão de tarefas específicas. Já a liderança envolve pessoas, sejam elas indivíduos ou grupos. Os grandes líderes inspiram os outros a segui-los.

Atributos de um líder bem-sucedido

A par com os diferentes estilos de liderança, existem certos atributos transversais para uma liderança eficaz. Um líder bem-sucedido é:

  1. Comunicador eficaz.
  2. Lidera pelo exemplo.
  3. Otimista.
  4. De mente aberta.
  5. Demonstra integridade.

Os 8 estilos de liderança

É importante conhecer as características dos oito estilos de liderança, e em que circunstâncias devem ser utilizados. Dentro destes estilos, existem aqueles que o líder tem tendência a usar naturalmente mais. É no entanto necessário, para uma liderança eficaz e completa, saber utilizar todos os estilos de liderança em função das pessoas ou situações específicas.

De seguida apresento os oito estilos de liderança de acordo com a Toastmasters.

1# Burocrático

Estabelece e aplica as regras de forma rigorosa.

INDICADO PARA: Quando uma decisão precisa ser tomada num curto período de tempo.

NÃO INDICADO PARA: Para liderar indivíduos altamente qualificados, pois geralmente sentem-se incomodados com a microgestão.

#2 Autoritário

Proporciona orientação de longo prazo concentra-se nos objetivos finais.

INDICADO PARA: Eficaz quando há necessidade de mudança de rumo ou de visão.

NÃO INDICADO PARA: Quando há necessidade de orientação explícita.

#3 Inovador

Partilha uma visão de futuro e busca a excelência.

INDICADO PARA: Quando se solucionam problemas complexos.

NÃO INDICADO PARA: Quando os riscos assumidos deixam os membros da equipa apreensivos.

#4 Produtivo

Espera que seus colaboradores abracem novos projetos e ajam com rapidez, concentrando-se na produtividade.

INDICADO PARA: Quando os membros da equipa são auto-motivados e altamente qualificados.

NÃO INDICADO PARA: Se utilizado por um longo período de tempo.

#5 Democrático

Baseia-se na tomada consensual de decisões.

INDICADO PARA: Quando o conhecimento de toda a equipa é necessário para solucionar um problema ou para encontrar um rumo.

NÃO INDICADO PARA: Quando o tempo é limitado ou os membros da equipa não têm conhecimento ou experiência para fazer contribuições de qualidade.

#6 Harmonioso

Cria uma unidade coesa, enfatizando o trabalho em equipa e a harmonia.

INDICADO PARA: Para aumentar a motivação, reparar quebras de confiança e ultrapassar situações de pressão.

NÃO INDICADO PARA: Quando o líder tem dificuldades em dar feedback negativo.

#7 Coaching

Concentra-se em preparar as pessoas desenvolvendo as suas competências.

INDICADO PARA: Em contexto individual, no qual a pessoa sob orientação é recetiva ao próximo relacionamento profissional deste estilo de liderança.

NÃO INDICADO PARA: Quando as pessoas sob orientação são avessas à mudança.

#8 Altruísta

Personaliza diferentes abordagens para atender às necessidades individuais de cada elemento da equipa.

INDICADO PARA: Criar uma cultura positiva e promover uma moral elevada.

NÃO INDICADO PARA: Se não houver tempo suficiente para aplicar uma perspetiva de longo prazo.

Como Organizar e Preparar um Discurso

Homem a falar em público num anfiteatro

A ato de falar em público assusta a maioria das pessoas. Segundo um estudo realizado pelo Sunday Times consultado no Portal Educação, dentro das maiores fobias que causam nervosismo, ansiedade, inibição e medo às pessoas, o medo de falar em público aparece em primeiro lugar, seguido do medo do fracasso financeiro em segundo lugar seguido do medo das doenças e de morrer em terceiro lugar.

De acordo com este estudo as pessoas têm mais medo de falar em público do que morrer! Neste artigo quero partilhar com o leitor como pode organizar e preparar um discurso para que na próxima vez que tiver que enfrentar uma audiência se sinta mais preparado.

Eu também me incluía no grupo de indivíduos que tinha um pavor de falar perante outras pessoas, mas há uns anos atrás resolvi começar a aprender e a praticar sobre a arte de comunicar em público. Hoje em dia até dou alguns discursos em inglês, o que era completamente inimaginável na altura.

A arte de falar em público é dividida em duas componentes:

  1. O que se pretende comunicar, conhecido como a comunicação verbal.
  2. A forma ou modo como se comunica, conhecido como a comunicação não-verbal.

Ou seja, é tão importante o que dizemos como a forma como o dizemos.

Comunicação verbal

Na comunicação verbal, se levar alguma coisa deste artigo, o mais importante é a organização do discurso.

De acordo com a Toastmasters, existem sete tipos de discursos que pode utilizar consoante o objetivo pretendido, em que se dão exemplos de organização para cada tipo.

Cronológico

O João é apaixonado por comboios. Esta paixão vem desde a infância. Ele quer partilhar a história da ferrovia com o seu clube — a sua invenção, como mudou o mundo e o seu papel atual no setor dos transportes.

Temático

A Joana quer apresentar informações sobre raças de cães de três grupos diferentes — caçadores, companhia e galgos. Ela também quer dar exemplos de cada grupo numa feira de caninos.

Espacial

O Francisco quer discursar sobre a experiência de escalar uma das montanhas mais altas do mundo. Ele gostaria de explicar a iniciados na escalada o que acontece ao corpo nas diferentes altitudes de uma montanha.

Causal

A Sónia quer contar ao seu público que praticar exercícios regularmente contribui para uma melhor saúde.

Comparativa

O António está interessado nas estruturas econômicas de dois países. Ela gostaria de apresentar as semelhanças e as diferenças aos seus colegas do clube.

Problema/Solução

A Maria acha que a sua associação poderia estar sendo mais proactiva em iniciar contato com os seus visitantes. Ela quer criar uma lista de emails para atrair novos associados para a associação. Qual será a melhor maneira da Maria apresentar esta ideia em um discurso aos associados da associação?

Particular/Geral/Particular

O Tiago está a preparar um discurso sobre o impacto coletivo que uma atitude positiva pode ter e ele quer usar como exemplo um dia no seu escritório quando um colega, com quem trabalhou, abordou um projeto de forma positiva.

Comunicação não-verbal

Diz-se muitas vezes que a comunicação não-verbal é mais impactante que a comunicação verbal. A forma como se comunica só é verdadeiramente dominada através da experiência. Se tem pouca ou nenhuma experiência, a melhor forma de começar a adquirir esta competência é praticar o seu discurso sozinho ou sozinha várias vezes, até sentir alguma confiança.

Entretanto deixo as principais características de uma comunicação não-verbal eficaz, e de acordo com a Toastasmers, que pode utilizar na próxima vez que estiver perante uma plateia.

Clareza: a linguagem falada é clara e fácil de entender.

Contacto visual: usa eficazmente o contato visual para envolver o público.

Gestos: usa gestos com eficácia.

Consciência em relação ao público: demonstra consciência do envolvimento e das necessidades do público.

Nível de conforto: aparenta estar confortável perante o público.

Interesse: envolve o público com conteúdo interessante e bem elaborado (relacionado com a organização do discurso).

Variedade vocal: usa o tom, velocidade e volume como recursos da voz (uma das características mais difíceis de dominar) .

Conclusão

Falar em público pode ser constrangedor, ou mesmo aterrador, para quem não tem experiência, mas com a preparação certa é possível reduzir o medo até um nível aceitável e conseguir enfrentar uma audiência. Se tiver em atenção a organização e a preparação do seu discurso, e preparar o suficiente irá ver que não irá ser assim tão difícil como imagina. A sensação de dever cumprido após o discurso terminado é magnífica. Mais um desafio vencido!

Pensamento Critico: Definição e Utilização

Chimpazé a pensar

Esta semana tenho uma apresentação em público na Toastmasters e resolvi a abordar o tema do pensamento crítico.

Antes de avançar com a definição propriamente dita, quero fazer a seguinte experiência retirada do site Zety. Para isso vamos imaginar que quero descobrir se o café faz bem.

Vou ao google e pesquiso por “razões para beber café

Resultados: taxas mais baixas de depressão, estímulo da memória, longevidade e um coração mais saudável.

Depois vou google outra vez e pesquiso “razões para não beber café?”.

Resultados: redução da ansiedade, dentes mais brancos, perda de peso e um coração mais saudável.

Ou seja, encontro razões tanto para beber como para não beber café. O mais interessante é que todas estas razões são suportadas por diversos estudos científicos, e que se contradizem.

No meio disto tudo, como é que poderei reconciliar estas afirmações contraditórias?

É simples, recorrendo ao pensamento crítico.

O que é o pensamento crítico?

De acordo com Zety o pensamento critico é a capacidade de pensar de maneira organizada e racional, a fim de entender conexões entre ideias ou fatos, ajudando a decidir no que acreditar. Por outras palavras, é "pensar sobre o pensar" - identificar, analisar e corrigir as falhas na maneira como pensamos.

The Balance refere que os bons pensadores críticos tiram conclusões razoáveis de um conjunto de informações e discriminam entre informações úteis e menos úteis para resolver problemas ou tomar decisões.

Conceito.de destaca que o pensamento crítico não implica pensar de forma negativa nem com predisposição para encontrar defeitos e falhas. Muito menos consiste em tentar mudar a forma de pensar das pessoas ou substituir os sentimentos e as emoções.

Exemplos

As circunstâncias que exigem pensamento crítico variam de caso para caso, como por exemplo:

  • Um médico que faz a triagem no serviço de urgências e decide a ordem pela qual os pacientes devem ser atendidos.
  • Um advogado analisa as evidências e elabora uma estratégia para vencer um caso.
  • Um gerente analisa os formulários de feedback dos clientes e usa essa informação para desenvolver uma sessão de formação de atendimento ao cliente.

Características

Capacidade de análise

Parte do pensamento crítico é a capacidade de examinar cuidadosamente algo, como um problema, um conjunto de dados ou um texto. Pessoas com capacidades analíticas podem examinar as informações, entender o que elas significam e explicar adequadamente as implicações dessas informações a outras pessoas.

Capacidade de comunicação

Muitas vezes precisamos de partilhar ideias com outras pessoas, ou de promover o pensamento crítico num grupo com determinado objetivo. Neste caso, é necessária uma comunicação eficaz para ajudar a apurar os factos, tudo num ambiente positivo e de melhoria contínua.

Criatividade

O pensamento crítico pode envolver criatividade e inovação. Por exemplo, pode ser necessário detetar padrões nas informações que está a analisar ou encontrar uma solução para determinado problema. Isto requer um olhar diferente sobre a informação.

Mente aberta

Para se pensar criticamente, é necessário deixar de lado quaisquer suposições ou julgamentos quando da análise da informação. É essencial ser objetivo, avaliar ideias e manter a imparcialidade.

Capacidade de resolução de problemas

A solução de problemas é uma das competências básicas de pensamento crítico que envolve analisar um problema, estudar e implementar soluções, e avaliar o sucesso das mesmas. Aqui as soluções devem ser práticas e adaptadas ao problema em questão.

Espero que este artigo tenha sido útil. Na próxima vez que tiver de tomar uma decisão importante, não aceite facilmente toda a informação como válida. Questione, mesmo que provenha de fontes que habitualmente considera credíveis.

Apresentações e Falar em Público: A Importância da Avaliação

Feedback escrito em qjuadro

Na passada semana tive a oportunidade de fazer duas apresentações ao público em registos diferentes. A primeira apresentação num discurso breve de dez minutos perante uma audiência da Toastmasters, e a segunda apresentação numa exposição de 45 minutos perante uma audiência numa associação profissional.

Raramente tenho o hábito de rever as minhas apresentações gravadas em vídeo, mas desta vez acabei por rever, e ainda bem que o fiz, pois encontrei várias oportunidades de melhoria.

A apresentação da Toastmasters foi curta, e tratando-se de uma organização de desenvolvimento e prática do discurso público, tem seis objetivos bem definidos avaliados de 1 a 5.

1 Clareza. A linguagem falada é clara e facilmente compreendida (5/5).

2 Variedade vocal. Utiliza o timbre, velocidade e volume da voz adequadamente (5/5).

3 Contacto visual. Utiliza eficazmente o contacto visual para envolver a audiência (4/5).

4 Nível de conforto. Aparenta estar confortável perante a audiência (5/5).

5 Movimentação corporal e gestos. Movimenta-se e utiliza linguagem gestual adequadamente (3/5).

6 Consciência em relação ao público. Demonstra consciência em relação às necessidades da audiência (5/5).

A apresentação na associação profissional foi de carácter técnico, perante uma audiência de colegas, em que se apresentaram os resultados de um trabalho académico desenvolvido em 2018. Esta exposição teve quatro objetivos.

1 Clareza vocal. A linguagem falada é clara e facilmente compreendida (5/5).

2 Dispositivos de apresentação. Os gráficos e quadros utilizados foram facilmente compreendidos (4/5).

3 Nível de conforto. Aparenta estar confortável perante a audiência (5/5).

4 Interesse. Envolve a audiência com conteúdos interessantes e bem construídos (3/5).

5 Comunicação. Transmite claramente os benefícios da temática no mundo profissional (3/5).

Na apresentação na Toastmasters os objetivos foram de uma forma geral atingidos, apontando como melhoria a necessidade de contacto visual com todas pessoas da audiência e uma maior consciência com a movimentação corporal. Neste último ponto não mexer tanto a cabeça e parar por alguns momentos no palco para evitar distrair a audiência.

Na apresentação na associação profissional existem alguns pontos de melhoria, como simplificar gráficos e quadros, incluir conteúdos interessantes e transmitir os benefícios da temática.

No final dos eventos tive a oportunidade de falar com algumas das pessoas e obter uma avaliação extra. Os pontos de melhoria incluem fazer uma introdução mais objetiva evitando desenvolver assuntos menos relevantes, não me desculpar em alguma observação, e a necessidade de ser menos humilde mostrando as minhas qualidades.

A avaliação útil, seja feita pelo próprio ou por outra pessoa, constitui um dos melhores mecanismos para se melhorar apresentações e discursos públicos, sendo como outra atividade qualquer aperfeiçoada com a prática.

O Líder Visionário: Apresentação de Workshop

Formador e Formando em Workshop

Pertenço a um clube internacional de origem norte americana para o desenvolvimento de competências de comunicação e liderança, a Toastmasters International.

Esta organização está presente em Portugal desde 2016, e entrei fundamentalmente para puder praticar o discurso em público. Existem vários clubes no país, sendo que a gestão de cada um é feita pelos designados officers que têm funções voluntárias.

Todos os anos existem algumas formações específicas, enquadradas na Toastmasters Leadership Institute (TLI), em que officers de todo o país se juntam para puder partilhar e transmitir experiências dos seus clubes. Os officers são as pessoas que estão por detrás de cada clube e são responsáveis pela organização e promoção das suas sessões e atividades.

Este ano fio convidado para dar uma workshop de liderança num destes eventos, sendo que foram disponibilizados vários temas que poderia apresentar, enquadrados na estratégia do evento.

Os temas disponíveis no conjunto The Leadership Excelente Series são:

- The Visionary Leader
- Developing a Mission
- Values and Leadership
- Goal Setting And Planning
- Delegate To Empower
- Building A Team
- Giving Effective Feedback
- The Leader as a Coach
- Motivating People
- Service And Leadership
- Resolving Conflict

Todas estas apresentações contêm recursos de apoio e modelos, podendo cada orador adaptar a apresentação ao seu estilo. Existe ainda a necessidade de traduzir os conteúdos do inglês para o português, e como alguém que já fez este tipo de trabalho, não se deve traduzir à letra o inglês. É sempre preferível adaptar os termos para o uso corrente da audiência e do português neste caso.

Dentro das temáticas disponíveis, que abarcam o papel da liderança no seu geral, optei pela  apresentação The Visionary Leader. É interessante notar que este tema aparece em primeiro lugar.

De facto, sem uma visão clara para onde se pretende ir, torna-se difícil ou mesmo impossível para o líder desempenhar os restantes papéis, incluindo o desenvolvimento da missão, estabelecimento de objetivos e planeamento, construção de uma equipa, etc.

Nos próximos dias irei estar a preparar o meu discurso, esperando-se uma plateia de 300 pessoas, o que aumenta a responsabilidade e a necessidade de uma apresentação de qualidade.

Como Criar e Desenvolver uma Equipa de Alta Performance

Equipa de trabalho a celebrar

Esta semana tenho agendada mais uma apresentação no clube Toastmasters. Para quem não sabe, a Toastmasters é uma organização internacional de desenvolvimento de competências de comunicação e liderança presente em 143 países e que conta com mais de 300.000 membros. Em todas as sessões do clube são realizados discursos preparados, de improviso bem como avaliação dos mesmos. Não existem formadores formais, sendo o lema aprender fazendo e de entreajuda entre membros.

Pois bem, o tema a que me propus esta semana está integrado no manual de relações públicas, tendo como principal objetivo o discurso persuasivo. Deverei apelar aos interesses e emoções da audiência, mostrando como a minha ideia é importante e como irão beneficiar da minha proposta. Terei de ter em atenção a apresentação através de dados e factos e fazer a mesma com convicção e sinceridade, de modo a que a audiência possa confiar e acreditar em mim.

A importância de uma equipa de alta performance

A temática que escolhi integra-se na criação de equipas de alta performance. Quer seja necessário formar uma equipa de vendas, desenvolver um produto ou serviço é preciso criar a equipa certa se queremos ter secesso num empreendimento. Este processo de criação de equipas é tanto uma arte como uma ciência, e requer experiência e aprendizagem através da tentativa e erro.

É importante aprender com o conhecimento e experiência dos outros, sendo que felizmente já existem muitos artigos publicados Online sobre a criação e desenvolvimento de equipas de alta performance.

De acordo com o Método Agil as características de uma equipa de alta performance são ter um objetivo claro e tangível, ter poucas pessoas com funções diversas, ser autónoma, comece e termine as tarefas. Segundo o Portal Dale Carnegie estas equipas devem reconhecer o esforço individual, haver um compromisso geral, partilha do conhecimento, confiança, integridade e empatia e respeito. O site Professores de Sucesso afirma que existem três pilares nas equipas de sucesso que são uma cuidada seleção de pessoas, formação contínua e espírito de equipa.

Ter objetivos claros na gestão de equipas

Já o portal Administradores refere que os ingredientes que definem uma equipa de alta performance são os objetivos envolventes e claros para todos, um clima de colaboração, um padrão de excelência compartilhado, foco em resultados e atribuição de responsabilidades. O blog do Agendor escreve que os pilares de uma equipa de vendas de alta performance assenta na escolha de um bom líder, escolher o posicionamento e os objetivos da empresa, ter uma cultura de mentoring em que os elementos da equipa aprendem ente si, reconhecer os esforços individualmente, incentivar o diálogo, promover reuniões periódicas, investir em formação e aplicações informáticas para sistematização de processos e informação.

O blog Rise define que para criar equipas de alta performance é preciso ter um propósito, criar uma cultura organizacional, ter um objetivo comum, definir papéis e processos, haver um compromisso com resultados e execução bem como uma boa execução. O portal Endeavor é bastante simples na sua exposição, e afirma que fórmula geral para criar uma equipa de alta performance é escolher as pessoas certas e desenvolver o melhor cada um.

Nos recursos consultados algumas dicas repetem-se ou encontram-se relacionadas, mostrando a tendência de alguns conceitos. No entanto, e tendo em consideração os cinco a sete minutos que tenho para a apresentação, terei de focar-me nos pontos mais importantes. Ou seja, quais os principais fatores que se aplicados a uma equipa, terão uma maior probabilidade de a classificar como uma equipa de alta performance?

Cinco fatores criticos no desenvolvimento de equipas

Deste modo irei apresentar cinco fatores por ordem decrescente de importância que são críticos no desenvolvimento de uma equipa de sucesso, de acordo com a pesquisa realizada e a minha própria experiência.

Ter objetivos claros ocupa a primeira posição, pois sem ter uma visão de onde a equipa quer chegar torna-se difícil, senão impossível, de medir o progresso e resultados.

A segunda posição é ocupada pela escolha do líder mais adequado, pois é o mesmo que irá gerir a equipa, atribuir responsabilidades e criar um ambiente propício à alta performance.

Selecionar as pessoas certas é um passo crítico, e ocupa a terceira posição. É difícil para um bom líder com objetivos claros gerir uma equipa desajustada e de elementos que não pretendam atingir a alta performance. Neste passo, é portanto importante, haver um alinhamento e compromisso de todos as partes.

O reconhecimento individual ocupa a quarta posição. Sem incentivos e prémios que não incluam só os monetários, os elementos da equipa podem ter pouca motivação para dar mais e melhor, não existindo diferenciação entre os que ajudam a conduzir a uma cultura de alta performance dos restantes.

A partilha de conhecimento e mentoring ocupa a quinta e última posição. Devem-se promover equipas multidisciplinares e de entreajuda mesmo num ambiente competitivo, potenciando-se o conhecimento da equipa no todo superior à soma do conhecimento de cada elemento individual.

Neste artigo descrevi os principais fatores que levam à constituição de uma equipa de alta performance, e tendo em conta a próxima apresentação no clube Toastmasters. Este tema é de extrema relevância, tendo em conta que a maioria de nós trabalha em organizações ou liberalmente em colaboração com outros, necessitando de chegar a uma cultura de excelência para conseguir atingir mais facilmente aos objetivos propostos.

Como Perder o Medo de Falar em Público

Pessoas num teatro com palco iluminado

Atualizado a 04/12/2019

Falar em público é um dos medos universais que está presente na maioria das pessoas. A ideia de alguém se dirigir a um palco ou falar para um grupo de pessoas pode ser aterradora. Eu era umas dessas pessoas, e já há algum tempo resolvi aderir aos Toastmasters que basicamente tem com principal finalidade providenciar aos seus membros a possibilidade de aprender e treinar o discurso público, num ambiente de apoio e suporte mútuo.

A Toastmasters está presente em Portugal deste 2006 com vários clubes de norte a sul do país. As sessões dos clubes realizam-se semanalmente ou quinzenalmente, e são diferentes de outro tipo de formações na medida em que não existem formadores. Os membros praticam o discurso público e recebem feedback imediado com a indicação dos pontos fortes e os pontos que necessitam de melhoria.

Os percursos de comunicação são escolhidos individualmente por cada membro, com projetos definidos em áreas como a influência persuasiva, liderança dinâmica, domínio da apresentação, estratégias motivacionais, comunicação visionária e relacionamentos estratégicos. Em todas as áreas são organizados e apresentados discursos em público.

O nervosismo de falar em público existe sempre, mesmo para os oradores mais experientes, diminuindo gradualmente com a prática e o tempo em palco. Aliás, uma pequena dose saudável de medo melhora a performance, porque ajuda a projetar um maior entusiasmo, condição essencial para uma boa oratória. A Toastmasters permite esta prática de desenvolvimento pessoal em sessões periódicas organizadas num ambiente positivo e entre-ajuda.

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